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História Indígena

Grupo interessado em discutir temáticas relacionadas à História Indígena.A intenção é promover debates enriquecedores a respeito,sem se limitar a recortes cronológicos específicos e integrando sempre a história indígena ao contexto geral.

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Comentário de Nita Keoma Lustosa de Sousa em 10 abril 2013 às 22:46

Olá pessoal, é com gosto que compartilho com vocês a pagina do 'Projeto Geral dos Manuscritos Avulsos e em códices referentes à História Indígena e Negra no Brasil' ,no facebook para que vocês conheçam um pouco desse projeto que pretende contribuir na escrita da história desses grupos étnicos, a partir dos documentos microfilmados existentes no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa-Portugal, respeitante ao período colonial brasileiro. O Projeto conta com o apoio da Petrobras, ainda está em andamento, mas desenvolve atividades referente as temáticas que pode interessar a todos.

 https://www.facebook.com/catalogo.historiaindigena.escravidaonegra

Obrigada!!

Comentário de Maiara de Oliveira Cordeiro em 9 abril 2013 às 15:45

Olá, fazendo uma pesquisa sobre os Tembé do alto rio guamá-PA, que tiver alguma informação ou material me avisem! bjo!

Comentário de aldriana do rocio alves em 1 abril 2013 às 13:24

Olá, estamos divulgando uma nova página.
Se tiver interesse no assunto, venha nos visitar...
Hoje começaremos a postar sobre a História do Homoerotismo Feminino e também sobre o Choque Cultural Entre Espanhóis e Nativos Na Conquista da América...
http://www.facebook.com/pages/Ciências-Humanas/117839921734234

Comentário de Luís Rafael em 2 julho 2012 às 10:52

Para comprar, acesse: http://tereart.com.br/livraria/produtodetalhe.php?pId=0000000482

João Batista da Costa e a aplicação do Diretório dos índios no Rio de Janeiro: interações entre a política indigenista e a política indígena (1765-1779)  -  Luís Rafael Araújo Corrêa

A aplicação da política indigenista pombalina, consubstanciada na lei conhecida como Diretório dos índios, foi condicionada pelas especificidades locais e pela interação constante com a política indígena, representada principalmente pelas lideranças nativas.Nesse sentido, a intenção aqui é analisar a atuação de João Batista da Costa, capitão-mor da aldeia de São Barnabé, no que diz respeito à aplicação desta política no Rio de Janeiro, tema ainda pouco abordado pela historiografia. A esse respeito, a atuação de Costa é crucial a fim de denotar a participação ativa dos índios nesse processo e o progressivo avanço colonial sobre as aldeias estimulado pelos pressupostos assimilacionistas do Diretório. Mais do que isso, a trajetória em questão permite concluir que a efetivação da política indigenista pombalina foi condicionada pelas especificidades locais e pela interação constante com a política indígena, representada neste caso pelo capitão-mor da aldeia de São Barnabé. Buscar-se-á, portanto, desvelar uma parte da história do Rio de Janeiro ainda pouco conhecida.

ISBN: 978-85-63813-22-0
TÍTULO: João Batista da Costa e a aplicação do diretório dos índios Rio de Janeiro: interações entre a política indigenista e a política indígena (1765-1779)
AUTOR: Luís Rafael Araújo Corrêa
EDIÇÃO: 1
ANO DE EDIÇÃO: 2012
LOCAL DE EDIÇÃO: TERESÓPOLIS
TIPO DE SUPORTE: PAPEL
PÁGINAS: 120
EDITORA: Tereart Editora

Comentário de VI ENCONTRO DE HISTÓRIA-ANPUH-BA em 9 maio 2012 às 0:57
VI Encontro Estadual de História – Povos Indígenas, Africanidades e Diversidade Cultural: produção do conhecimento e ensino.
Local:
Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC
Ilhéus - Bahia

Período:
13 a 16 de Agosto de 
2012 

Público alvo:
Estudantes de graduação, de pós-graduação, pesquisadores, docentes e profissionais da área de História.

