História , Literatura e Língua Portuguesa.

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História , Literatura e Língua Portuguesa.

O presente grupo busca demonstrar a relação entre História e Literatura através de diversos autores e suas obras , assim como também conhecer o nascimento da Língua Portuguesa e todo seu percurso até a atualidade.

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Última atividade: 26 Jun, 2016

ETERNO CAMÕES - MAIOR REPRESENTANTE DA LITERATURA PORTUGUESA, CRIADOR DA LINGUAGEM CLÁSSICA


Transforma-se o amador na coisa amada


Transforma-se o amador na coisa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.

Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si somente pode descansar,
Pois consigo tal alma está ligada.

Mas esta linda e pura semidéia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim como a alma minha se conforma,

Está no pensamento como idéia;
O vivo e puro amor de que sou feito,
Como a matéria simples busca a forma


Luis Vaz de Camões

Fórum de discussão

História da Literatura Portuguesa

Iniciado por ROSA HELENA VASCONCELLOS. Última resposta de Bruno Leal 29 Fev, 2012. 1 Resposta

A história da literatura portuguesa acompanha grandes transformações vividas na Europa e de grande influência em diversas culturas, sendo dividida em três importantes eras : Medieval, Clássica e…Continuar

Literatura e História

Iniciado por ROSA HELENA VASCONCELLOS. Última resposta de Milvane Gomes 12 Nov, 2011. 1 Resposta

Olá Marcos!! Agradeço a sugestão de leitura sobre o João do Rio , não li a obra completa,mas gostei bastante de "A Alma Encantadora das ruas", em síntese temos uma parceria perfeita entre Literatura…Continuar

A Literatura fascinante de Tobias Barreto

Iniciado por ROSA HELENA VASCONCELLOS. Última resposta de ROSA HELENA VASCONCELLOS 23 Maio, 2010. 3 Respostas

 NADAUm riso, um gesto, umas palavras doces,Eis a riqueza do teu grande amor!...Se Deus quisesse reduzi-lo a orvalho,Não ensopava a pétala de uma flor...Entretanto, minha alma, que te adora,Esta…Continuar

HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Iniciado por ROSA HELENA VASCONCELLOS. Última resposta de ROSA HELENA VASCONCELLOS 10 Set, 2009. 2 Respostas

Os historiadores, especificamente os da Cultura veêm a literatura com uma perspectiva historicista, nesse campo integra a produção literária em períodos ditados pelas ciências históricas, no poema de…Continuar

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Comentário de Max Wagner em 28 abril 2014 às 23:21

Gostaria  de  divulgar  o  romance  histórico "  A  Última  Poesia- Do Orgulho Nasce a  Guerra "  que  aborda  Literatura  e  História.

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Erich Maria Remarque e Ernest Hemingway foram os escritores mais célebres que retrataram A Primeira Guerra Mundial com “Nada De Novo Front e Adeus às Armas ” desde então, apenas o estadunidense Jeff Shaara com seu romance histórico ” Até o Último Homem” conseguira realizar o mesmo feito. Agora um brasileiro conseguiu escrever um romance sobre a Primeira Guerra: Max Wagner - o descendente de imigrantes italianos trouxe uma visão fantástica da guerra no seu romance “A Última Poesia - Do Orgulho Nasce a Guerra”. Este primeiro volume que dá início a saga narra a trajetória de um marco na história humana (A Primeira Guerra Mundial) suas perdas, desilusões e o fim do cavalheirismo - é o choque entre o Velho e o Novo Mundo. Neste romance a Literatura usou a História como arma para desenhar um retrato vivo e chocante da Grande Guerra.

Uma misteriosa carta escrita pelo Barão Vermelho a um piloto francês se transforma numa poderosa arma de propaganda, podendo mudar o curso da guerra. A personagem principal da trama é o aristocrata e aviador francês Gerrard de Burdêau, que enfrenta um conflito dentro de si, para entender aquela guerra inútil, que matou milhões de homens e jamais houve vencedores. O romance retrata passo a passo as grandes batalhas da Primeira Guerra Mundial, o sacrifício estúpido de milhares de vidas, as trincheiras, a lama e o sangue por toda parte.

A redenção chega para o capitão Gerrard, quando no final da guerra, em plena Batalha do Marne, encontra uma criança alemã em uma trincheira. Diante dessa situação entra em conflito com seus compatriotas franceses e passa a lutar com todas as forças para ficar com o bebê. Do outro lado da Europa, o cabo Adolf Hitler, ferido em um hospital na Alemanha, relembra seu passado e os horrores daquela guerra terrível que durava quatro anos... A história frente a um soldado alemão angustiado no início de sua loucura, enquanto na França, o aviador Gerrard de Burdêau vive as consequências e o fim do conflito que havia prometido acabar com todas as guerras... Mergulhe nos campos lamacentos da Primeira Guerra Mundial, voe ao lado das grandes lendas aéreas de todos os tempos. Faça parte da saga dos Burdêau!

