Cafe Historia

A Sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Bruno Leal

História do Tempo Presente

Informação

História do Tempo Presente

O presente grupo possui como proposta discutir um regime de historicidade que cobre o período que vai, aproximadamente, da queda do mundo de Berlim até os nossos dias. Em nossas discussões temas que vão do cultural ao ambiental.

Membros: 126
Última atividade: 4 horas atrás

Fórum de discussão

valéria nunes

Discussão de Bibliografia do Tempo Presente 2 respostas 

Iniciado por valéria nunes. Última resposta de Martin Kreuz 27 Ago.

Thiago Bedin

O Por que da história do Presente? 2 respostas 

Iniciado por Thiago Bedin. Última resposta de valéria nunes 11 Ago.

Daniel Carvalho

Você acredita em Boitatá?

Iniciado por Daniel Carvalho 4. Jul, 2008.

Caixa de Recados

Adicione um comentário

Você precisa ser um membro de História do Tempo Presente para adicionar comentários!

Claudiana Mello Comentário de Claudiana Mello em 15 dezembro 2009 às 12:16
muito interessante o grupo parabéns pela iniciativa!
Daniel Bambinetti Comentário de Daniel Bambinetti em 4 novembro 2009 às 13:52
Vídeo interessante explicando como funcionava o Muro de Berlim!

http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1365888-17398,00-VEJA+ANIMACAO+QUE+RECONSTROI+VIRTUALMENTE+O+MURO+DE+BERLIM.html

Abraços!
Diogo Nunes Comentário de Diogo Nunes em 29 julho 2009 às 3:03
Novos grupos:

IMAGINAÇÃO E IMAGINÁRIO SOCIAL
http://cafehistoria.ning.com/group/imaginaoeimaginriosoc

MODERNIDADE E UTOPIA:
http://cafehistoria.ning.com/group/utopia

ESCOLA DE FRANKFURT:
http://cafehistoria.ning.com/group/escoladefrankfurt
Rodrigo Candido da Silva Comentário de Rodrigo Candido da Silva em 3 maio 2009 às 12:58
Site do Laboratório de Estudos do Tempo Presente da Universidade Estadual de Maringá (LABTEMPO - UEM). O site contem artigos e informativos acerca do tempo presente e de eventos da área.

http://www.dhi.uem.br/labtempo/
Carlos Eduardo Fernandes Teixeira Comentário de Carlos Eduardo Fernandes Teixeira em 9 maio 2008 às 21:31
Alberto Moby,
Você se desinteressou por seu amigo? Por isso pararam de se comunicar?
Helaine Souza Comentário de Helaine Souza em 22 abril 2008 às 22:53
II SIMPÓSIO DOS ESTUDANTES DE HISTÓRIA DAS FACULDADES JORGE AMADO

O II Simpósio dos Estudantes de História, é um evento organizado pelos estudantes de história das Faculdades Jorge Amado, através da Comissão pró- Simpósio. Esta edição terá como tema “Bahia: uma história, diversos olhares”, onde serão realizados debates em torno de questões pertinentes ao estado em diversos períodos, a Transmigração da família real, o processo que resultou na Independência e suas conseqüências, os conflitos, relações de trabalho, questões sobre gênero e família, educação e política, as continuidades e rupturas do pós abolição. O evento contará com a presença de estudantes e profissionais de história e de outros cursos das Faculdades Jorge Amado, assim como de outras instituições.

http://www.simposiohistoria.890m.com/
Alberto Moby Comentário de Alberto Moby em 2 abril 2008 às 22:50
Amigos,

Aproveito a deixa do Bruno sobre o marco para este fórum ser a queda do muro de Berlin para compartilhar com o grupo uma carta de um amigo meu, nascido na ex-Alemanha Oriental. A carta, sem data ou localização, foi escrita em Berlin em 1990 e é, na verdade, uma reflexão pessoal desse meu amigo sobre o que estava acontecendo. Infelizmente, nós não temos tido muito contato ultimamente e eu não sei o que ele acha da Alemanha de hoje. Mas acho que seria uma contribuição interessante "ouvirmos" o que ele dizia logo após a queda do muro e que perspectivas ele (e, provavelmente, milhares de outros alemães "orientais") tinha para o futuro. O futuro de 1990 é agora. Interessante, não?

