Permalink Responder até William Bruno Correa em 5 abril 2012 at 12:33
Olá Carlos, legal sua pergunta quanto ao rock na minha vida hoje continua sempre vivo uma parte por eu colecionar discos dando sempre preferencia aos clássicos, outra por eu adorar ler livros conhecer histórias documentários sobre bastidores das bandas, caçar bootlegs e discutir rock tomando uma gelada com os amigos. O Rock seja a categoria que for esta muito presente em minha vida.
Permalink Responder até Rafael Costa de Melo em 5 abril 2012 at 12:46
Na minha vida, ela tem lugar garantido na minha mente e no meu coração. Adoro comprar os discos clássicos e ler os encartes para saber mais sobre a concepção das bandas e suas obras, leio quando posso publicações especializadas, discuto com os colegas sobre o mundo do rock em geral. No meu último período de faculdade, tive a oportunidade de fazer uma disciplina sobre a história do rock, que foi excelente por sinal, que abordou o rock entre os anos 50 e 80 dentro de um contexto sócio-político-cultural abrangente. E onde tive a oportunidade de fazer um trabalho sobre a minha banda favorira, o Deep Purple, rsrsrs
Espero que para um futuro próximo eu possa fazer algo mais ligado ao rock daqui, principalmente sobre o rock durante os anos 70, que foi um período obscuro na nossa música em geral, mas determinante para o que viria a acontecer nos anos 1980.
Permalink Responder até carlos pereira jr em 11 abril 2012 at 8:26
Valeu William e Rafael! Creio que por mais convergentes que tendam a ser as respostas a essa questão elas guardam sempre um sabor muito pessoal. No meu caso, se alguma coisa me proporciona algo que pode-se chamar de “identidade” é o rock, não só enquanto música mas também como um “estado de espírito”, se me permitem uma definição bastante informal.
Mesmo na era do MP3 mantenho o hábito de colecionar CDs, descobrir novas bandas, frequentar shows, ler e falar sobre o assunto.
No meu caso, como curto, além do velho e bom rock clássico, muito heavy metal, a experiência cotidiana de uma sub cultura underground e seus rituais cotidianos basicamente fez parte de minha formação como pessoa desde a adolescência e até hoje é presente no meu modo de ser e ver o mundo.
Acho que se eu pudesse definir em uma só palavra o que me atrai nesse negócio de Rock and roll a palavra seria Liberdade. É o apelo à informalidade, a valorização de uma cultura recreativa e a uma abertura maior para as opções individuais que me levam entre outras coisas a me identificar com o rock.
Em outras palavras, musica e ethos são coisas que andam juntas quando penso no rock and roll. Atualmente estou aprendendo a tocar guitarra e isso vem se aprofundando...
Mas não sei se sou desleixado e anárquico em tudo porque curto rock ou se curto rock porque sou desleixado e anárquico em tudo,rs.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

