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Comentário de Francisco de Assis Dantas em 27 novembro 2012 às 14:38

Boa tarde pessoal, me chamo Francisco e sou aluno do curso de História  Universidade Federal do Rio Grande do Norte e estou com dificuldade em saber nomes de autores que discutam a História Social. Quem souber por favor mande nomes de autores para que eu possa lê-los e assim terminar meu trabalho. Por enquanto tenho leitura apenas de Edward Palmer Thompson.

Comentário de Cleiva Rodrigues em 19 novembro 2011 às 13:23

seja bem vindas novamente querida!!

Comentário de Ludmila Pena Fuzzi em 18 novembro 2011 às 17:13

Pessoal andei sumida durante este ano de 2011 aqui do Café História e das discussões que sempre participava pois minha vida corrida demais....mas a partir de hoje retomarei minha participação aqui na rede!!!

Comentário de Cleiva Rodrigues em 8 julho 2011 às 20:22
Ei pessoal estou procurando "desesperada" o contato de uma pessoa:João Lizardo de Lima. ele foi editor da revista do garimpeiro e nela é contada toda trajetoria dos garimpeiros. porfavor quem puder me ajudar agradeço.
Comentário de Sarah Rodrigues em 29 junho 2011 às 21:34

Acompanhar a história e os movimentos que se formaram com ela nos remete ao que há de mais rico quando se fala de social: a consciência de classe. A se todos adotassem uma luta e se comprometessem com a questão de classe, todos nos encontraríamos em outra realidade. A educação é forte alavanca para deixarmos a alienação e começarmos a fincar o pé na realidade que de fato vivemos. Estaria aí um bom começo para engatinharmos rumo as mudanças políticas, econômicas e sociais é claro!


Comentário de Cleiva Rodrigues em 19 março 2011 às 12:33

Caro Eduardo acho que falta muito ao Brasil em termos de regime verdadeiramente democrático. Ao invés de pensar na população, os partidos estão interessados na representação que terão no Congresso; e escolhem pessoas com mais chance de vencer e não com as melhores propostas. Já a população não estuda a história e propostas dos candidatos. E então um palhaço entra em cena o tempo todo na campanha, quase nunca como Francisco Everardo Oliveira Silva, seu nome enquanto cidadão brasileiro.  O que mais se crítica é a declaração de Tiririca em horário eleitoral ao confessar não saber o que faz um deputado federal; além de um de seus bordões, "Vote Tiririca. Pior que tá não fica". a sua vitória foi uma forma de protesto da população, que ver todos os grandes ladrões deste país, como Paulo Maluf e Fernando Collor de Mello aparecem como homens de enorme respeito pelo país.

Comentário de Eduardo Fernandes Duarte em 17 março 2011 às 18:09

REFORMA PARA A POLÍTICA OU PARA A ELITE?*

 

                   Na última eleição, que se tornou histórica para o Brasil, onde pela primeira vez uma mulher ocupa o cargo de Presidente da República, os políticos brasileiros já estão trabalhando firme e forte para o futuro da nação. Inicialmente aumentaram seus salários, o que já os tornam uns dos mais onerosos parlamentares do mundo.

                   Esperamos ver com Dilma Russef na Presidência do Brasil a continuidade dos anos que foi possível levar aos pobres mais dignidade num país de alta concentração de renda. No entanto, o que vimos de início foi o mesmo episódio de sempre, o clientelismo entre os parlamentares que visam seus interesses pessoais antes dos interesses do país.

                   Agora, novo trabalho está dando fôlego aos “nossos” políticos. Estão querendo aprovar uma lei para acabar com a coligação partidária e fazer valer o voto majoritário. Aí pensamos, será que melhora? Isso pode diminuir a corrupção dos parlamentares brasileiros? A verdade é que o voto majoritário servirá para deixar de fora pessoas como o Deputado TIRIRICA.

                   O palhaço Tiririca incomoda a elite que ocupa as cadeiras das Assembléias, do Congresso e das Câmaras simplesmente porque não atende ao paradigma de político no Brasil: ser sulista, bem educado e rico. Ainda mais quando além de ser palhaço e quase não ter instrução, piora as coisas quando se é nordestino.

                   Creio que seja esse o motivo para que se tenha proposto o fim das coligações e a volta do voto majoritário, ou seja, aquele que receber mais votos será eleito e não puxará nenhum candidato com a expressividade de seus votos. Tiririca foi eleito com 1,35 milhão de votos e levou consigo outros candidatos com menores pontuações nas urnas.

