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A questão racial nos EUA.

Iniciado por Agrimaldo Melo de Figueiredo. Última resposta de Bruno Leal 6 Out, 2012. 3 Respostas

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Comentário de carlos esteves em 5 outubro 2012 às 14:13

Amigos, estou de volta, após um período complicado da minha vida.

Quando acessei o café História, um tópico que achei interessante participar foi o da Isabel Santos:

Qual a sua opinião sobre Amitivylle?

Como esta tragédia ocorreu no País que amamos, acho que vale a pena, participar. Cumprimentos para todos os membros do grupo:

Carlos Esteves.

Comentário de carlos esteves em 17 janeiro 2012 às 6:39

Leonardo, eu como já disse também amo os Estados Unidos. Com o tempo talvez eu precise sair do café história por motivos de saúde e por isso peço o seu contato de email, porque não gostaria de perder o contato com alguém que também admira os Estados Unidos.

Comentem os meus tópicos. Um abraço: Carlos Esteves.

Comentário de Gerson R. Coppes em 17 fevereiro 2011 às 2:35
alguem sabe temas usados em pesquisa sobre os indios
Comentário de samela de abreu moreira em 22 setembro 2009 às 12:13
Valeu pelo conselho eu nao irei esquecer. Boa tarde.
Só uma pergunta voce já da aula como professor de História?
Comentário de samela de abreu moreira em 22 setembro 2009 às 12:10
Boa tarde Eduardo. Eu me chamo Samela,estou no 8 período de História de uma Universidade particular de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Muito obrigada pela ajuda, eu imprimir seu comentario para melhor compreende-lo.
Eu também te enviei um e-mail para o seu endereço no yahoo.No mais espero que tenha sucesso em sua pesquisa de Mestrado e eu gostaria de acompanhar o seu trabalho bem de perto.
Comentário de Eduardo Tozzi Bonilha em 22 setembro 2009 às 12:00
Bom dia Samela! Como vai?
Chamo-me Eduardo, sou de São Paulo capital e estudo na UNESP-Franca, interior deste mesmo estado. Venho estudando o calvinismo já há algum tempo. Eu havia escrito um pequeno texto sobre passos da pesquisa, focados neste tema em específico, para você. Mas por descuido acabei por apagá-lo desta página de comentários, não conseguindo resgatá-lo. Perdido para sempre? Talvez...Pois bem, o que fazer com um tema tão interessante em mente, e a séculos de distanciamento temporal, além do distanciamento idiomático, cultural e mesmo civilizacional? Iniciaremos por definir o termo ‘calvinista’, e também calvinismo, para nós mesmos. Quem foram eles ? Quando surgiram nas colônias? Tinham mesmo influência política? Por quê? Estas e varias outras perguntas fornecerão os parâmetros iniciais para sua pesquisa. Os anglo-americanos escreveram muito e preservaram com, digamos, carinho, seus escritos, alguns deliberadamente cientes da importância histórica do que estavam produzindo como unidade ou sistema político. Eles possuíam uma variante do que havia de mais avançado em termos de meios de comunicação para a época, e sabiam como potencializar o uso destes meios. Prova disso é o volume sobrevivo de panfletos, cartas, documentos, sermões editados (que podem particularmente lhe interessar), ensaios jornalísticos, tratado políticos em forma de livros, periódicos, etc, etc. Um espaço de debate público muito bem utilizado existiu no mundo anglo-saxão do período, operacionalizado através dos meios de comunicação adequados a suas liberdades consuetudinárias. Mas esse é outro assunto!