"Caro Alberto,


Eu sei, eu sei, eu sou um grandecíssimo filho da puta, mas desde o outono de 1989 minha vida tem sofrido mudanças tão radicais que eu tenho ocupado todos os meus pensamentos e tempo tentando compreender o que aconteceu e me ajustar às novas circunstâncias. Eu não sei [...] que tipo de informações você tem tido sobre os acontecimentos na falecida Alemanha Oriental, então deixe-me te contar alguma coisa a respeito a partir do meu ponto de vista pessoal. Você sabe que eu nunca fui acrítico com relação ao meu país e seu sistema, mas eu achava que e1e havia incorporado mais progresso social e justiça do que o capitalismo. Eu considerava aquelas coisas que me aborreciam e me frustravam como se fossem doenças infantis dessa sociedade historicamente jovem, mas agora eu tenho que encarar o fato de que todas aquelas doenças eram tão sérias que eles preferiram matar a criança.
Eu acho que o ponto mais fraco do nosso sistema era a falta de democracia e que tudo mais era mais ou menos uma conseqüência disso. Nossos líderes não eram eleitos democraticamente, a regra (embora houvesse exceções) era que as pessoas na liderança do país ficassem em seus cargos até morrerem. Na minha opinião eles tinham a intenção de fazer o melhor para o povo - mas sem perguntar a ninguém, porque eles achavam que sabiam melhor do que ninguém o que era bom para o povo e por isso tinham o firme propósito de pôr seus programas em prática mesmo contra a vontade do povo. Em outras palavras, cerca de 25 pessoas no mais alto posto dirigente, o "politbureau", tratavam 16 milhões de pessoas como os pais normalmente tratam seus filhos: Eles cuidam delas, mas também limitam a liberdade das crianças. Essa maneira de pensar, é claro, era promovida pela permanente guerra quente, quer dizer, fria, liderada pelo Ocidente durante 70 anos contra o socialismo nos campos militar, econômico, político e ideológico, causando um sentimento de hostilidade do outro lado.
No entanto, você não pode tratar milhões de pessoas como crianças para sempre: sempre dizendo a elas o que fazer e o que não fazer, proibindo-as de viajar ao exterior exceto para uns poucos países sob regimes semelhantes etc. etc.
O começo do fim foi quando a Hungria, um desses países, decidiu abandonar a "cortina de ferro" na primavera de 1989 e milhares de pessoas da Alemanha Oriental se mudaram, a partir da Hungria, para a Alemanha Ocidental através da Áustria. Muitos deles fizeram isso principalmente por razões materiais, porque o padrão de vida médio lá era muito mais alto do que na Alemanha Oriental. Havia várias razões para isso: a parte ocidental da Alemanha sempre tinha sido mais desenvolvida; no leste houve, na última guerra, as batalhas mais duras (contra o exército soviético) e quando a Alemanha Ocidental recebeu ajuda econômica dos EUA e da Inglaterra, o leste ainda tinha que pagar compensações de guerra à União Soviética. Mas outra razão para o desenvolvimento mais lento na Alemanha Oriental era interno. Enquanto o socialismo necessitava de força para trabalhar duro, como também no capitalismo, por parte das pessoas, por outro lado o sistema não criou novos incentivos. Se você ganhava mais ou menos o mesmo, independentemente da qualidade do seu trabalho e quando o seu direito de tomar parte na tomada de decisões é reduzido a uma mera formalidade, você perde o interesse de tomar iniciativas e de ter um papel ativo no desenvolvimento da sociedade. E, embora Lênin estivesse errado em muitos pontos, uma das suas frases tornou-se mortalmente certa: O socialismo só pode sobreviver se provar ser uma sociedade historicamente mais progressista e isto tem que ser provado através do desenvolvimento de uma eficiência econômica maior. Na realidade, o socialismo tornou-se mais conservador que o capitalismo moderno.
As constantes levas de pessoas saindo da Alemanha Oriental foram a causa dos primeiros grandes atos públicos contra o governo. Ironicamente, o governo, que vinha tentando por mais de 30 anos evitar que as pessoas deixassem o país, agora sentia-se inseguro devido aos atos públicos que tinham como palavra de ordem o slogan "Nós ficamos aqui!", e, mais do que tudo, "Nós somos o povo!", significando que agora eles estavam determinados, pelo menos, a tomar o destino nas próprias mãos. Nos meses seguintes à derrubada das velhas lideranças, a Alemanha Oriental foi, na minha opinião, um dos países mais livres e democráticos do mundo. Mas o establishment político da A-lemanha Ocidental imediatamente percebeu ai a chance de se aproveitar da instabilidade da Alemanha Oriental, mobilizou todo o seu poder de influência e logo o slogan "Nós somos o povo" foi transformado por muitos em "Nós somos um povo", expressando com isso o desejo de uma unificação de ambos os Estados alemães. Helmut Kohl, o chanceler da Alemanha Ocidental, prometeu aos alemães orientais o céu na terra, se eles votassem nos conservadores, que eram a favor de uma unificação já, e foi o que aconteceu. No entanto, não houve unificação. A unificação deveria significar que dois países se extinguiriam para formar um novo país. Só que a Alemanha Oriental passou a ser uma parte da República Federal da Alemanha e as autoridades da velha República Federal sempre se comportam nas novas províncias do Leste como um poder colonial, com nenhuma sensibilidade para a mentalidade e a história particular do povo de lá. Em outras palavras: Nós perdemos a Guerra Fria e somos tratados agora como pessoas que perderam uma guerra.
Eu sei que há uma porção de coisas no Ocidente que eram melhores que na Alemanha Oriental, mas também havia coisas piores. Por exemplo, as leis sobre o aborto no Leste eram muito mais liberais do que no Ocidente, o sistema de educação e cuidado com as crianças era em geral melhor, o tratamento médico era absolutamente grátis, os aluguéis eram extremamente baixos... Mas, por melhores que as coisas fossem aqui, na da disso vai ser mantido, porque poderia fazer as pessoas pensarem que havia pelo menos alguma coisa na Alemanha Oriental que valia a pena ser mantida, para não falar nas novas formas de democracia que foram desenvolvidas entre novembro de 89 e março de 90.
Agora deixe-me te contar alguma coisa sobre a minha vida pessoal. Eu estava trabalhando full time para o nosso festival internacional da canção quando as mudanças aconteceram. Era costume nós recebermos mais do que o dinheiro necessário do Estado, o que, é claro, não é mais o caso. Nós fundamos uma associação para continuar mantendo o festival vivo, mas essa associação só pode trabalhar com doações voluntárias e trabalho voluntário. Assim, eu tenho que viver uma experiência completamente nova: eu mo tornei um desempregado. No momento eu tenho um emprego temporário numa pequena gravadora em Frankfurt/Main, que fica a cerca de 700 km de Berlim, de maneira que eu gasto bastante tempo em viagens de trem. A gravadora é especializada em música latino-americana e eu estou enviando com esta carta algumas de nossas gravações.
[...]
Isso é tudo por hoje. Eu espero que depois de desapontá-lo tanto você ainda esteja interessado em se corresponder comigo.
Tudo de bom pra você e para sua família