                   A Lei, ironicamente, foi intitulada de “Lei Tiririca”. Mais uma piada que envolve a nossa política e, pior, representa o preconceito do incabado conservadorismo brasileiro em meio a apelos de respeito a deficientes e homossexuais.

                   De uma coisa é certa, é preciso bem mais do que votação majoritária para acabar com falta de moralidade e a corrupção na política. É necessário uma reforma de base, uma reforma que melhore a infraestrutura social partindo de uma educação de qualidade e de uma melhor capacitação de professores. Com uma boa educação vamos chegar ao tão sonhado desenvolvimento dos países de primeiro mundo e deixaremos de ser sempre o país emergente.

*Professor Eduardo Fernandes Duarte

Comentário de André de Vasconcelos Alvarez Rod em 27 dezembro 2010 às 14:57

Esqueçi de falar que o site é bem charmoso e vai contra os princípios gerais do uso da www: a inutilidade e a banalidade.

Parabens

André

Comentário de André de Vasconcelos Alvarez Rod em 27 dezembro 2010 às 14:54

Um tema muito atual é a dubiedade da comunicação virtual que de tão intuitiva, pode ter virado banal, e lucrativa. Estou me referindo a utilização simplificada da divulgação da auto imagem, ou auto publicidade, sei lá, onde a aotu exposição virou uma coisa de narcisos, e de difusão de voyerismo, não posso ainda definir bem as repercussões na mentalidade das pessoas sobre os efeitos colaterais do uso da ferramenta Facebook...

Uma coisa é descoberta.

Outra é invenção!!!!

Ao modo de Hobsbawn, eu vejo essa invenção de tradição como mais uma modalidade de magnetizar a humanidade para o consumismo, que é bem mais do que uma coisa benéfica ou maléfica, sei lá, talvez isso nem tenha importância, mas que causa náuseas quando vemos que mentes como a dos estudantes inclusive retratados em filmes - o que já por si vira uma hiper realidade, se o filme for praticado em 3D - como "Rede Social" não se preocupam com a vida coletiva, um novo incentivo ao modo americano de ser, ao individualismo, que aliás herdaram dos britânicos, sem aqui querem criar um modelo sobre o americanismo, como se lá houvessem intelectuais tão bem definidos na história dos paises como o foi Gilberto Freyre ao determinar até agora o tipo social do brasileiro, o tal de democrata racial, e assim como que enfeitiçar a nós mesmos, eu um brasileiro filho de espanhois e baianas...

E meu avo um pregador de Dormentes na Madeira Mamoré ou Ferrovia do Diabo, como ficou sendo conhecida essa empreitada humana desesperada e mau sucedida de capitalizar a floresta amazônica em épocas de Feiras Internacionais. Aliás, recomendo a leitura do livro brilhante de Francisco Fott Hardman, Trem Fantasma - a modernidade na selva.

Estive em Porto Velho em 2009 e pude ver o universo desolado e ao mesmo tempo muito rico de energia histórica das pessoas envolvidas e ambientadas com aquele lugar patrimonial histórico, memória viva mesmo, me emocionei e chorei ao entrar nos restos de vagões, na locomotiva restaurada pelo projeto de minissérie da Rede Globo, e que depois, de novo vira resto antropológico da empreitada que não deu certo...

Se quiserem me escrevam, eu tenho fotos e mini videos de celular:

ae.alvarez@bol.com.br

Eu inclusive tenho um artigo publicado no site historianet.com.br, que foi desativado.

A História é mesmo assim, quando perdemos o ânimo, ou desanimamos, a vida evanesce, some, termina.

Minha fotinha aí de un lugar extremamente aconchegante aqui da minha moradia, a Amazônia: Alter do Chão, em Santarém, no Pará, um pouco sim do que herdamos dos portugueses, venham ver, venham nos conhecer.

Um grande abraço.

André Alvarez

Comentário de wagner f. macriani em 27 dezembro 2010 às 11:28

Se pais e maes (ou pretensos educadores)  nao souberem se educar , ou se nao foram corretamente educados , nao terao competencia para educar filhos e se nao o souberem , gerarao filhos que irao alimentar a corrupcao de uma forma ou de outra , ou seja como corruptores ou como corrompidos. Educar filhos (ou alunos) nao implica em nenhum tipo de violencia ou agressao. Violencia ou agressao nao e necessariamente fazer correr sangue !. Qualquer tipo de constrangimento ou coercao ao outro e´ uma forma de violencia. Quando se recorre a estes metodos , provou-se a incompetencia para corrigir rumos. Um tapinha ou muitos tapas sao ao mesma face de quem nao foi bem educado e civilizado. 

 

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