ATENÇÃO
Já encontram-se abertas inscrições para ouvintes e para participantes em Minicursos.

http://www.viencontroanpuhba.ufba.br/

Comentário de Ilter Rodrigues em 30 abril 2012 às 23:59

Ola a Tod@s! Quero compartilhar com os nobre colegas esta campanha em prol da saúde dos povos indigenas da TI Vale do Javari. A situação é calamitosa e necessita ser divulgada para pressionar as autoridades competentes a tomar uma medida de intervenção urgente neste local. Trabalhei seis meses na TI Vale do Javari e pude testemunhar o descaso com a saúde indígena.

Comentário de Lucia silva em 16 março 2012 às 16:21

O índio que sempre esteve em hamonia com o meio ambiente sofreu muito com a chegada do homem branco.Ele saiu do isolamento em que vivia,esse convívio trouxe novos custumes o que descaracterizou e muito a sua cultura. Sei dizer que, algumas tribos eram canibais como,os tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do Brasil. A antropofagia era praticada,pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam encorporando a sabedoria,valentia e conhecimentos. Desta forma não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes.A prática do canibalismo era feita em rituais simbólicos.

Comentário de Henry Albert em 16 março 2012 às 15:39

Continuemos assim, e logo, índio será parte da história mesmo, e só.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=65322

16.03.12 - Brasil

Demarcação de terras indígenas esbarra na Justiça
CIMI
Conselho Indigenista Missionário
Adital

Por Renato Santana
Editor do jornal Porantim

Quem pensa que o gargalo das demarcações e homologações de terras indígenas no Brasil se reduz à morosidade do órgão indigenista estatal, a Fundação Nacional do Índio (Funai), engana-se.

Apenas no Supremo Tribunal Federal (STF), 15 processos envolvendo terras indígenas estão parados e, com isso, impedindo a continuidade do procedimento administrativo de demarcação.

Dentre estes 15 processos, 12 são referentes a territórios indígenas no Mato Grosso do Sul, que ano após ano lidera a lista de assassinatos e mortes de indígenas entre os estados brasileiros.

Listam-se mais a anulação de títulos imobiliários incidentes na Terra Indígenas Caramuru-Paraguassú, dos Pataxó Hã-Hã-Hãe, no sul da Bahia, outro processo envolvendo interesses indígenas de povos do Rio Grande do Sul e o terceiro sobre a Terra Indígena Marãiwatsédé, do povo Xavante, no Mato Grosso.

Por conta de tal realidade, a Articulação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) protocolaram nos gabinetes dos ministros do STF pedido para que os processos sejam julgados.

Assinado por dezenas de lideranças indígenas de todo o país, o documento pede ainda que as decisões sejam favoráveis aos povos indígenas nos termos da Constituição Federal e das convenções e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário – caso da Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

No geral, tais matérias são decisões liminares dadas pelo ministro relator, que suspendem os processos administrativos de demarcação, feitos pela Funai, ou até mesmo portarias do Ministério da Justiça declarando determinada terra como tradicionalmente ocupada.

Esquecimento

Questionar os relatórios da Funai é um direito dos donos de terras cujas propriedades incidem sobre territórios indígenas. Nos bastidores, não a de se negar o jogo político que infelizmente arma-se em tabuleiro sobre a Constituição Federal, transformando a sorte dos povos indígenas num lance de dados viciados.

Porém, nada justifica que após análise do pedido de liminar feita pelo ministro relator, ele não leve ao julgamento de seus pares o processo. O que acontece é simples e perverso: o ministro relator concede a liminar, paralisa o processo administrativo de demarcação e depois esquece o processo, que fica apenas sendo acrescido de episódios trágicos e cruzes dos indígenas assassinados à espera da Justiça kafkiana.

Um fato é inegável: não há prazos definidos para que se julguem tais matérias. Conforme a advogada Michael Mary Nolan, recentemente agraciada com o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e há mais de três décadas dedicada aos povos indígenas, passou-se a discutir um prazo razoável para se julgar processos que se destacam por, entre outros fatores, vulnerabilidades sociais das partes envolvidas.

A discussão, de acordo com Michael, pauta-se pelos convênios internacionais dos quais o Brasil é signatário. O que será razoável ou não é impossível saber, mas no caso da demarcação das terras indígenas as violências periódicas mostram que nada menos que imediatamente é aceitável – sobretudo na atual conjuntura de avanço das fronteiras agrícolas e grandes empreendimentos sobre territórios indígenas.

