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Mary Menin

História Francesa - dos Gauleses à Revolução

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História Francesa -  dos Gauleses à Revolução

HISTÓRIA DA FRANÇA No século IX antes de Cristo, tribos celtas instalam-se na Gália... Em 1851, o presidente dá um golpe de Estado e no ano seguinte torna-se imperador sob o título de Napoleão III.

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Um pouco sobre os franceses...

HISTÓRIA DA FRANÇA

No século IX antes de Cristo, tribos celtas instalam-se na Gália, que corresponde aproximadamente ao atual território francês. O imperador romano Júlio César derrota os gauleses e conquista a região entre 58 e 51 a.C. Os romanos dominam a Gália até o final do século V, quando a região é invadida por tribos bárbaras.

Nessa época, sob o comando de Clóvis I, os francos conquistam todo o país, que se converte ao catolicismo. No século IX, o rei Carlos Magno torna-se imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que abrange as atuais França e Alemanha. O Império divide-se em domínios feudais após o reinado de Carlos Magno.

Entre 1337 e 1453, a França e a Inglaterra veem-se envolvidas em uma disputa territorial que ficaria conhecida como Guerra dos Cem Anos. Sob inspiração de Joana D'Arc, os franceses derrotam os ingleses em Orleans, em 1429. Em 1431, porém, Joana D'Arc é queimada como herege em Rouen...

Curiosidade: A numeração das casas para o propósito postal começou em Paris, durante 1463 e 1464. O distrito da ponte de Notre Dame foi o primeiro a ser numerado...

A França sai vitoriosa do conflito e conquista possessões inglesas. Em 1572, a rainha Catarina de Medicis ordena o assassinato dos huguenotes (protestantes), episódio que recebeu o nome de Noite de São Bartolomeu.

Em 1598, o rei Henrique IV, fundador da dinastia dos Bourbon, restabelece a paz religiosa com o Édito de Nantes e enfraquece o poder dos senhores feudais.

O prestígio da França cresce no período de influência do cardeal Richelieu, primeiro-ministro do rei Luís XIII entre 1624 e 1642, que consolida o absolutismo e leva a França à guerra contra a dinastia austríaca dos Habsburgo.

No reinado de Luís XIV, o Rei Sol (1638-1715), o absolutismo chega ao auge, mas as sucessivas guerras expansionistas minam a supremacia francesa na Europa.

Sob o reinado de Luís XV (1710-1774) desenvolvem-se as idéias do iluminismo (Voltaire, Diderot, Rousseau), que combatem a intolerância religiosa e o absolutismo.

Guerras desastrosas e a incapacidade do rei Luís XVI de enfrentar a crise financeira do Estado desencadeiam a Revolução Francesa em 1789. É formada uma Assembléia Nacional, que vota a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e extingue os privilégios feudais.

A França revolucionária entra em guerra contra as Monarquias européias. A posição ambígua do rei - agora monarca constitucional - e a reação da nobreza européia radicalizam a revolução.

Em 1792, nasce a I República. O rei Luís XVI e a rainha Maria Antonieta, condenados por traição depois de tentar fugir do país, são executados em 1793. O líder político Maximilien de Robespierre e os jacobinos impõem o terror, primeiro sobre os contra-revolucionários, depois sobre jacobinos dissidentes. Robespierre é guilhotinado em 1794.

Um golpe militar do general Napoleão Bonaparte recompõe a estabilidade política em 1799. Bonaparte se faz coroar imperador da França em 1804, sob o título de Napoleão I. Seu governo é autoritário, centralizador e expansionista.

As guerras napoleônicas levam a aristocracia européia ao pânico, até a derrota de Napoleão por tropas inglesas e austríacas na Batalha de Waterloo (1815). É restaurada a dinastia dos Bourbon entre 1815 e 1830. Uma revolução popular, em 1830, derruba o último Bourbon, Carlos X, e leva ao trono um Orleans, Luís Felipe I.

