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Permalink Responder até Amanda Schmidt em 13 agosto 2010 at 22:14
Permalink Responder até Guilherme Evandro de Oliveira em 9 julho 2011 at 18:23
Penso que as reais intenções do governo nazista era ampliar o território alemão de forma a englobar o que constituia, pelas idéias de seu líder, povos e espaços para uma nação germânica.
Conquistar o mundo seria um feito impossível, e Hitler sabia disso.
Permalink Responder até Cesar Augusto Diniz Costa Junior em 24 julho 2011 at 10:57
Permalink Responder até Sandro Martins em 28 julho 2011 at 12:48
Permalink Responder até Guilherme Evandro de Oliveira em 28 julho 2011 at 22:58
Permalink Responder até Sandro Martins em 28 julho 2011 at 12:50
Caros Senhores (as),
Este tópico impõe uma preliminar: quais são os territórios germânicos? Depois que estes forem listados, poderemos continuar com o debate.
Permalink Responder até Guilherme Evandro de Oliveira em 1 agosto 2011 at 22:14
Território germânicos? Bem, pelo que me lembro são a Alemanha, Austria e partes da Polônia, França e Tchecoslováquia. Espaços historicamente ocupados por povos germânicos. Por exemplo, Alsácia e Lorena, mesmo tendo maioria da população germânica, hoje pertencem a França. Já a Silésia, pertencem a Polônia e República Tcheca, e não possuem uma expressiva população germânica.
É claro que por trás disso ( o "Espaço Vital") existem outros interesses, como carvão, gás, ferro e outras coisas do tipo. Eu concordo que o lance do território germânico era apenas uma justificativa que seria passada ao povo.
Permalink Responder até Sandro Martins em 1 agosto 2011 at 23:50
Permalink Responder até Paulo Henrique Santos da Silva em 17 agosto 2011 at 18:19
Apenas os territórios históricamente ocupados pelos povos de origem germânica não dariam suporte para sustentação de tamanho império. Não há grandes campos de centeio, minas de carvão, ou reservas petrolíferas na Europa central; isso obrigava Hitler e seus sonhos maquiavélicos a rumar a contínuas guerras por interesses diversos.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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