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Permalink Responder até Ancelmo Soares de Faria em 2 maio 2011 at 17:31
Boa noite
Neli.
A dinâmica é essa mesmo, pois a discussão sempre sucede à exibição dos filmes propostos, e que se relacionam com as temáticas dos filmes, bem como suas contextualizações históricas.
Eu gostaria mesmo é de opiniões acerca do conteúdo e aqui vai o exemplo do tal projeto que escrevi.
Abraços e obrigado!
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 março 2012 at 10:13
Parabéns pelo projeto, Ancelmo!
Permalink Responder até Bruno Leal em 26 fevereiro 2012 at 10:05
Ancelmo, também costumo trabalhar com cinema em sala de aula.
Descobri com o passar do tempo que passar filmes inteiros nem sempre pode ser uma boa ideia. O que tenho feito é trabalhar com alguns filmes inteiros, muitas cenas e alguns textos. Intercalar esses três elementos otimiza o tempo e torna tudo mais dinâmico. O único desafio é separar cenas a serem trabalhadas. Você precisa saber um pouco de edição. Mas não é nada complicado. Enfim, fica a sugestão. Boa sorte!!
Prezado Ancelmo,
Sua ideia é muito boa, aproximações entre cinema e sala de aula são sempre pertinentes. Tive uma experiência docente recente, na história/UFMG, como estágio de mestrado. A disciplina era optativa e unia os dois temas, cinema e história, no módulo que participei.
Concordo com a dica do Bruno Leal. Passar filmes inteiros nem sempre é a solução mais efetiva. Trechos de filme e mesmo curtas-metragens são uma ótima opção, pois fomentam discussões "à quente". Durante um longa, algumas questões podem ir se diluindo ao longo da exibição. Assim, talvez seja válido ir parando o filme e fazendo comentários e ouvindo as impressões dos alunos.
Mas é só palpite. Seu projeto está bom e a disciplina deverá ser muito boa.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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