Aos exemplos

Para se concentrar no Mato Grosso do Sul, nos últimos oito anos, como apresenta o Relatório de Violências do Cimi no estado, 250 indígenas da etnia Guarani Kaiowá foram assassinados entre 2003 e 2010. Todos, sem exceção, estavam envolvidos na luta pela terra. Em novembro do ano passado foi a vez do cacique Nísio Gomes, do tekoha Guaiviry.

A Terra Indígena Nhanderu Marangatu, por exemplo, está com liminar que suspendeu a homologação, assinada por Luiz Inácio Lula da Silva enquanto esteve na presidência da República, sem julgamento no STF. Dos nove mil hectares homologados, os Guarani Kaiowá vivem apenas em 100 hectares.

Marangatu é o tekoha de Dorvalino Rocha, assassinado em 2005, e de Marçal de Souza, morto em 1983 e cujo processo contra os assassinos prescreveu. A Terra Indígena Cachoeirinha, do povo Terena, é outra no Mato Grosso do Sul que aguarda decisão do STF. No ano passado, um ônibus escolar da comunidade foi atacado com coquetéis molotov. Uma indígena, mãe de quatro filhos, morreu.

Na Bahia, a Terra Indígena Caramuru-Paraguassú do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe aguarda julgamento desde 2008, num processo que começa ainda nos anos 1980. De lá para cá foram 30 lideranças assassinadas. Galdino Pataxó Hã-Hã-Hãe foi queimado num ponto de ônibus em Brasília, na madrugada do dia 20 de abril de 1997, depois de um dia brigando pelo território de seu povo na ocasião do Dia do Índio. O compasso da espera aos indígenas, portanto, tem desenhado dor, sofrimento e mortes.

Insegurança jurídica

Michael define a situação como insegurança jurídica.

"A insegurança jurídica leva a violência. O lado mais poderoso fica com mais poder, se sente mais impune. Insegurança jurídica é um mal e quem aproveita é quem quer criar violência e impunidade”, define a advogada.

Para Michael, no entanto, os dois lados da história sofrem, pois a insegurança afeta tanto os índios quanto os proprietários de boa fé, que a qualquer momento podem perder tudo. "Os indígenas, claro, são os que acabam morrendo e vivendo em situação de extrema dificuldade, ainda mais com o poder político dos ocupantes de suas terras”, declara.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acompanha a situação de processos com urgência social por intermédio do programa Justiça Plena. Hoje em dia, cerca de 200 processos estão sob o olhar atento dos juristas do CNJ.

De acordo com a assessoria de comunicação do conselho, quatro tratam da questão indígena. Todos estão concentrados no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo, e tratam da demarcação de terras indígenas Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul.

No caso da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso, podemos ter a exata dimensão de como funciona a demarcação de terras no país: depois do contato, em 1957, os Xavante perderam suas terras, expulsos delas, em menos de dez anos. Há exatos 20 anos, depois de um exílio forçado, aguardam que a Justiça cumpra a Constituição no território – retomado à força pelos indígenas.

Será esse um prazo razoável?

Comentário de N. Saint-clair em 20 janeiro 2012 às 8:51

Comentário de Alba Nilse em 20 dezembro 2011 às 7:12

Caro jean, fico feliz em ter recebido sua resposta, sei que sou radical, achomesmo que deveríamos nos vestir de índios e etc para chamar atenção, mas eu vejo com os olhos de quem cresceu vendo indígenas em guarapuava, que vinham da reserva, a Marreca dos índios, ficavam bêbados e vendiam seu artesanato na cidade, andavam  sujos, vejo ainda na rodoviária na cidade de Castro Paraná, e também em Ponta Grossa, índígenas dormindo na rodoviária, bêbados  ainda, sujos ainda, não acho que devêssemos dar tudo para o sustento deles, não vou filosofar sobre o que eu penso como direito deles, enfim, não vou discorrer sobre isso, mas ainda acho que se hoje há algo acontecendo políticamente, acho muito bom que se torne público,  mas ainda espero que chegue a todos os indígenas brasileiros os benefícios, não que os alimentem ou vistam, mas os benefícios  que traga a eles dignidade e orgulho, que os torne uma cultura forte, eque os tire da marginalidade. 

 

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