Holocausto - Debate Aberto

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Holocausto - Debate Aberto

Forum para debate aberto sobre o Holocausto.

O Holocausto tem sido entendido como um evento do qual o governo alemão planejou e executou entre 1939 e 1945 o extermínio de 6 milhões de judeus da europa.  De acordo com esse entendimento o extermínio era  feito em câmaras de gás em campos de concentração, sendo Auschwitz o principal. Outras versões de extermínio tem sido também apresentadas. As evidências são baseadas quase que totalmente em testemunhas apresentadas pelos vencedores da guerra e difundido pela sua mídia.

Historiadores independentes questionam a total falta de provas e investigações forenses de um evento desse porte e com tanta repercussão para todos. Apesar de sofrerem perseguição política por parte da mídia e do sistema e sendo caluniados por vários têrmos (entre eles de "negacionistas"), o número de historiadores e membros do público que disacreditam ceticamente a versão oficial do alegado holocausto tem crescido acentuadamente.

Este forum visa analisar e discutir ceticamente e independentemente o alegado holocausto e o que se apresenta como provas, sua confiabilidade e veracidade.

Conto com seu respeito pelo assunto e aos participantes evitando o uso de referencias caluniosas (tal como "negacionista") aos outros e concentrando-se no assunto em sí - é simples e produtivo. Aconselha-se também não estimular os diálogos com quem estiver quebrando esta linha.

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Tags: de, Extermínio, Campos, revisionismo, exterminacionismo

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Tags: direito, crime, independente, investigação, historia

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Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 17 dezembro 2012 às 11:35
caros leitores de a muito se fala de um holocausto mas este foi umdos primeiros efectuado Por um povo invasor tambem mas com ideias muito diferentes sera que alguem comenta este facto
Jornalista Israelense pode ter revelado local de sepultamento do massacre romano em Jerusalém
Diretor do Cafetorah
O jornalista Israelense Benny Liss pode ter revelado local de sepultamento do massacre romano em Jerusalém

Os restos de milhares de judeus massacrados pelos romanos no Monte do Templo, no momento da destruição do Segundo Templo podem ter sido descobertos em Jerusalém, segundo o jornalista veterano de arqueologia.
Nesta quinta-feira, durante a conferência de Megalim - no Instituto de Estudos da Cidade de Davi em Jerusalém, o jornalista Benny Liss exibiu um filme gravado há alguns anos atrás que mostra claramente milhares de esqueletos e ossos humanos no que parece ser um sepulcro comunal.
Liss que é um veterano repórter de arqueologia para o Canal 1 de Israel, disse espantado o público que o filme havia sido filmado em uma caverna espaçosa na área da Porta Dourada, ou das Consolações(Shaar Harachamim), perto da muralha oriental do Monte do Templo, mas do lado de fora dela. Liss levantou a possibilidade de que os esqueletos são os restos de 6.000 judeus, a maioria mulheres e crianças, mortos no Monte do Templo, quando os romanos destruíram o Segundo Templo, conforme descrito por Flávio Josefo, que testemunhou a destruição.

O filme mostra um grupo de pessoas que acessam a caverna com ferramentas de construção. Liss vai em primeiro lugar, seguido por um técnico de iluminação e um operador de câmara. Os três passam primeiro através de uma passagem estreita e, em seguida, entraran na caverna com os restos dos esqueletos. Liss diz que tentou descobrir o tamanho da pilha de restos, colocando a mão por dentro para medir, mas não conseguiu chegar ao fundo. O filme mostra Liss dissolvendo alguns dos materiais que estavam carbonizados perto dos esqueletos. Assim que saiu da caverna Liss, os funcionários da Autoridade de Antiguidades de Israel isolaram e bloquearam a entrada da caverna.

Durante a palestra, Liss também cita fontes históricas que mostram que na área da Cidade Velha, onde o cemitério muçulmano está agora, houve uma vez um antigo bairro judaico e um cemitério, que foram transferidos para o Vale de Josafá. Ele baseia sua teoria de que os esqueletos são os restos mortais das pessoas mortas no Monte do Templo em uma vala comum.

"Os romanos ficaram no Monte do Templo por um mês após a destruição do templo, até irem para conquistar a cidade superior [Bairro Judeu de hoje]", diz Liss. "Eles tiveram que se livrar dos milhares de corpos em decomposição e o lugar mais óbvio para fazer isso teria sido as grutas naturais na encosta superior do monte, em torno de Portão Misericórdia. "

O veterano jornalista ressaltou que esta era é apenas uma teoria. "Agora, após a nossa publicação, os peritos devem ir a campo e examinar o que nós encontramos na época, avaliá-lo e publicar suas próprias conclusões", diz ele.

