Tags: europeia, imigração, política
Permalink Responder até Camila de Sousa Freire em 29 maio 2011 at 22:11
Permalink Responder até Camila de Sousa Freire em 29 maio 2011 at 22:41
Meus caros,
O capitalismo é um sistema sujeito a crises cíclicas. Sistematicamente, essas crises resultam em falências, desemprego e redução da demanda, que se auto-alimentam. Quando seus efeitos se prolongam e a taxa de desemprego vai crescendo, boa parte dos jovens que estão chegando ao mercado de trabalho não encontra colocação e se exaspera. Nesse momento é preciso encontrar um bode expiatório e os imigrantes cumprem este papel.
Indica uma situação tão crítica, que os nacionais acham que os trabalhadores da construção civil, da limpeza e dos serviços gerais (na maioria, imigrantes) estão tomando os seus empregos.
O dinamismo dos imigrantes seria desejável na Europa uma vez que esta está envelhecendo. Assim como o Japão, o crescimento demográfico na Europa é negativo, isto é, há mais óbitos do que nascimentos. Com as mulheres competindo com os homens em situação de igualdade no mercado de trabalho, as pessoas se casam cada vez mais tarde e adiam o mais que podem a chegada dos filhos. Muitas vezes só têm um filho.
O problema está em que uma previdência generosa permite que as pessoas se aposentem cedo, e como a expectativa de vida é alta, ficam muitos anos nas costas da previdência, que precisa cada vez mais das contribuições daqueles que estão na ativa. Portanto, o que nós temos é uma equação em que um número cada vez menor de trabalhadores terá que sustentar a previdência de um número cada vez maior de aposentados e pensionistas. O sistema só não vai quebrar se puder contar com a presença e dinamismo dos imigrantes.
Permalink Responder até Camila de Sousa Freire em 6 junho 2011 at 14:03
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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