Em 1848, uma nova revolução, que traz o advento do movimento operário na história européia, instaura a II República. Luís Bonaparte, sobrinho de Napoleão, é eleito presidente. Em 1851, o presidente dá um golpe de Estado e no ano seguinte torna-se imperador sob o título de Napoleão III.

texto disponivel em:http://www.girafamania.com.br/europeu/franca1.htm

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Mary Menin Comentário de Mary Menin 1 dia atrás
O termo gauleses designa um conjunto de populações celtas que habitava a Gália, isto é, o território que corresponde hoje, à França, Bélgica e Itália setentrional provavelmente a partir da Primeira Idade do Ferro (cerca de 800 a.C.) Os gauleses dividiam-se em diversas tribos ou povos, por vezes federados, cada um com cultura e tradições originais. Os arqueólogos ligam as civilizações gaulesas à civilização celta de La Tène (chamada assim a partir do nome do sítio descoberto no lago Neuchâtel, Suíça). A civilização de La Tène expandiu-se no continente na Segunda Idade do Ferro e desapareceu na Irlanda, durante a Idade Média.
disponível em: http://www.papeisdeparede.info/Wallpapers-Comics/Papel-de-Parede-Francesa/Fundos-Ecra-Asterix-Gaules/wallpaper-gauleses.htm

Duetto Editorial Comentário de Duetto Editorial em 24 novembro 2009 às 16:36
A Enciclopédia, recenseamento do saber

No século XVIII, Diderot e D’Alembert organizaram a primeira obra que colocava ao alcance dos leitores o conjunto dos conhecimentos filosóficos e científicos disponíveis na época. Era o início de uma revolução intelectual. Para saber mais, clique aqui e acesse o artigo completo na revista História Viva.
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 16 novembro 2009 às 13:25
Flor de Lis


Símbolo do escotismo, a Flor-de-Lis desperta muita curiosidade a respeito de sua origem e ate controvérsias sobre a verdadeira planta popularmente batizada com este nome.

É quase impossível precisar a exata origem deste símbolo. A única certeza é que seu surgimento data de épocas bem remotas. Sabe-se que a imagem da flor-de-lis foi utilizada nas armas da França em 496. O desenho da flor era colocado em manto de reis já na época pré cruzadas, na indumentária de luxo dos reis de armas, nos pavilhões, nas bandeiras e ainda hoje em vários barões de municípios franceses.

Ha referências de que Garcia IV, rei de Navarra (por volta de 1040), passou a adotar o desenho como símbolo do seu reinado, apos ter visto uma imagem de Nossa Senhora desenhada no fundo de um lírio e logo apos ter se curado de uma grave doença.

No ano de 1125 a bandeira da França apresentava o seu campo semeado de flores-de-lis e o mesmo acontecia com seu brasão de armas até o reinado de Carlos V (1364). Só a partir dai é que passaram a figurar apenas 3 flores-de-lis. E não faltam lendas: este rei, por exemplo, teria adotado oficialmente o símbolo como emblema, em honra a Santíssima Trindade.

Alguns historiadores relatam que o símbolo começou a ser utilizado no reinado de Luiz VII, o jovem (1147)e também como emblema da cidade de Florença. Além disso aparece em numerosos brasões desde o século XII. Luiz VII teria sido o primeiro dos reis da França a servir-se deste desenho para selar suas cartas patentes, principalmente em alusão ao seu nome Luiz, que na época se escrevia "Loys". Os reis que o sucederam conservavam a flor-de-lis como atributo real e o mesmo fizeram seus descendentes.

Certos estudiosos de heráldica (arte ou ciência dos brasões) afirmam que a flor-de-lis teve sua origem de flor-de-lótus do Egito, outros defendem que foi inspirada na alabarda do lírio - um ferro de três pontas que se colocavam fincando nos fossos ou covas para espetar quem neles caísse.

