Neste mês de agosto de 2010, o Brasil se viu envolvido em uma grande polêmica ao oferecer oferecer asilo para a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani. Mãe de dois filhos, a iraniana havia sido condenada à morte por adultério, por manter relações consideradas ilícitas com dois homens após ficar viúva. Em 2006, ela levou 99 chibatadas por esse "crime". Neste mesmo ano, um dos amantes foi condenado pelo homicídio do marido dela. O caso foi, então, reaberto e ela foi sentenciada à morte por apedrejamento. Para evitar críticas internacionais, na última terça-feira, o Irã mudou a condenação de Sakineh de adultério para assassinato. Logo depois, decidiu que ela vai responder, na verdade, pelas duas acusações.
E então? Barbárie, Cultura ou outra coisa?
Como outros países devem e podem se posicionar diante de uma pena de morte como esta?
Tags:
Permalink Responder até Lilian Brandão em 6 agosto 2010 at 16:30
Permalink Responder até samanta pasquini mol em 6 agosto 2010 at 17:26
Permalink Responder até Lilian Brandão em 7 agosto 2010 at 8:48
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 7 agosto 2010 at 10:54
Permalink Responder até Daniel Carvalho em 16 agosto 2010 at 14:44
Permalink Responder até Daniel Carvalho em 25 agosto 2010 at 21:07
Permalink Responder até eveline costa em 18 janeiro 2011 at 15:49
- uma cultura machista influenciada pela religiao ,onde nao se leva em conta acondiçao do ser humano nem de escolher com quem quer se relacionar.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

