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História Hoje

Grupo para apresentar, refletir e discutir História Presente, o que está acontecendo no mundo.

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Última atividade: 8 Abr

O presente é História.

O que aconteceu é História; o que está acontecendo também o é. Pelo menos naquilo que a História tem de função básica: a de registrar o estar/fazer do homem no mundo.
Sobre o que já se rotulou de Passado, debruça-se, principalmente, o Historiador.
Do presente cuida, quase sempre, o Jornalista, preocupado em informar com o máximo de objetividade possível.
Nesse sentido, o Jornalista é o Historiador do Presente.
Este espaço foi criado para tratar de História Hoje, daquilo que a mídia divulga e que, de um modo mais ou menos acentuado, influencia nosso Olhar-o-Mundo.

Fórum de discussão

É louvável ou imprevidente o Brasil ser o único país do mundo a proibir constitucionalmente o desenvolvimento e produção de armas nucleares?

Iniciado por Fernando Pinto da Silva. Última resposta de Dima Madureira 17 Mar, 2012. 2 Respostas

Pode o constituinte prever que o país jamais necessitará de tais armas? Tem alguma pertinência a constitucionalização desse assunto?

Qual a racionalidade da xenofobia europeia contra os imigrantes?

Iniciado por Fernando Pinto da Silva. Última resposta de Camila de Sousa Freire 6 Jun, 2011. 5 Respostas

Tendo em vista a recente expansão de partidos fascistas europeus com programas xenófobos e o ambiente de crise econômica do qual a Europa ainda não se recuperou, dois processos intimamente…Continuar

Tags: europeia, política, imigração

Dilma

Iniciado por F.F 10 Jan, 2011. 0 Respostas

1ª MULHER COMO PRESIDENTE DA REPÚBLICA - Leia na matéria: - A trajetória de Dilma, de jovem guerrilheira à primeira presidenta - A participação feminina na política brasileira: Séculos XX e XXI -…Continuar

A questão de segurança pública na cidade do Rio de Janeiro ?

Iniciado por roland launay. Última resposta de Fernando Pinto da Silva 22 Maio, 2010. 1 Resposta

  A questão  da unidades pacificadoras e o que está por trás delas.Elas possuem algo das idéias de aldeias estratégicas usadas na guerra do Vietnam pelos americanos e uma criação de um cinturão de…Continuar

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Comentário de Dima Madureira em 17 março 2012 às 19:19

A máfia financeira fecha torneira de dinheiro para o Irã

Quando eu entrevistei o embaixador iraniano em Berna a 1 de fevereiro de 2012, ele me contou que eles queriam comprar urgentemente na Suíça medicamentos necessários junto a uma empresa farmacêutica da Basiléia, porém não puderam, pois não foi possível transferir o dinheiro.

“Und willst du nicht mein Bruder sein, so schlag’ ich Dir den Schädel ein”

Exemplo de “democracia” e “pluralidade” do atual Ocidente hipócrita: “caso você não quiser se tornar meu irmão, então eu lhe arrebento o crânio” – NR.

Só aqui já se vê como este boicote é desumano e como pessoas inocentes são atingidas, sofrem e até podem vir a falecer. Agora, a máfia financeira quer fechar totalmente a torneira monetária. A Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication ou abreviado SWIFT, com sede na Bélgica, anunciou que neste sábado ela irá retirar do sistema todos os bancos iranianos afim de endurecer o boicote.

Esta atitude irá isolar financeiramente por completo o Irã e impossibilitará quase por completo qualquer transferência de dinheiro para dentro ou fora do país por canais bancários oficiais.


Os “democratas” em ação… (risos)

Já a 18 de fevereiro eu anunciei esta sanção em meu artigo “A mídia se prepara para uma guerra contra o Irã” e escrevi: “Se tentarmos na página da Western Union transferir alguma quantia de dinheiro para o Irã, o nome não aparece mais na lista dos países destinatários. Não é mais possível transferir dinheiro, por exemplo, a parentes que moram no Irã. Também o prestador de serviços SWIFT, na Bélgica, que processa todas as transações financeiras eletrônicas interbancárias, está disposto a suspender seus serviços junto aos bancos iranianos sancionados. Ele aguarda apenas uma luz verde da União Européia”.

O sinal eles receberam agora e SWIFT irá agir às 17:00hs deste sábado. Um duro golpe contra a economia do país, atingindo principalmente a vital exportação de petróleo. O Irã não receberá nenhum pagamento pela sua exportação e não poderá mais pagar suas importações.