Outra possível origem é a de que seja uma copia do desenho estampado em antigas moedas assírias e muçulmanas. Na heráldica, a flor-de-lis tem muita importância, nao so porque simboliza a fixa características ligadas a família, pessoas e locais, como por ser uma peça constantemente encontrada nos brasões franceses, por ter sido este o símbolo de sua monarquia. A flor-de-lis é símbolo de poder e soberania, assim como de pureza de corpo e alma.

A verdadeira Flor-de-lis é uma Amarilidácea

Entretanto, a relação do símbolo com determinada flor é encontrada em praticamente todas as referências. Mas qual seria esta flor? Seria um lírio? Ou seria um íris?

Algumas referencias afirmam que a planta chamada íris é a verdadeira flor-de-lis. Segundo o livro ilustrado dos Signos e Símbolos, de Miranda Bruce-Mitford, Luiz XVII adotou a íris como seu emblema durante as Cruzadas e o nome evoluiu de "fleur de Loys" para "fluer de lis" (flor de lis), representando com as três pétalas, a fé, a sabedoria e o valor.Realmente, ha uma grande semelhança entre a íris e a flor de lis, quando as analisamos de perfil.

Outras referencias sugerem que a flor de lis e uma espécie de lírio. Os espanhóis traduzem "fleur-de-lis" como "flor del lirio" (flor de lirio)e, neste caso, defende-se o lírio - e não uma íris - como a verdadeira flor de lis. Ha uma lenda que ajuda a reforçar esta idéia, contando que um anjo teria oferecido um lírio a Clovis, rei dos Francos, em 496 d.C., quando este se converteu ao Cristianismo.

A íris (íris germânica) é uma planta da família das Iridáceas, originarias da Europa. Já as espécies mais conhecidas de lírio (Lilium pumilum, Lilium speciosum, Lilium candidum) são plantas da família das Liliáceas, originarias da Ásia. A verdadeira flor-de-lis não pertence a família das Iridáceas, originarias da Ásia. A verdadeira flor-de-lis não pertence a família das Iridáceas, nem das Liliáceas: trata-se da Sprekelia formosissima, uma representante da família das Amarilidáceas, originarias do Mexi e da Guatemala.

Conhecida em outros idiomas como lírio-asteca, lírio-de-Saint-James, (St. James lily), lírio-de-Saint-Jacques (lis de Saint-Jacques) a Spreakelia formosissima é a única espécie do gênero. O nome da espécie foi dado pelo botânico Lineu, quando este recebeu alguns bulbos de J. H. van Sprekelsen, um advogado alemão. Os espanhóis introduziram a planta na Europa, trazendo os bulbos do México, no final do século XVI.

Ficha da Planta:

Nome Cientifico: Sprekelia formosissima
Nomes Populares: flor de lis, lírio asteca, lírio de St. James, Jacobean lily, lis de Saint-Jakes, Croix de Saint-Jakes.
Familia: Amariláceas
Origem: México e Guatemala
Características: planta bulbosa, produz flores de cor vermelho brilhante, e folhas laminares que aparecem depois das flores.
Reprodução: divisão de bulbos, durante o período de repouso
Luminosidade: sol pleno
Solo: Arenoso. Em vasos e canteiros, a mista de solo ideal é a arenosa - 1 parte de terra vegetal, 1 parte de terra comum de jardim e 2 partes de areia.
Regras: espaçadas no inicio do período vegetativo, intensificando para dias alternados até depois da floração, quando deve-se voltar a espaçar as regra. Recomenda-se evitar o excesso de água, pois pode provocar o apodrecimento dos bulbos e o surgimento de doenças fúngicas.

A flor-de-lis e o escotismo:

Escolhida por Baden Powell, a flor-de-lis apareceu pela primeira vez como símbolo do escotismo em 1907. Desenhada na cor amarelo-ouro, no centro de uma bandeira verde, foi hasteada ao lado da bandeira inglesa no primeiro acampamento escoteiro realizado na ilha de Brownsea, no Canal da Mancha, Inglaterra.

Mas por que uma flor teria sido escolhida por Baden Powell como símbolo do movimento por ele criado?