Uma série de arqueólogos veteranos declararam ao jornal Israel Hayom que as imagens não são suficientes para determinar a história da caverna e que amostras precisam ser retiradas do local e datadas.

As chances de o local ser reaberto são muito pequenas, pois está situado em uma área particularmente sensível, onde a autoridade islâmica de Jerusalém, o Waqf mantém uma estreita vigilância e interpreta todos os movimentos por judeus ou autoridades israelenses como afronta.

A Autoridade de Antiguidades disse em resposta que não tinha conhecimento das conclusões apresentadas no filme de Liss ", e ficaria feliz em receber os materiais. Um oficial disse ao jornal Israel Hayom que ele estava ciente de relatórios infundados de uma caverna com uma grande quantidade de restos mortais humanos na área, mas por causa da extrema sensibilidade do local e sua proximidade com o cemitério muçulmano, a caverna nunca havia sido explorada.

Uma das bases para a conclusão de Benny é o fato de que ao contrário de outro cemitério que se encontra nas proximidades, este não pode ser considerado uma vala comum de cristãos, pois não foram encontrados nele cruzes ou outros símbolos cristãos conhecidos em valas comuns de cristão.

Israel.Sergio
Comentário de umbelina rosa em 12 dezembro 2012 às 15:27

Os que tambem sofreram com a perseguicao do nazismo foram os afrolemaes que viviam na Alemania no momento de Hitler asumir o poder como  chanceler  em 30 de janeiro de 1933,chamados despectivamente de "NEGER" "MISCHIILINGE" ou com o triste sobrenome de os "BASTARDOS DO RIN " os cuais eram filhos de alemas com soldados franceses de origem africana pertencentes as colonias deles na africa,tambem tinha u grande numero de filhos dos funcionarios alemaes quevierom com suas familias das posicoes da Africa cuando tiveram que evacuar as mesmas apos a perda delas depois da Grande Guerra ,eles nao  os considerabam humanos e por isso deciam que eles contaminariam a sangre pura alema que descendia dos arianos segundo eles ,pelo tanto desde o primeiro momento comecou uma cacada onde eles foram as victimas e os persegidos submetidos a esterilizacao e ate a morte em campos  de concentracao.

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 28 novembro 2012 às 11:09
http://www.wiesenthal.com/site/apps/nl/newsletter2.asp?c=lsKWLbPJLn... Swe quiserem saber mais sobre Holcausto leam o livro de Simon Wiesental o maior cacador de nazis.
Israel.Marques
Comentário de umbelina rosa em 16 novembro 2012 às 12:59

Durante la  connferencia de Wannsee Reinhard Heydrich presiono a todas las autoridades para organizar la evacuacion de los judios,y su posterior envio  a los  campos de concentración ,pero para ese momento todo estaba dado para que ocurriera,alli se centaron las bases para el exterminio industrializado de seres humanos ,un antisemitismo  ya establecido en el conjunto de la sociedad que no ignoraban la  existencia de  los mismos establecidos a lo largo   de todo el pais y  la Europa ocupada  fueron responsables del exterminio de millones de seres humanos,dentro de una estructura de mando.

Esa forma de cumplir lo que ellos llamaban la cruzada contra  el  enemigo ,fue una solución para el fracaso de lo que se conoce como" Holocausto de las balas ",donde los destacamentos especiales que penetraron detrás de las tropas en Rusia,durante la Operación Barbarroja ,el  22 de junio de 1941,exterminaron poblaciones enteras pero los hombres muchos de las SS o de organizaciones policiales ,quedaron mentalmente destruidos muchos hombres los  cuales no se recuperaron nunca mas,estaban divididos en 4 grupos A,B,C,D cada uno seguia detras de un grupo de ejercitos.

Comentário de Dima Madureira em 15 novembro 2012 às 15:00

Israel Sergio, a cartilha sionista do holocausto prega exatamente isso. MAs será que fois assim mesmo? Voce viu algum trabalho historiográfico independente?