Esta escandalosa e inédita medida está em ressonância com a notícia, nos Emirados Árabes, as grandes casas de câmbio não aceitam mais o Riad iraniano, o que limita mais as possibilidades do Irã para trocar divisas e realizar pagamentos. Com isso não se pode mais realizar qualquer negócio com o Irã.

China e Índia já anunciaram que continuarão a comprar petróleo, mas só poderão pagar com ouro ou através do fornecimento de armas como contrapartida. Uma possível alternativa seria aproveitar de um terceiro na Rússia e China, como Proxy.

Lazaro Campos, chefe da SWIFT, declarou: “A exclusão dos bancos é um passo extraordinário e sem paralelo para a SWIFT. É uma ação internacional e multilateral para intensificar as sanções contra o Irã”.

Extirpar o país do sistema monetário internacional é uma clara declaração de guerra do Ocidente contra o Irã. E por quê? Porque é afirmado que o Irã intenciona construir uma bomba atômica. Mas o próprio serviço secreto norte-americano afirma que não existe qualquer programa bélico nuclear iraniano. O boicote se baseia numa vergonhosa mentira!!! Trata-se na realidade de forçar o Irã a ficar de joelhos, para que possam então saquear o país.

É óbvio tratar-se apenas de uma mera coincidência, que a bolsa do petróleo do Irã não negociará mais petróleo a partir de 20 de março, como anunciado há muito tempo, em Dólares, mas apenas em outras moedas como Euro, Yen, Yuan, Rupee etc. Esta mudança ao sair do Dólar não pode ser aceita por Washington de forma alguma. Em 2000 isso já significou a sentença de morte para Saddan Hussein, pois ele na época migrou para o Euro e isso representa um dos motivos fundamentais da guerra contra o Iraque.

Já está mais do que na hora de mostrar o dedo do meio para a criminosa máfia financeira que domina o mundo e é responsável por toda guerra, injustiça e todo sofrimento, e boicotá-LA!!. Bancos vampiros existem apenas porque nós somos estúpidos a ponto de deixar nosso dinheiro lá e utilizar seus serviços. Este criminoso monopólio tem que terminar e dar lugar a alguma alternativa. O que eles fazem com o Irã agora pode ser feito conosco a qualquer momento, simplesmente fechar a torneira monetária e bloquear o acesso à conta corrente. SWIFT pertence, aliás, também aos bancos.

Update

Eu solicitei um posicionamento ao embaixador iraniano em Berna, Dr. A.R. Salari, por causa das medidas da SWIFT contra o Irã. Aqui segue sua declaração:

“Eu acredito ser mais uma das costumeiras medidas grotescas do Ocidente. Mais uma vez é a prova da maldade da arrogância do Ocidente contra nós. A maioria dos bancos iranianos é de particulares, eles é que sofrerão mais. Tudo isso é coerente com a série de medidas aplicadas contra nós, como a recusa em permitir que nossas aeronaves reabasteçam aqui na Europa. Ou, que nós não possamos comprar medicamentos. As sanções atingem principalmente as pessoas mais carentes. O que incomoda o Ocidente é nossa independência. Há muito tempo eles estão em guerra contra nós. Lembrando, logo após a Revolução, o Iraque começou uma guerra que durou 11 anos e custou a vida de 1 milhão de iranianos. Ela foi conduzida em nome do Ocidente e na época nem sequer foi mencionado um programa nuclear. Eles encontram sempre uma desculpa para poder nos atacar. Mas nós não vamos abaixar a cabeça e nos curvar. Nós negociamos há muito tempo sem o Dólar em nossas exportações de petróleo. Nós veremos o que vai acontecer e com a ajuda de Deus, nós vamos conseguir”.

Quem quiser expressar sua opinião ao embaixador do Irã, pode fazê-lo através do endereço eletrônico: ambassador (@) iranembassy.ch e mencionar ASR, de preferência em inglês.

Alles Schall und Rauch, 16/03/2012.

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 19 junho 2011 às 10:01

Caros Senhores (as),

 

Pobre Argentina. Como uma confirmação ao meu comentário de 24/5, a Argentina resolveu levar seu litígio com a Inglaterra em torno das ilhas Malvinas ao último congresso da OEA, realizado recentemente. Implorou pelo apoio do continente americano para abrir canais de negociação que levem ao desfecho do mesmo.

A preocupação dos platinos se justifica pelo fato de a Inglaterra ter resolvido dar início à exploração dos recursos petrolíferos possivelmente existentes na área. Qual foi a resposta da democrática Inglaterra? Uma contundente "banana" para os argentinos.

Não nos iludamos: "Se queres a paz, prepara-te para a guerra." 