É que há muitos anos, a flor-de-lis era desenhada nas cartas náuticas para indicar o norte na rosa dos ventos. Ao observar estas cartas, BP chegou a conclusão de que a flor-de-lis representa o sentido de direção e era exatamente este sentido que ele idealizava para o Escotismo.

Hoje a flor-de-lis representa o Escotismo, identificando todos os paises que pertencem a Fraternidade Mundial. A fim de distinguir uma nacionalidade de outras, muitas vezes, o emblema nacional é colocado junto a flor-de-lis. A simbologia da flor-de-lis é toda baseada em valores como fraternidade, dever para com o próximo e união. As três pétalas superiores representam os três dedos da saudação escoteira e recordam os três pontos da Promessa Escoteira:

A central: Deus e a Pátria;
A da esquerda: ajuda ao próximo;
A da direita: observação a Lei Escoteira.

A linha que divide a pétala central é a agulha da bússola, significando que o escotismo é capaz de seguir um caminho reto em sua vida, da mesma forma que a bússola indica sempre o Norte.

As duas estrelas de cinco pontas representam a vida ao ar livre, os ideais de veracidade e conhecimento do Movimento Escoteiro.

Alem disso, recordam os 10 artigos da Lei Escoteira.

O anel que une as três pétalas representam a união da irmandade escoteira, detalhe reforçado pela corda que circula a flor-de-lis, lembrando que a irmandade é mundial.

A corda unida nas extremidades por um nó representa o nó do trabalho.

(Extraido de www.55morvan.com.br)

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Mary Menin Comentário de Mary Menin em 16 novembro 2009 às 13:10
Por isso que digo, por aqui o espaço é democrático, se fala o que quiser, se pensa oq quiser e ninguém tem nada a ver com isso!!
Temos o direito e o dever de ser livres pensantes, não podemos ser iguais a robôs que saem de fábricas programados, fazendo tudo exatamente uns iguais aos outros!! Nada de rótulos, nada de fazer oq os outros fazem só pq está na moda!!
Se não imitassemos tanto os outros, muitos erros históricos poderiam ter sido evitados!!
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 15 novembro 2009 às 21:18
E podem acreditar, não errei na escrita, não é européia não!! É eurocentrica mesmo!!
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 15 novembro 2009 às 21:14
Eu amo histórica Eurocentrica!!! Isso por acaso é crime? Abaixo o preconceito!!
Todos tem direito de gostarem do que gostam, simplesmente pq gostam...odeio rótulos!!
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 15 novembro 2009 às 0:09


Joana D'arc
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 15 novembro 2009 às 0:03
Joana D'Arc
Joana d’Arc foi uma das mulheres mais fortes e guerreiras que o mundo já conheceu. Nasceu em 1412, no vilarejo de Domrémy, França. Pertencia a uma família de camponeses, foi educada para ser uma boa esposa, para isso aprendia as prendas domésticas. Fora isso, não recebera outro tipo de educação, era praticamente analfabeta. Ao completar 13 anos a jovem passou a ouvir vozes sagradas: São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida. A primeira orientação feita pelas vozes à Joana foi de que a menina deveria permanecer virgem para obter a salvação de sua alma. Mais tarde as vozes passaram a orientá-la sobre política, dizendo que deveria coroar o príncipe herdeiro do trono, Carlos, mais conhecido como delfim, e salvar a França dos ingleses. Joana foi concebida no ápice da Guerra dos Cem Anos, conflito que se iniciou em 1337 e teve fim em 1453. A situação francesa era crítica tanto na política como na economia. A Igreja estava enfraquecida devido às limitações do papado, para sobreviver em meio aos poderosos a Igreja saiu em busca de alianças.

