Grupo destinado ao debate a a troca de informações sobre o holocausto, episódio ocorrido durante a segunda guerra mundial e que culminou na morte de milhões de pessoas, incluindo judeus, ciganos e testemunhas de Jeová entre outros.
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Iniciado por Dima Madureira. Última resposta de Dima Madureira 28 Jun, 2012. 4 Respostas 0 Curtiram isto
O proprietário do Café História, Bruno Leal Pastor de Carvalho, apagou todos os foruns nesse grupo sobre discussão do holocausto.Neles haviam centenas de mensagens e informações ricas de usuários do…Continuar
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Atenção o testo anterior tem algumas gralhas devido ao teclado estar com algumas letras bloqueadas espero a vossa compreemção um abraço.
Israel.Sergio
Exposição em Frankfurt conta histórias de pessoas que arriscaram a vida para salvar judeus durante a perseguição nazista. . A exposição Gegen den Strom (Contra a corrente), em cartaz no Museu Judaico de Frankfurt até 14 de outubro de 2012, dedica-se a alguns desses personagens.Um deles é a mãe de Nicole Jussek-Sutton. Falecida em 1996, ela pouco falava sobre o que passou durante a guerra, mas manteve o sentimento de estar sendo perseguida até seus últimos dias de vida..Já o cônsul britânico Robert T. Smallbones abrigou perseguidos em seu consulado durante o pogrom do 9 de novembro de 1938, tendo ajudado os mesmos a fugir a seguir. Com o apoio de Smallbones, 48 mil judeus puderam receber um visto de trânsito para o Reino Unido e, a partir dali, seguir viagem.Cônsul britânico Smallbones abrigou perseguidos.
Tabu e polêmica Durante muito tempo, nada se sabia a respeito dessa "resistência pela salvação" praticada por cidadãos comuns. Nos primeiros anos do pós-guerra, o tema "ajuda a judeus perseguidos" permaneceu um tabu na Alemanha. .Hoje, o Memorial da Resistência Alemã, em Berlim, exibe uma mostra sobre esses heróis discretos e suas ações corajosas. O Museu Judaico de Frankfurt contribui agora com exemplos de testemunhos. O Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, já homenageou 22 mil "justos entre as nações" – pessoas de todo o mundo, que tiveram coragem de ajudar judeus perseguidos. Um deles é Oskar Schindler.A(sv)se tornaria o protagonista de um filme norte-americano.Durante o regime nazista, Schindler não foi o único a ajudar os judeus. Outros também se arriscaram a auxiliar os perseguidos pelo regime nazista. São heróis desconhecidos, cujas histórias vão, aos poucos, sendo reveladas. A exposição Gegen den Strom (Contra a corrente), em cartaz no Museu Judaico de Frankfurt até 14 de outubro de 2012, dedica-se a alguns desses personagens.Um deles é a mãe de Nicole Jussek-Sutton.
Já o cônsul britânico Robert T. Smallbones abrigou perseguidos em seu consulado durante o pogrom do 9 de novembro de 1938, tendo ajudado os mesmos a fugir a seguir. Com o apoio de Smallbones, 48 mil judeus puderam receber um visto de trânsito para o Reino Unido e, a partir dali, seguir viagem.
Cônsul britânico Smallbones abrigou perseguidos.
Tabus e polêmicas .Durante muito tempo, nada se sabia a respeito dessa "resistência pela salvação" praticada por cidadãos comuns. E eles acabaram não sendo reconhecidos como mereciam, completa Gross."Para a sociedade alemã do pós-guerra, isso era uma provocação. A resistência através da salvação praticada por uns poucos explicitava a inércia da maioria, mostrando que a ajuda também é possível mesmo sob as mais difíceis condições políticas", diz Gross. Os ajudantes e salvadores também não ficaram propagando suas ações, que haviam sido, para eles, algo óbvio de ser feito. Ou se calavam porque o clima político da então recém-fundada Alemanha Ocidental não lhes permitia falar sobre o passado.Discriminados e ignorados Mulheres se solidarisaram como não judias com a estrela de Davi: ato de solidariedade Por muito tempo, os adversários do regime nazista foram considerados "traidores da pátria". Mais tarde, discutiu-se muito a respeito do que seria considerado "resistência", em um debate concentrado principalmente na resistência militar. . O Museu Judaico de Frankfurt contribui agora com exemplos de testemunhos. O Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, já homenageou 22 mil "justos entre as nações" – pessoas de todo o mundo, que tiveram coragem de ajudar judeus perseguidos. Um deles é Oskar Schindler.
Israel.Sergio
Frankfurt até 14 de outubro de 2012, dedica-se a alguns desses personagens.
Um deles é a mãe de Nicole Jussek-Sutton. Falecida em 1996, ela pouco falava sobre o que passou durante a guerra, mas manteve o sentimento de estar sendo perseguida até seus últimos dias de vida. "Minha mãe sobreviveu escondida em uma casa afastada. Embora ela corresse risco não somente por ser judia, mas também por causa de seu trabalho de resistência", conta Nicole.
Documentos falsos: essencias para salvar os perseguidos
Exposição em Frankfurt conta histórias de pessoas que arriscaram a vida para salvar judeus durante a perseguição nazista. Eles ajudavam com alimentos, documentos falsos ou esconderijos.
O empresário Oskar Schindler, que salvou mais de 1.200 judeus na Polônia, viveu solitário depois da Segunda Guerra, empobrecido em um pequeno apartamento perto da estação central de Frankfurt. Pouca gente sabia de suas ações corajosas durante a guerra. Em vida, ele nem ao menos sonhava que sua história seria contada, décadas mais tarde, e que ele se tornaria o protagonista de um filme norte-americano.
Durante o regime nazista, Schindler não foi o único a ajudar os judeus. Outros também se arriscaram a auxiliar os perseguidos pelo regime nazista. São heróis desconhecidos, cujas histórias vão, aos poucos, sendo reveladas. A exposição Gegen den Strom (Contra a corrente), em cartaz no Museu Judaico de Frankfurt até 14 de outubro de 2012, dedica-se a alguns desses personagens.
Um deles é a mãe de Nicole Jussek-Sutton. Falecida em 1996, ela pouco falava sobre o que passou durante a guerra, mas manteve o sentimento de estar sendo perseguida até seus últimos dias de vida. "Minha mãe sobreviveu escondida em uma casa afastada. Embora ela corresse risco não somente por ser judia, mas também por causa de seu trabalho de resistência", conta Nicole.
Gostava de lembrar os mesmo que sofreram muitas atrocidades ja criaram um muro como os dos guetos em varios lugares a volta da Cidade e Pais criado apos 1948 existe um muro com muitos grafits e alguns soldados que muitas veses parecemos os tais senhores do antigamente pois fazem os Palestinianos penarem nas chek point furando peneus deitando os conteudos das malas para o chão mas quando ha jornalistas sao anjos alados quem tiver duvidas pesquise muro de Israel
israel.marques
( Netos e pais esquecem o que seus avós sofreram ou lhe contaram .)
Comentário de Elisonaldo Câmara em 19 maio 2012 às 21:05 Essa atrocidade cometida ao povo judeu durante a Segunda Geurra Mundial,pelos nazistas alemães deve ser repudiada e combatida pelo mundo todo para que a história não se repita.
Gostava de lembrar que tambem foram mortos 600 mil Ciganos ou recabitas de varias nações pessoas que poucos lembram W.W.W.ROMANInet.com.
israel marques
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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