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 5 junho 2011 às 12:57
Caros Senhores (as),

Foi repugnante o procedimento do Ministro Palloci de conceder entrevista exclusiva à Rede Globo de Televisão para explicar à sociedade brasileira a evolução do seu patrimônio.
Não vou entrar no mérito de se ele praticou ou não tráfico de influência ou se é corrupto ou não, muito embora o seu caso pessoal ilustre muito bem a guinada à direita dada pelo PT nos últimos anos. Quando o partido nasceu, fruto da ebulição das lutas sindicais no ABC paulista, momento em que a ele me filiei, era nítida sua plataforma socialista. Hoje, com figuras como Palloci à frente, o PT não passa de um centrão.
Como disse antes, não quero discutir aqui a honestidade ou desonestidade do ministro, mas sim repudiar a sua atitude covarde de querer agradar ao grupo de comunicação mais poderoso do país, dando razão àqueles que o apontam como o quarto poder da República.
O correto seria convocar uma entrevista coletiva e começar fazendo uma ampla explanação das suas atividades empresariais, abrindo em seguida as perguntas para os repórteres inscritos, sem dar privilégios a ninguém.
O procedimento adotado por Palloci reveste-se ainda mais de ridículo, na medida em que o grupo que ele escolheu para privilegiar é o que justamente mais se empenha para destruir o governo do qual faz parte.
Comentário de Fernando Pinto da Silva em 24 maio 2011 às 10:23

Caros Senhores (as), 

 

Se mais não bastasse, a recente declaração do presidente Barack Obama à rede BBC de que, se o novo chefe da "Al Qaeda" ou o mulá Omar, líder do Talebã, fossem localizados no Paquistão, não pestanejaria um só segundo para ordenar nova operação, como a que resultou na morte de Bin Laden, abre os olhos do mundo para o que realmente faz a diferença nas relações internacionais.

Disse ainda que ações desse tipo, que visam proteger cidadãos norte-americanos, estão acima da soberania de qualquer país.

Fica assim evidente, caros amigos, que todo esforço civilizatório dos últimos milênios não resultou em nada. Para que serve a lei? A diplomacia? O instituto da soberania e o princípio da não intervenção nos assuntos internos dos outros países? Como fica a Organização das Nações Unidas? As cortes internacionais?

Só há um fator realmente com peso nas relações internacionais: a capacidade de defesa e de dissuasão bélica. É risível a ingenuidade de certos pacifistas que responderam a um tópico aqui do Café História intitulado "Que tipo de pessoas fazem as guerras?"

O Brasil, como potência emergente, atual 7ª economia do mundo, com uma reserva fantástica de petróleo em águas profundas ainda em fase inicial de exploração, deve reequipar e fortalecer imediatamente suas forças armadas. É prá ontem. 

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 5 maio 2011 às 9:46

Caros Senhores (as),

 

Os Estados Unidos e seus admiradores e babadores de ovos de um modo geral, que eu costumo chamar de "colonizados", se irmanam alegremente nos festejos da suposta morte de Osama bin Laden. Admitamos que tenha morrido. E daí? O mundo ficou mais seguro por causa disso? Pelo contrário, as nações ocidentais daqui para a frente deverão incrementar mais ainda suas medidas de segurança.

Creio que é mais uma maneira de enganar as pessoas a divulgação triunfal da morte de Bin Laden, como se toda a malignidade do mundo estivesse concentrada nele, um só indivíduo. Nem mesmo o comando sobre sua organização ele exercia mais. Já prevendo sua captura ou morte, Bin Laden descentralizou ao extremo o funcionamento da "Al Qaeda", com células autônomas espalhadas pelo mundo. Alguns analistas chegam a usar o termo "franquia". Sendo assim, nos últimos tempos Osama bin Laden era apenas um mito, um ícone do terrorismo internacional. Como nos morros cariocas, a polícia mata o gerente das bocas-de-fumo, eventualmente o inimigo público nº 1, e no dia seguinte já tem um novo chefe no comando.

As divisões e interesses inconciliáveis existentes no mundo impedem que se faça uma reflexão séria sobre os motivos que provocam o terrorismo em seus diversos aspectos. Aliás, também se deveria refletir sobre o que é terrorismo e ações de Estados que poderiam se encaixar nesta categoria. Enquanto prevalecer o artificialismo e papagaísmo submisso dos profissionais da mídia colonizada nacional, teremos uma opinião pública mal informada e manipulada sempre no sentido de achar os Estados Unidos os heróis da História, o bastião da civilização, aos quais tudo é permitido. Parece-me que isto configura uma estratégia de alcance bem mais longo. Voltarei ao tema.

