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Permalink Responder até Catharina Mattos em 18 abril 2011 at 20:13
Permalink Responder até Paulo Henrique Santos da Silva em 17 agosto 2011 at 19:51
Catharina, os mistérios da ODESSA pouco foram descobertos, até porque diferentes indícios foram encontrados décadas depois, quando quase todos os envolvidos não estão mais vivos para confirmá-los.
Hoje sabemos que não era um grupo agindo solitário, mas um emaranhado de organizações que cooperaram para a fuga e reabilitação de oficiais do alto escalão de Hitler. Dentre elas destacam-se a Igreja Católica e grupos de empresas alemãs.
Permalink Responder até Paulo Henrique Santos da Silva em 17 agosto 2011 at 20:02
Estava a observar alguns estudos sobre a ODESSA. Ainda temos poucas provas e muitas dúvidas, mas dentre as provas é certo a colaboração de entidades religiosas como o Vaticano no roteiro de fuga dos criminosas de guerra da Europa, bem como na aquisição de falsas identidades e recepção na América do Sul.
A ODESSA foi criada com o intuíto de perpetuar os objetivos Nazi-facistas, despertando o interesse de empresários e do clero visto crescimento global do bolchevismo. Visavam construir novas armas e voltar ao cenário europeu (que nunca aconteceu), mas ao final dedicaram-se em esconder não só seus integrantes, mas a legitimidade da organização. Ditadores nacionalistas na América do Sul se encarregaram de afrouxar as régias e fazer vista grossa a entrada de Nazistas em seus países, fechando assim, esse ciclo de fuga e impunidade de alguns dos maiores criminosos do século 20.
Permalink Responder até Bruno Leal em 16 março 2012 at 9:53
Amanda, não há documentos que comprovem o surgimento desta organização.
O que existiu no pós-guerra foi uma rede informal, assimétrica e pouco ideológica que ajudou colaboracionistas e criminosos de guerra que tinham dinheiro para tal. Inclusive, instituições como a Igreja Católica e a Cruz Vermelha acabaram sendo manipuladas para assegurar a segurança dessas pessoas.
Permalink Responder até Luiz Carlos da Silva Coelho em 29 janeiro 2013 at 9:36
O filme, não lembro o nome do diretor,O dossiê de Odessa talvez seja uma alternativa interessante para uma melhor compreensão do assunto. Já ouvi comentários de pessoas sérias, de que Hitler teria morrido no MS, Brasil. Vale pesquisar.
Abraços.
Luiz Carlos
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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