Seria bom voce investigar mais a fundo. Leia Hitler's War de David Irving, voce pode abaixar gratuitamente do site dele WWW.FPP.CO.UK.BOOKS

Abraços

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 15 novembro 2012 às 8:58
Comentário de israel SÉRGIO Marques 1 segundo atrás Excluir comentário
O INÍCIO DO HOLOCAUSTO

Eis como vejo o holocausto em termos históricos e lógicos na Europa que se procurava organizar depois da Primeira Grande Guerra, o anti-semitismo era uma realidade em diversos países mas assumiu uma expressão mais significativa na Alemanha, em particular após a ascensão ao poder de Adolf Hitler e na sequência das ideias que este havia defendido no livro que escreveu “Mein Kampf”.
No dia 1 de Abril de 1933, sob a direcção e orientação do editor de jornal e um dos principais propagandistas do nacional-socialismo e do anti-semitismo, Julius Streicher, os nazis organizaram um dia de boicote a todas as lojas e negócios pertencentes a judeus na Alemanha.
Essa política ajudou a criar junto da população alemã um ambiente propiciador a actos de anti-semitismo que viriam a culminar no Holocausto.
Em poucos anos, as empresas pertencentes a famílias de origem judia foram fechadas, os judeus eram confinados a zonas determinadas (os tristemente célebres “guetos”) ou eram assassinados durante as invasões que se seguiram durante a 2.ª Guerra Mundial através de um processo brutal que visava comunidades inteiras.
Em 15 de Setembro de 1935, na cidade de Nuremberga, seriam aprovadas as leis raciais que se traduziram numa espécie de “morte civil” para os cidadãos de origem hebraica os quais foram privados de cidadania.
Na noite de 9 para 10 de Abril de 1938, ocorreu a tristemente famosa Noite de Cristal (“Kristallnacht”) com a destruição de todas as sinagogas do país e a política de reclusão da população judia em campos de concentração ou nos famigerados guetos.
Em 1939, todas as pessoas de origem hebraica com mais de seis anos de idade tinham de exibir em público a Estrela de David, como forma da sua identificação infamante.
Em Janeiro de 1942, durante a Conferência de Wannsee, viria a ser discutida a Solução Final da Questão Judaica que se traduziu no envio sistemático de milhões de judeus para os campos de concentração ou de extermínio onde foram montadas verdadeiras “fábricas da morte” (Auschwitz-Birkenau, Belzec, Chelmno, Majdanek, Maly Trostenets, Sobibor e Treblinka II).
Para a dignificação da Justiça, ficaram as palavras do Juiz Robert E. Jackson, um dos membros do Tribunal de Justiça Nuremberga, que, perante as críticas dos acusados e as pressões dos vencedores, afirmou: “Não vamos julgá-los por terem perdido a guerra, mas sim por a terem iniciado”.
O julgamento de Nuremberga dividiu os juristas mas os seus princípios vieram a ser acolhidos pela Organização das Nações Unidas, em sinal de lembrança para um futuro que não se deveria repetir mas que esta a voltar e espalhar pela Europa de novo no meio de greves e revoltas da crise Mundial que açola as nossas vidas
Pois como afirmou Primo Levi, sobrevivente de Auschwitz, “aconteceu, logo pode voltar a acontecer”.
Israel.Marques.
Comentário de marcelo raul em 23 setembro 2012 às 13:29

 El Holocausto mencionado arriba como el ocurrido en las cámaras de gas en Auschwitz,es la culminación de un proceso que comenzó en 1933 mas exactamente el 1° de Abril con el boicot a los comercios judíos en toda Alemania ,pasando por los carteles alusivos a la presencia de los mismos en lugares publicos a lo largo del regimen nazi,las leyes raciales de Nuremberg de 1935,la noche de los Cristales Rotos.Pero debemos ver con mas imprtancia el programa T4 donde comenzó el empleo en forma digamos rudimentarias de las cámaras de gas en clínicas como Hadamar ,y el Holocausto de las Balas(1941)que fueron los puntos de partida para el desarrollo de las fabricas  de  la muerte como fu el campo mencionado al principio ya que es la culminación definitiva y mas refinada del exterminio que tuvo su puntapié en la famosa conferencia de WANNSEE ,con todo  esto si debemos criminalizar el mismo por que fue una planificación premeditada de parte de los lideres nazis y no podemos tener una actitud revisionista negativa por que las pruebas saltan  a simple vista.

Comentário de Dima Madureira em 10 junho 2012 às 19:31

Israel(?),

Tem sido escritos e publicados muitos textos reacionários à pesquisa histórica, para obstruir o curso da história.