Com a França em decadência, a Igreja optou por aliar-se à Inglaterra, que até então era a mais forte. Para Joana e sua família, tais alianças significava o início de tragédias, já que o feudo era vizinho de Lorena, onde se localizava o vilarejo de Domrémy. Com isso, as terras da família d’Arc passaram a sofrer constantes ataques. Na época em que os borguinhões se apossaram de vez de Domrémy, em 1428, Joana tinha 16 anos de idade. Com os conselhos das vozes santas na cabeça, decidiu que iria coroar o rei. Tinha consciência de que a paz só seria possível com uma França forte, e que o país só atingiria tal objetivo quando o delfim recebesse a coroa na catedral de Notre-Dame de Reims, conforme a tradição. Decida, Joana convenceu o padrinho, um soldado que já havia se aposentado, a acompanhá-la até a cidade de Vaucouleurs. Ela tinha o objetivo de persuadir o nobre Roberto de Baudricourt, chefe militar e senhor local, a lhe conceder um exército. No primeiro encontro se impressionou com a força e a coragem da jovem, mas não cedeu um exército de imediato. Na espera de uma resposta favorável, Joana ficou vagando por Vaucouleurs. Nesse tempo acabou levando muito soldado na conversa.

Ao tomar conhecimento de que cada vez mais soldados juravam lealdade à Joana, Baudricourt não teve alternativa. D’Arc partiu para o castelo de Chinon, quartel-general do delfim Carlos, juntamente com o duque de Anjou, com os cavaleiros que havia amealhado e com os soldados que Baudricourt finalmente lhe concedera. Ao chegar a Chinon, Carlos já havia sido informado sobre a jovem camponesa, provavelmente louca, que dizia ouvir vozes sagradas. Ficando meio receoso, permaneceu dois dias recluso, discutindo com a corte se deveria ou não recebê-la. Por fim d’Arc convenceu Carlos de que estava ali com um propósito e que era digna de ser recebida por ele. Com tudo, delfim equipou e abençoou Joana em sua Marcha até Orléans. Apesar de estarem em menor número, os franceses contavam com a força, coragem e garra de Joana. A batalha durou alguns dias e os ingleses recuaram.

Em maio de 1429, a França obteve sua primeira grande vitória militar. Joana d’Arc estava pronta para sua missão, a de coroar o delfim, sendo assim, em julho de 1429, Carlos recebeu a coroa do rei na Catedral de Notre-Dame de Reims. Com isso, Joana havia atingido seu objetivo maior, só que sua ambição militar falou mais alto. Partiu para Paris a fim de expulsar os ingleses, em setembro de 1429 invadiu Paris, onde foi derrotada, seus soldados partiram em retirada, mas seu espírito guerreiro resistiu. Joana foi capturada, levada para a fortaleza de Beaulieu e, logo em seguida, para o castelo de Beaurevoir. Tentou escapar de ambas as prisões, mas não obteve êxito, Joana foi vendida pelos borguinhões por 10 mil libras aos ingleses. Em 1430, foi levada a julgamento no tribunal inglês, sendo conduzido pelo bispo de Beauvais, Pierre Cauchon. Todas as acusações eram de ordem religiosa: bruxa, herege, idólatra, entre outras. Martírio que durou seis meses, sua sentença foi ser queimada viva.

Cumpriu-se então a sentença, Joana foi queimada viva em uma fogueira aos 19 anos de idade. Foi o fim da heroína francesa.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

disponivel em:http://www.brasilescola.com/historia/joana-d-arc.htm
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 14 novembro 2009 às 23:29
Abaixo, um poquinho sobre a história de MARSELHA
Mary Menin Comentário de Mary Menin em 14 novembro 2009 às 23:25
Marselha (Marseille em francês e Marselha em Provençal) é a segunda maior cidade de França, localizada na antiga província da Provença, na costa do Mediterrâneo, é o maior porto comercial do país. A cidade que deu o nome ao hino nacional francês "La Marseillaise" tem este título por causa das tropas revolucionárias e heróicas de Marselha.
Marselha foi fundada (em 800 a.C) e povoada pelos gregos no século VII a.C. Foi invadida por celtas e depois conquistada pelos romanos, sendo esta passagem para o domínio romano feita em 49 a.C. Na antiguidade era um porto de comércio e tinha a designação de Massilia. Este porto tornou-se a porta para o oeste para boa parte do comércio oriental.

