Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.

Recentemente assisti a película em questão e pude então me deparar com uma problemática característica da Baixa Idade Média, a saber: o embate entre a crença no sobrenatural (carcateristica da predominância da Igreja Católica) e o pensamento lógico e dedutivo (característica do pensamento filosófico grego). Nota-se, portanto, que a igreja sempre foi responsável por impedir o avanço científico e filosófico, vetando o acesso às obras de Aristóteles e demais pensadores que poderiam colocar em questionamento suas verdades pré-estabelecidas. Vejo que o mesmo ocorre até hoje quando o Vaticano condena o aborto, uso da pilula anticoncepcional, pesquisas relacionadas a células- tronco etc. Gostaria de saber se alguem compartilhar dessa interpretação ou discorda.

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Realmente o que o filme baseado no filme de Umberto Eco mostra quando retrata a realidade da Igreja na Europa Inquisitorial, para a atual com o Vaticano, é que a Igreja sempre quer de alguma maneira ainda interferir em assuntos polêmicos, para não de uso da fé, mas de uso da influência para mostrar poder.
E quando a religião serviu para empoderar grupos até então fora do jogo de poder em determinadas sociedades?
Concordo plenamente...
Se na Idade Média e até pouco tempo atrás a Igreja Católica sempre fez de tudo para dominar e brigar por pelo poder, não da fé, mas da econômia e da politicas, se foi assim no passado, imagine hoje com a Igreja Evangélica IURD, que faz algo muito parecido com que a Católica fez no passado, usa da fé para também brigar pelo poder.

concordo... e vou além...a própria manipulação da arte plástica, escrita e oral como insignia de domínio sobre aqueles que não tinham acesso a instrução. Era também pelo visual que a Igreja determinava comportamentos, tais como o pecado da beleza e ostentação, quando na realidade ela própria usufruía disso em nome de Deus e somente a mesma deveria ter o domínio...o filme e forte e muito mais revelador, revejam, e ele dará novas pistas sobre o pensamento medieval e sua estética artística manipuladora.

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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