Tipicamente esses textos focam em discreditar os que executam os trabalhos historiográficos honestos de quem pesquisa o alegado mito do holcausto. Veja exemplo no seu texto do judeu Reuven Faingold (apresentado abaixo).

Esses textos misturam eventualmente alguem ou algum assunto que não tem crédito com os nomes dos historiadores e depois generalizam todos afim de que os leitores percam o seu interesse em ler os trabalhos realmente sérios.

A tática desses textos é caluniar os historiadores e cientistas revisionistas, mas ao mesmo tempo não trazem nenhuma evidência de suas próprias afirmações.

Como eles tem tido pouco sucesso em segurar a pesquisa da verdade histórica feita pelos revisionistas, pois ninguem segura a verdade por muito tempo, eles tentam tutmultuar os debates seja com textos mal escritos, repetitivos, e se não da certo eles tentam acusar suas vítimas de anti-semitas e racistas, e por final conseguindo expulsar os verdadeiros historiadores do forum.

Muitos leitores tem acordado para essas táticas típicas de contra informação e hoje simplemente conseguem identificar e ignorar tais textos.

O Holocausto deve ser discutido seriamente e independentemente, desde a sua definição até a propagação do mito, seu contexto e os interessados.

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 2 junho 2012 às 10:13
Shoá:

Revisão ou negação: o “mito dos seis milhões” por Prof. Reuven Faingold

Foto Ilustrativa
Edição 71 - abril de 2011

A 2a guerra mundial acabou em 1945. O mundo assistiu as atrocidades cometidas pelos nazistas contra o povo judeu. No entanto, nos bastidores, a versão oficial da história vem sendo refutada por certos grupos. Trata-se de uma nova forma, distorcida, diga-se, de interpretar o holocausto: o revisionismo histórico ou negacionismo.

O “Mito dos seis milhões”

Numa cinzenta manhã de 1944, o poeta e pedagogo Itzhak Katzenelson foi conduzido às câmaras de gás em Auschwitz. Pouco tempo antes de morrer, registrou a seguinte frase: No futuro, os nazistas negarão todas suas culpas e, pior ainda, haverá pessoas que acreditarão na sua inocência”.                                         Esta afirmação de Katzenelson é uma profecia que se concretizou, surgindo a afirmação de que o genocídio de judeus durante a 2ª Guerra nunca aconteceu, .
A maioria dos negacionistas sugerem, ou afirmam abertamente, que o Holocausto é uma farsa surgida de uma conspiração judaica para sobrepor o interesse dos judeus às custas de outros povos. Por esta razão, a negação do Holocausto é geralmente vista como uma teoria anti-semita.

Pouco depois de encerrada a 2a Guerra, publica-se na Suíça a primeira de uma longa série de “obras” que pretendem minimizar o Holocausto, isentar a cúpula nazista da responsabilidade pelo genocídio, negando inclusive o significado da “Solução Final” do Povo Judeu. Dessa forma, nascia o “mito dos seis milhões”, uma teoria que visava difundir a idéia de que o Holocausto não passava de uma invenção dos judeus para justificar a criação do Estado de Israel, em 1948.

O número de trabalhos publicados com o objetivo de questionar o Holocausto é enorme. A maioria dos autores dos mesmos obteve seus títulos universitários de forma duvidosa ou ilegítima.

Os primeiros textos questionando a existência do Holocausto foram redigidos pelo prisioneiro comunista Paul Rassinier, deportado a trabalhos forçados em Buchenwald. Seu livro, Debunking the Genocide Myth (Desmascarando o mito do Holocausto), citado com assiduidade, converteu-se em best-seller, disseminando-se com rapidez nos círculos da escola revisionista.

No entanto, há quem supere Rassinier nos argumentos. Arthur R. Butz é um engenheiro que trabalha como docente numa universidade dos EUA. Pesquisa o Holocausto, demonstrando um falso cientificismo, principalmente aos olhos daqueles para quem um acadêmico é sempre uma autoridade, mesmo quando se dedica a estudar assuntos que pouco ou nada têm a ver com sua área de especialização.

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 13 março 2012 às 20:25

ok caros leitores vcs podem comentar este video sabiamentee pondrra se e verdadeiro ou imaginaçaõ de um lunatico   http://youtu.be/KeMqWqdrfz4

 boa leitura

israel.marques

 

 
 
 

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Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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