A grande maioria dos marselheses é de descendência originária das ondas de imigrantes que chegavam ao porto no começo do século XIX, tal como arménios, espanhóis, italianos, gregos, árabes, judeus, russos e norte-africanos. Aproximadamente 25% da população de Marselha é de origem norte-africana, na maior parte argelinos e tunisinos. A sua comunidade judaica é também a terceira maior na Europa.
A cidade está situada entre as montanhas e o Mediterrâneo, possuindo mais de 26 séculos de rica história e fácil acesso aos encantos da região da Provença. É uma combinação única de herança cultural e riqueza, com intensa vida cultural e paisagem espectacular, devido a sua baía e às famosas "Calanques" (falésias).

As pequenas enseadas que salpicam a costa de Marselha, por vezes com uma praia resguardada, merecem um passeio. É uma boa forma de escapar ao bulício da cidade e de desfrutar da sua vertente mediterrânica.

O porto de Marselha é o maior do país, e um dos mais importantes do Mar Mediterrâneo, possuindo estreitas ligações com o Oriente e a África do Norte. Ela uma cidade alegre e cosmopolita.

O crescimento de turistas que visitam a cidade e a sua região faz com que mais e mais pessoas se encantem pelas belezas da cidade e da região. As ilhas próximas também atraem bastante visitantes, sendo a mais famosa é a ilha que possui o Château d'If, fortaleza do século XVI, que foi uma antiga prisão, famosa pelo romance "O Conde de Monte Cristo" (romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas, concluído em 1844 e que embora ficção, foi várias vezes tratado em filme, tomando uma aura mística).

Neste romance, o jovem e destemido marinheiro Edmond Dantes é um rapaz honesto e sincero, cuja vida pacífica e planos de se casar com a linda Mercedes são abruptamente destruídos quando Fernand, seu melhor amigo, que deseja Mercedes para ele, o trai. Com uma sentença fraudulenta para cumprir na infame prisão da ilha do Castelo de If, Edmond vê-se aprisionado num pesadelo que dura 13 anos, no fim dos quais volta para impor a sua vingança.

As ruas estreitas de Marselha, as suas praças tranquilas e as suas belas fachadas do séc. XVIII, contrastam com a agitação do Boulevard Canebiére ou com a "Cité Radieuse", ou Unidade de Habitação de Marselha, é um complexo residencial radical de Le Corbusier.

A Unidade Habitacional de Marselha é um dos projectos icónicos de Le Corbusier e uma daquelas referências básicas de qualquer arquitecto. Começou a ser planeada imediatamente após a Segunda Guerra Mundial (1945-46), entrando em construção em 1951. O edifício projectado para 1600 habitantes consiste numa enorme construção de 140 metros de comprimento de fachada, 24 metros de largura e 56 metros de altura, e previa o funcionamento interno de mais de 26 serviços independentes. Cada piso contém 58 apartamentos, projectados no famoso sistema dominó, com acesso a um grande corredor interno idealizado para funcionar como comunicação em profundidade e passagem.

Outra grande atracção da cidade é o Mercado do Peixe, que acontece no Porto Velho. Este pitoresco mercado que todas as manhãs se instala no Quai des Belges, sendo por si só uma excelente atracção turística. Além disso, a cidade tem dezenas de museus, que contam e ilustram a rica história de Marselha. A Notre-Dame-de-la-Garde e o Cours Julien, um bairro tido como o local de encontro da cultura alternativa marselhesa (onde vive a maioria dos emigrantes, sobertudo de África e onde os "graffitis" são quem mais ordena no visual colorido do bairro), são também locais a visitar.
Para trás ficaram os difíceis anos de mafiosos e contrabandistas. Hoje, a Marselha moderna é uma cidade rejuvenescida que nos deslumbra com o seu Porto Velho e as suas características únicas.

Disponivel em:http://levecomoovento.blogspot.com/2009/03/marselha.html
 

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BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

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