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A questão racial nos EUA.

Iniciado por Agrimaldo Melo de Figueiredo. Última resposta de Bruno Leal 6 Out, 2012. 3 Respostas

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Comentário de Rodrigo Pedroso em 26 julho 2016 às 17:41
Estou divulgando meu livro que acaba de ser publicado, quem puder ajudar na divulgação ou tiver interesse em adquirir uma cópia acesse o link, http://www.pacolivros.com.br/Vestindo_ainda_mais_a_bandeira_dos_EUA...
Obrigado pelo apoio.
Comentário de Rodrigo Pedroso em 2 junho 2016 às 10:24

Artigo publicado na Revista Cordis:

Entre ficção e realidade: Robocop e a crítica do colapso da sociedade neoliberal

Lilian Marta Grisolio Mendes, Rodrigo Aparecido Araújo Pedroso

Resumo


O objetivo principal deste artigo é analisar como as três produções cinematográficas do personagem Robocop (1987-1993) estabeleceram um diálogo crítico com determinadas políticas sociais e econômicas do projeto neoliberal que estavam sendo implementadas nos EUA no período em que foram produzidas.

Palavras-chave

Ficção científica; Cinema; Neoliberalismo

http://revistas.pucsp.br/index.php/cordis/article/view/28095/19767

Comentário de Rodrigo Pedroso em 13 janeiro 2016 às 13:30

DIVULGANDO

Artigo publicado, na REVISTA CONTEMPORÂNEA. Quem quiser ler é só fazer o download o nome do texto é:

"A Guerra do Vietnã e suas representações nas histórias em quadrinhos do Capitão América (1965 - 1970)"

http://www.historia.uff.br/nec/revista-contemporanea-dossie-8-guerr...

Comentário de carlos esteves em 5 outubro 2012 às 14:13

Amigos, estou de volta, após um período complicado da minha vida.

Quando acessei o café História, um tópico que achei interessante participar foi o da Isabel Santos:

Qual a sua opinião sobre Amitivylle?

Como esta tragédia ocorreu no País que amamos, acho que vale a pena, participar. Cumprimentos para todos os membros do grupo:

Carlos Esteves.

Comentário de carlos esteves em 17 janeiro 2012 às 6:39

Leonardo, eu como já disse também amo os Estados Unidos. Com o tempo talvez eu precise sair do café história por motivos de saúde e por isso peço o seu contato de email, porque não gostaria de perder o contato com alguém que também admira os Estados Unidos.

Comentem os meus tópicos. Um abraço: Carlos Esteves.