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 27 abril 2011 às 10:48

A burguesia brasileira é muito engraçada. A federação de arrozeiros do RS, estado que produz 80% do arroz nacional, procurou o Ministério da Agricultura para reivindicar a prorrogação do vencimento das suas dívidas por 180 dias, no que o Governo bondosamente acedeu. Além do mais, reivindicam que o Governo crie um subsídio para o arroz, que funcionaria do seguinte modo: toda vez que o preço do arroz estivesse abaixo do preço mínimo (estabelecido arbitrariamente e não pelas leis do mercado), o Governo, isto é, nós, os cidadãos-contribuintes, deveria comparecer completando a diferença.

Assim é muito fácil ser capitalista. Querem os bônus do sistema, os lucros; mas não os ônus, os prejuízos. Parecem ignorar que a agricultura é uma atividade de risco, o que está na essência de uma economia de mercado. Se o Governo concordar em privatizar os lucros e socializar os prejuízos dos agricultores estará demonstrando que não passa de um instrumento nas mãos das classes dominantes.

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 6 abril 2011 às 9:34

Mais uma da Rede Globo. No "Bom Dia Brasil" de hoje fizeram um conselho com a comentarista Míriam Beltrão a respeito da reação brasileira à notificação da OEA, na qual o organismo exige a suspensão do prosseguimento do projeto de Belo Monte, cujas obras ainda nem começaram, por conta dos possíveis danos ao meio-ambiente e para que as comunidades indígenas da região possam ser ouvidas. A OEA também teme que índios "isolados" possam ser afetados.

A notificação da OEA gerou uma resposta irritada do governo brasileiro, na qual manifesta sua perplexidade ante a intromissão do organismo em nossos assuntos internos, ainda mais quando se sabe que o projeto vem cumprindo os trâmites exigidos por lei, o que incluiu o devido "estudo antropológico", feito pela FUNAI.

Eu sei que o projeto é polêmico, mas o que me interessa destacar aqui é a repentina preocupação da Globo com os povos indígenas, que orientados não sei por quais ONGs ou missões religiosas estrangeiras, foram bater às portas da OEA exigindo a sua intervenção. A questão é: devemos nós brasileiros admitir que organismos internacionais vejam nossos índios como "nações" que mereçam sua proteção? E se os índios da Reserva Raposa do Sol, alguns milhares de indivíduos, que ocupam a maior parte do território do Estado de Roraima, numa região de fronteira, resolverem declarar sua independência, com o apoio de organismos internacionais, o que faremos?

Como sempre, a tese que foi esposada pela Rede Globo foi uma tese antinacional, a de que o Brasil, como membro da OEA, deve acatar imediatamente sua resolução, mesmo que isso anule as expectativas de desenvolvimento econômico trazidas por Belo Monte, interesse da nação brasileira como um todo.  

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 2 abril 2011 às 9:32

A Rede Globo continua a mesma. Ontem (01/4), no JN, noticiou rapidamente sobre os bombardeios "humanitários" da coalizão ocidental sobre a Líbia, enfatizando, segundo o comandante da Otan, que não há evidências de mortes entre os civis em decorrência desses bombardeios.

Trata-se de jornalismo parcial da pior qualidade, quando sabemos que no dia anterior (31/3), o Bispo Apostólico da Igreja Católica na Líbia, Giovanni Innocenzo Martinelli, reportou a morte de pelo menos 40 civis em razão de bombardeios sobre bairros residenciais de Trípoli, segundo a agência de notícias do Vaticano, Fides. 

Comentário de Fernando Pinto da Silva em 21 março 2011 às 10:21
Até que ponto podemos considerar normal e justo que o Brasil, praticamente, renuncie à sua própria soberania, entregando aos norte-americanos o controle total da organização da visita do presidente Barack Obama ao nosso país?
Deu para perceber o constrangimento do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Mariano Beltrame, ao ser questionado sobre a liberdade de ação concedida ao aparato de segurança montado pela CIA no Teatro Municipal e arredores. Não seria a prepotência norte-americana diretamente proporcional à subserviência brasileira e dos demais povos que aceitam uma posição subalterna nas relações internacionais?
Comentário de Fernando Pinto da Silva em 20 novembro 2010 às 21:14
Caros Senhores (as),

Cabe à Dilma reservar os postos-chave da administração federal para quadros do PT, mesmo que numericamente os aliados fiquem com a maioria dos cargos. Este é o preço a pagar pela desejada e necessária governabilidade.
Por outro lado, não devemos ceder a presidência da Câmara ao PMDB. Somos a maior bancada. A nós, e ao Brasil, interessa que esta frente fisiológica se enfraqueça.
 

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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