Também acredito no papel essencial dos religiosos neste processo, em especial dos calvinistas. No entanto haviam diversas ‘ideologias’ no ar, e o calvinismo era uma entre elas. Para desenvolver sua pesquisa, sugiro a leitura de “As origens ideológicas da Revolução Americana”, de Bernard Bailyn, EDUSC, tradução Cleide Rapucci, revisão técnica Modesto Florenzano. Aliás, Modesto Florenzano foi, e é, um dos maiores conhecedores do tema no Brasil, sua obra deve ser consultada, a meu ver. Baylin cita diversas obras e autores que tratam de tópicos específicos sobre o tema, onde você certamente localizará o contexto discursivo onde se encaixará seu ‘objeto’. A partir daí, as fontes estarão quase todas em inglês. Mas você não precisa ler ‘tudo’ o que estes autores leram, até porque as hipóteses prévias e os objetivos deles em pesquisa são produtos subjetivos, que dizem respeito a inquietações intelectuais íntimas, como ‘quase’ sempre há de ser (pesquisas financiadas por empresas ou grupos privados geralmente possuem um caráter diferenciado da construção historiográfica que se faz com financiamento publico, isto é notório)! Conforme seu objeto/ objetivo for se tornando mais e mais claro, você garimpa, pinça, arquiva, traduz e analisa o que for pertinente aos seus propósitos específicos.
As hipóteses iniciais de uma pesquisa são pontos de partida e não pontos de chegada. A cada nova descoberta que fazemos estas hipóteses são colocadas em ‘confronto’ com as evidências, e são remodeladas com honestidade intelectual e apego a verdade, ainda que o conceito de verdade em história seja assunto para encher bibliotecas e bibliotecas de livros sobre. Mas sabemos o que quero dizer. Em suma, não forçar os achados a se adequarem a nossas hipóteses prévias. É um processo trabalhoso e que exige mais que racionalidade e lógica, exige coerência com os objetivos acadêmicos/científicos primordiais, compreender e melhorar a condição humana, e certamente vale à pena! O contexto lingüístico, cultural e político do período são excitantes (pelo menos para nós não é?!). Você de quebra vai desenvolvendo competência em outro idioma!
Tenho bastante material sobre o tema e te repasso conforme seu projeto tomar forma tá? Por enquanto boa sorte, parabéns pela escolha e um abraço amigo! Edu.
Comentário de samela de abreu moreira em 21 setembro 2009 às 16:14
Ola eu estou fazendo meu Projeto de pesquisa sobre "A influencia dos calvinistas no processo de independencia das 13 colonias-1776",caso alguém tenha alguma sugestao de material ou queira ajuda eu ficaria muito grata
Comentário de Leila Ossola em 13 julho 2008 às 18:03
Ainda sobre este tema, não podemos esquecer a rivalidade entre Portugal e Espanha pela descoberta de novas terras, penso que nosso "descobrimento" pelos portugueses não foi em si o que tornou nosso país "menos rico financeiramente" que os EUA. Se analisarmos como se constituiu nossa cultura brasileira, veremos que ela é o somatório da cultura do índio, do negro e do branco que mais tarde passou a ter influência americanizada e o fácil acesso à imigração - especialmente a partir de 1875 - para ajudar nas lavouras cafeeiras (muito por causa dos escravos que depois quando em 1888 foi assinada a Lei Áurea sairam correndo abandonando tudo em busca de uma falsa liberdade) . O nosso "branco" inicial, não eram apenas fidaldos. Na frota de D.João VI quando de sua chegada ao Rio (200 anos atrás) não tínhamos quase nobres e imagine a mentalidade das pessoas... bom isso é o início apenas de uma troca de idéias .
Comentário de Leila Ossola em 13 julho 2008 às 17:56
Olá Thales, transcrevo um texto do InfoEscola sobre a colonização americana para que depois possamos ir tentando entender as diferenças ok?

A história dos Estados Unidos da América, hoje conhecida por nós, inicia-se a partir do século XVI, quando exploradores europeus aportaram no lado norte do continente americano. Até então, apenas nativos habitavam no local, a partir dessa conexão com o continente europeu, os Estados Unidos passaram a ser colônia da Inglaterra. Inicialmente estes colonizaram a parte leste do país, o que corresponde ao litoral que é banhado pelo oceano Atlântico. Logo depois a parte central foi colonizada pela França e a parte sudeste e sudoeste pela Espanha.

Pessoas de vários grupos sociais, políticos e religiosos vieram habitar o novo mundo, por diversos motivos diferentes. A razão que levou a Inglaterra a tentar a colonização da América do Norte não foi a ambição de tornar-se um Império Colonial, mas o interesse no comércio e na superpopulação da nação, pois muitas pessoas buscaram o Novo Mundo em busca da liberdade religiosa.