Comentário de Gerson R. Coppes em 17 fevereiro 2011 às 2:35
alguem sabe temas usados em pesquisa sobre os indios
Comentário de samela de abreu moreira em 22 setembro 2009 às 12:13
Valeu pelo conselho eu nao irei esquecer. Boa tarde.
Só uma pergunta voce já da aula como professor de História?
Comentário de samela de abreu moreira em 22 setembro 2009 às 12:10
Boa tarde Eduardo. Eu me chamo Samela,estou no 8 período de História de uma Universidade particular de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Muito obrigada pela ajuda, eu imprimir seu comentario para melhor compreende-lo.
Eu também te enviei um e-mail para o seu endereço no yahoo.No mais espero que tenha sucesso em sua pesquisa de Mestrado e eu gostaria de acompanhar o seu trabalho bem de perto.
Comentário de Eduardo Tozzi Bonilha em 22 setembro 2009 às 12:00
Bom dia Samela! Como vai?
Chamo-me Eduardo, sou de São Paulo capital e estudo na UNESP-Franca, interior deste mesmo estado. Venho estudando o calvinismo já há algum tempo. Eu havia escrito um pequeno texto sobre passos da pesquisa, focados neste tema em específico, para você. Mas por descuido acabei por apagá-lo desta página de comentários, não conseguindo resgatá-lo. Perdido para sempre? Talvez...Pois bem, o que fazer com um tema tão interessante em mente, e a séculos de distanciamento temporal, além do distanciamento idiomático, cultural e mesmo civilizacional? Iniciaremos por definir o termo ‘calvinista’, e também calvinismo, para nós mesmos. Quem foram eles ? Quando surgiram nas colônias? Tinham mesmo influência política? Por quê? Estas e varias outras perguntas fornecerão os parâmetros iniciais para sua pesquisa. Os anglo-americanos escreveram muito e preservaram com, digamos, carinho, seus escritos, alguns deliberadamente cientes da importância histórica do que estavam produzindo como unidade ou sistema político. Eles possuíam uma variante do que havia de mais avançado em termos de meios de comunicação para a época, e sabiam como potencializar o uso destes meios. Prova disso é o volume sobrevivo de panfletos, cartas, documentos, sermões editados (que podem particularmente lhe interessar), ensaios jornalísticos, tratado políticos em forma de livros, periódicos, etc, etc. Um espaço de debate público muito bem utilizado existiu no mundo anglo-saxão do período, operacionalizado através dos meios de comunicação adequados a suas liberdades consuetudinárias. Mas esse é outro assunto!
Também acredito no papel essencial dos religiosos neste processo, em especial dos calvinistas. No entanto haviam diversas ‘ideologias’ no ar, e o calvinismo era uma entre elas. Para desenvolver sua pesquisa, sugiro a leitura de “As origens ideológicas da Revolução Americana”, de Bernard Bailyn, EDUSC, tradução Cleide Rapucci, revisão técnica Modesto Florenzano. Aliás, Modesto Florenzano foi, e é, um dos maiores conhecedores do tema no Brasil, sua obra deve ser consultada, a meu ver. Baylin cita diversas obras e autores que tratam de tópicos específicos sobre o tema, onde você certamente localizará o contexto discursivo onde se encaixará seu ‘objeto’. A partir daí, as fontes estarão quase todas em inglês. Mas você não precisa ler ‘tudo’ o que estes autores leram, até porque as hipóteses prévias e os objetivos deles em pesquisa são produtos subjetivos, que dizem respeito a inquietações intelectuais íntimas, como ‘quase’ sempre há de ser (pesquisas financiadas por empresas ou grupos privados geralmente possuem um caráter diferenciado da construção historiográfica que se faz com financiamento publico, isto é notório)! Conforme seu objeto/ objetivo for se tornando mais e mais claro, você garimpa, pinça, arquiva, traduz e analisa o que for pertinente aos seus propósitos específicos.
As hipóteses iniciais de uma pesquisa são pontos de partida e não pontos de chegada. A cada nova descoberta que fazemos estas hipóteses são colocadas em ‘confronto’ com as evidências, e são remodeladas com honestidade intelectual e apego a verdade, ainda que o conceito de verdade em história seja assunto para encher bibliotecas e bibliotecas de livros sobre. Mas sabemos o que quero dizer. Em suma, não forçar os achados a se adequarem a nossas hipóteses prévias. É um processo trabalhoso e que exige mais que racionalidade e lógica, exige coerência com os objetivos acadêmicos/científicos primordiais, compreender e melhorar a condição humana, e certamente vale à pena! O contexto lingüístico, cultural e político do período são excitantes (pelo menos para nós não é?!). Você de quebra vai desenvolvendo competência em outro idioma!
Tenho bastante material sobre o tema e te repasso conforme seu projeto tomar forma tá? Por enquanto boa sorte, parabéns pela escolha e um abraço amigo! Edu.
Comentário de samela de abreu moreira em 21 setembro 2009 às 16:14
Ola eu estou fazendo meu Projeto de pesquisa sobre "A influencia dos calvinistas no processo de independencia das 13 colonias-1776",caso alguém tenha alguma sugestao de material ou queira ajuda eu ficaria muito grata
 

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