Comentário de Diogo Nunes em 19 janeiro 2012 às 21:52

Nessa harmonização de conteúdos das diversas abordagens – das Letras, da Psicologia, da Filosofia, da Antropologia e das Artes –, a subjetividade aparece como ponto fundamental na exegese das formas de interpretar o mundo. Aqui  compreendemos que a separação dessas disciplinas em diferentes campos do saber é uma construção meramente acadêmica e, quando esses saberes são reunidos, conseguimos visualizar uma imagem muito mais abrangente da realidade.
Este livro trata da subjetividade, mas também trata de livros, de como os livros descrevem – ou interpretam – o que percebemos e sentimos. Nessa perspectiva, o conjunto também propõe uma excelência na forma: a organizadora fez questão de que as notas acompanhassem a linha do olhar, propiciando uma leitura mais prazerosa do texto. Um cuidado singelo, mas que transmite a determinação de trazer uma nova forma ao conteúdo dos textos, compartilhando com o leitor o prazer que tivemos de fazer este livro.

"Nesta obra reúnem-se 17 estudos que transitam entre História, Letra e Literatura, Antropologia e Sociologia, Psicologia e Psicanálise, Filosofia e Comunicação, traçando uma complexa e delicada trama que consolidará argumentos e temas de muito interesse para o leitor da atualidade. [...]

Como frisou Sérgio Buarque de Holanda, em um belíssimo texto intitulado Apologia da História, 'é que para o verdadeiro historiador há de importar primeiramente o esforço para a boa inteligência da hora presente, se quiser entender o passado. E, por outro lado, qualquer valorização sentimental do passado, valorização que só poderá ser fragmentada e caprichosa - nos levaria a vê-lo com as cores de nossa nostalgia'. 
Os textos presentes nesta coletânea rica em diversidade e conhecimentos representam certamente, parodiando Sérgio Buarque, o esforço para a boa inteligência da hora presente".

Tania Bessone

EWALD, Ariane P. [org.] Subjetividade e Literatura: harmonias e con...

Comentário de Fabi Batista em 25 novembro 2011 às 16:56

ola, acabei de ler balzac, e percebi uma forte relação com a revolução francesa, alguem já leu  e teve essa mesma sensação?..

um abraço

Comentário de Ana Beatriz Demarchi Barel em 12 julho 2011 às 12:54

Oi, Rosa,

 

Nossa, quanta gente no seu grupo, que legal. Gostaria de receber novidades sobre o assunto porque meu trabalho é numa área de fronteira entre História e Literatura. Abraço, e parabéns, Beatriz

Comentário de ROSA HELENA VASCONCELLOS em 19 junho 2011 às 11:50

"Floresça , fale, cante, ouça-se e viva a portuguesa língua, e já , onde for, Senhora vá de si, soberba e altiva".

"Se até aqui esteve baixa e sem louvor, culpa é dos que a mal exercitaram.Esquecimento nosso e desamor"

Antônio Ferreira

Poemas Lusitanos

Comentário de Edna Campos lima em 1 junho 2010 às 18:09
Uma pessoa que sofreu preconceitos como êle viveu momentos de angústias. Jamais imaginaria que seria lembrado por sua obra..
Comentário de Edna Campos lima em 31 maio 2010 às 20:20
"No pó que habito não terei as rosas,
As doces preces que os infelizes tem
Pobres ervinhas brotarão viçosas.
E o esquecimento brotará também."
Tobias Barreto.
Comentário de Edna Campos lima em 24 maio 2010 às 11:06
Olá Rosa Helena.Fico imaginado que ser fascinante foi Tobias Barreto.
Superior à sua época, e bem maior que o meio em que viveu.Sofreu preconceitos e foi discriminado pelos intelectuais brasileiros por ter escolhido a Alemanha como sua pátria intelectual gostando de pensar como os estudantes europeus da sua época...
Comentário de JORGE LUIZ ALVES GONÇALVES em 17 maio 2010 às 8:00
Espero que tenha tido um bom dia de trabalho, nosso endereço e; http://aprendizalves.blogspot.com
Grato pela atençao,
Jorge
Comentário de ROSA HELENA VASCONCELLOS em 12 dezembro 2009 às 21:07
E lendo Camões , já penso: Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada! Sigmund Freud
 

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