Wolfgang"
 

Membros (126)

valéria nunes Gustavo Soares de Lima Leonardo de Freitas Onofre Martin Kreuz paulo henrique matos de jesus Daniel Carvalho Thiago Bedin Bruno Leal Manuel Rolph Cabeceiras Flávio Gomes Fernanda Moura JH Jougi Guimarães Yamashita Alberto Moby Ana Paula Tavares Bruno S. Silva ..: Maryh :.. Wladimir Gomide Cristina Cardoso Noelle Drumond Sheila Cruz Thiago Pignataro Oshiro Joel Martins Cavalcante terezinha de jesus bezerra Laís Velano claudia janaina ovidio Helaine Souza MARCOS FONTINELLI Angela Sayonara - Lála
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

Membros

  • BRENO KAVALCANTE
  • Beatriz Salinas
  • Luiz Otávio Pantoja Brito Nunes.
  • Marco Aurélio Paier
  • Dayse Araújo da Silva
  • Luciana Garcia de Oliveira
  • Renata Cerqueira
  • Valmir Trentini
  • Daniel Marques
  • Liliane Santi
  • Paulino Peres
  • José Leandro
  • Bruno Leal
  • wesley ferreira prudencio
  • Mariana Luiz

Eventos

Badge

Carregando...
 

© 2009   Criado por Bruno Leal no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo