Grupo dedicado ao estudo do Império Russo (1721-1917) e ao estudo da Dinastia Romanov.
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Iniciado por Joaes Alves 30 Maio. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por jose g. flavio. Última resposta de Isabel Santos 22 Nov, 2012. 2 Respostas 1 Curtiu isto
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Iniciado por sandra c. 14 Nov, 2010. 0 Respostas 1 Curtiu isto
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No imperio ruso existia um dito "vocee vai acabar ussando o ggorro do tzar" ,isso signficaba ir para o exercito,por que ir para o mesmo significaba o pior que poderia acontecer com uma pessoa ,por que a vida ali era um verdadeiro inferno,muitos eram comdenadas a penas de carcere e depois os faziam completar a pena ali ,o escrito Feodor Dostoieswski ccumpriu o final da pena na siberia ,com cuatro anos de servicco no mesmo exercito do tzar.
Durante la rusia pre revolucionaria ,fue comun que los nobles hhablarran frances ,se nutrieran de la cultura francesa compraran libros para sus bibliotecas,escucharan compositorres franceses y muchos fueron a estudiar a francia,por eso muchos historiografos rusos utilizan ese argumento para establecer que ese fue uno de los motivvos de la revolucio rusa.Pero no debemos olvidar que aqui en sudamerica fue muy comun que los hijos de las oligarquias patricias hicieran lo mismo,pero no por eso los condenamos ,lo que ocurre es que Paris era la cuna de la cultura internacional sobr todo durante el SXIX y gran parte del XX.
Rasputin o el monge loco como lo llamaron fue un personaje oscuro que como bien dice la historia paso como una persona nefasta para la familia real,destruyo su reputacion que le llevo 300 años crear,una época de esplendor donde el hhonor,los valores,las buenas costumbres fueron enterradas para ssiempre,los pocos descendientes que quedan son reminiscencias de un pasado que se apago con los ultimos valses en el palacio del zar.E zarismo supo articular y gobernar un gran imperio que iba hasta los confines de la frontera con china ,fue una potencia que supo articular la poitica de su tiempo.
Comentário de Isabel Santos em 22 novembro 2012 às 12:21 É com muito orgulho, que entro como membro nesse grupo, pois trás a minha lembrança a Última Família Real da Rússia, sobre os quais tenho um blog, vídeos e fotos.
Isabel Santos.
Comentário de Paulo Henrique Santos da Silva em 8 junho 2012 às 20:09 A história do Imperio Russo e dos Romanovs é encantadora aos detalhes da história. História de uma monarquia e alta nobreza não mais suportadas a plebe esquecida. Romantica e trágica, excêntrica e tradicional, fornece aspectos históricos de grande avalia para entendermos melhor o presente e o curso até ele.
Gostaria de reunir informações sobre os esforços das nações ocidentais e do Império Japonês para a libertação dos Romanovs já presos em cativeiro.
Adorei saber da existência desse grupo! Sempre gostei de hisótira russa e dos Romanov. Imagino que um tema instigante seriam os governos de mulheres durante o século XVIII, quase sempre por usurpação. Não esqueçamos de que Catarina II, a Grande, não era uma Romanov (assim como, provavelmente, seu filho, Pavel/Paulo - I).
O Professor Luis Fernando Silva Pinto, da Escola de Administração da FGV, não é historiador, e escreveu seu livro "A Estratégia Romanov e os Meninos Falcão" para administradores, mas é uma delícia de ler os conhecimentos históricos que ele apresenta. Segundo ele, até o reinado de Teodoro I, irmão de Ivan VI, e Pedro I, o Grande, as mulheres não conviviam com os homens na corte russa. Apenas a abolição desse costume, e a adoção de hábitos cortesãos "à européia", o que significava, no século XVII, "à francesa", é que permitiu não apenas a regência de sua irmã, Sofia, durante a minoridade de seus irmãos, como também o governo de mulheres no speculo XVIII.
Só para constar, após a morte de sua mãe, Paulo I instituiu a lei sálica na rússia, para que mulheres como ela jamais voltassem a usurpar o trono.
Comentário de Jose Antonio Barros Freire em 1 agosto 2010 às 22:22
Comentário de Sandra Gomes em 6 abril 2010 às 9:58
Comentário de Geraldo em 5 abril 2010 às 12:53 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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