As primeiras colônias que a Inglaterra tentou estabelecer, ao contrário do que se esperava, não tiveram sucesso. Entre as razões que provocaram esse resultado, destacam-se o rigoroso inverno, as constantes batalhas com os índios e a falta de suprimentos. Uma das colônias mais bem-sucedidas foi a região que atualmente é a Carolina do Norte. Porém, devido à Guerra com a Espanha, a Inglaterra esteve ausente durante aproximadamente três anos, e quando voltaram não mais encontraram os colonos, todos haviam desaparecido. Encontraram apenas uma palavra desconhecida e misteriosa escrita em uma árvore: “CROATOAN”.

Na região da Virgínia foi onde se estabeleceu a primeira colônia ou assentamento, e abrigava desde então diversas pessoas de nacionalidades, culturas e religiões diferentes. Não havia apenas britânicos, mas espanhóis, franceses, alemães, irlandeses e italianos. Chamava-se Jamestown por ser próximo ao Rio James. Dentro dessa colônia foi desenvolvida a exploração de minerais, mais especificamente o ouro. Por causa disso a situação da colônia se agravou um pouco. As pessoas já não viviam em comunidade devido às suas diferenças. Passaram, então, a trabalhar em busca da riqueza para si mesmos, o que diminuiu ainda mais a capacidade de relacionarem-se em comunidade ou de defenderem-se mutuamente. Mais tarde, foram enviados vários homens para a colônia, o que só agravou a situação, já que estes não tinham família e portanto estavam vivendo somente em função de seus próprios interesses.

Por pouco Jamestown não foi completamente destruída. Primeiramente enfrentando uma seca e logo depois um inverno rigoroso, o assentamento estava carente de alimentação. Há historiadores que afirmam que houve até práticas de canibalismo dentro da colônia. Boa parte da população morreu. O assentamento foi salvo graças a John Smith, o qual apesar de pressionar os colonos com seu ideal: “sem trabalho, sem comida”, conseguiu êxito em sua iniciativa de aproximar-se de uma índia, filha de um chefe indígena, chamada Pocahontas, a qual forneceu alimentação para Jamestown.

A colônia abandonou a busca aos minerais para investir no cultivo de tabaco, pois não encontraram ouro na região e viram que o cultivo era muito mais rendoso. A mão-de-obra utilizada, a princípio, era livre, mas devido aos altos custos, a mão-de-obra escrava passou também a ser utilizada.

Os agricultores passaram a se distanciar uns dos outros por quilômetros de plantação e a economia da colônia passou a ser baseada exclusivamente no cultivo do tabaco. Esses fatos provocaram a descentralização da região da Virgínia. Grupos religiosos também não conseguiram se desenvolver nessa região, ao contrário da Nova Inglaterra.
O segundo assentamento, localizado no Nordeste dos Estados Unidos, foi chamado de Nova Inglaterra e fundado por dois grupos religiosos diferentes: os peregrinos, que queriam sair da Igreja da Inglaterra e os puritanos, que queriam reformá-la.

As colônias que correspondem, atualmente a Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware e Maryland localizavam-se na região central e caracterizavam-se também pela diversidade de culturas.

Além da Virgínia, a Carolina do Norte, a Carolina do Sul e a Geórgia localizavam-se na região Sul. A parte da população que não tinha muita instrução concentrou-se em atividades como caça e agricultura e divertiam-se através do jogo, acompanhado de bebidas alcoólicas. A parcela da população com melhores condições construiu grandes casas e passou a imitar o modo de viver britânico, que conheciam através de revistas vindas da Europa.

A escravidão nessa região teve um caráter bastante opressor e era passada entre as gerações. Os escravos trabalhavam em plantações de tabaco e arroz, bem como nas casas dos seus senhores, e não possuíam nenhum tipo de direito legal.

A partir da década de 1750 as relações entre as Treze colônias britânicas na América do Norte e a Inglaterra passaram a se deteriorar e iniciou-se a luta pela independência dos Estados Unidos da América.
 

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