A história passa por um novo teste que já atende a uma década, e o Café História é o exemplo maior desta dinâmica de produção, onde tempo, memória e história, se encontram presentes de forma constante e com discussão e produção na internet.
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Iniciado por Bruno Leal. Última resposta de Eli do Vale 4 Maio, 2012. 1 Resposta 1 Curtiu isto
Vamos fazer um banco de dados?Continuar
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Esta e uma provocacao-Vamos fazer uma proposta de pesquisa em Historia: Suponha-se que dispomos de um minimo de 1.000 livros-(ou quaisquer outras fontes de informacao) de Historia , incluindo Herodoto , Homero , Plutarco , ate os mais recentes historiadores; imagine-se que: a)-Historia-(com H maiusculo) , nao e necessariamente a Historia de Roma , da Grecia , do Egito , etc.-Historia e´a historia da humanidade longo do tempo passivel de documentar de uma ou outra forma-b)-as datas atribuidas ao fatos historicos sao inegaveis e sem duvida , a coluna vertebral da pesquisa historica -c)- os locais-(se constatados e comprovados) onde os fatos se deram tambem sao fundamentais d)-os personagens historicos-(de quem se tem noticia) e os personagens nao documentados-(povos , nacoes , grupos , tribos , etc. etc.) , embora nao citados , sao importantes na medida em se consegue estabelecer e/ou definir pontos de vista/acoes/perspectivas de vida etc. etc. e)-as relacoes sociais , politicas , economicas entre um grupo humano qualquer e outro sao importantes , para saber porque um ou outro grupo fez o que , quando ou onde. Voltando aos nossos 1.000 e tantos livros-(ou fontes de informacoes): Podemos ordena-los por alguma forma-1)- por referencia a um determinado povo ou nacao -2)-posteriormente pelas datas a que os mesmos se refiram. Pois bem , tempos um ponto de partida. Cada fonte de informacao , contem como e obvio , informacoes relativas aos personagens-(imagine-se que a Iliada de Homero cita cerca de 800 e poucos personagens , que variam de importancia historica dentro do objetivo da obra e por conseguinte do fato historico , outras referencias elevam o numero de topícos para n). Baseado nesta perspectiva , se aplicarmos o mesmo raciocionio as outras 1.000 fontes de informacoes , teremos algo proximo de milhoes de topicos-incluindo-se personagens , datas , fatos , locais etc. Pode ser que exista alguem com extrema disponibilidade cerebral e consiga ordernar mentalmente estes fatores e extrair alguma conclusao. Imagine-se que dispomos , nao de 1.000 fontes de informacoes , mas sim de um numero inimaginavel que aumenta diariamente. Como fazer? . Neste ponto e que a Informatica-(aplicacao dos computadores neste tipo de atividade) e fundamental , a menos que alguem me prove que consiga dispor de informacoes de um ou outro fato historico sem recorrer a sua fonte. Apesar de estar envolvido com TI a muito tempo desconheco a existencia de alguma ferramenta que proporcione esta funcionalidade. Outra provocacao : Historia e´ somente uma faceta minuscula de algo muito maior- o Conhecimento Humano. Se consiguirmos chegar a um acordo sobre como administrar , gerenciar e sistematizar o Conhecimento Humano , teremos dado um grande avanco , para a compreensao da Historia Humana. Por acaso-(?) , venho elaborando ha uns 10 anos , um projeto deste tipo-Sistematizacao do Conhecimento , que consegue facilitar em muito as minhas pesquisas em Historia e em outras areas. Em tempo , pode ser outra provocacao-mas-ESQUECAM A INTERNET-!. Estes resultados de pesquisa podem ser favorecidos e facilitados pela Internet , mas nada ira substituir o manusear-(ler diretamente e fazer anotacoes em uma fonte de informacao). Os resultados da pesquisa podem ate abastecer a Internet , mas a pesquisa , levantamento de dados etc. implica em ter diante de si , a propria fonte de informacao.
Comentário de José Roberto Vasconcelos em 3 novembro 2010 às 11:21 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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