Grupo destinado a todos os que estudam ou trabalham assuntos ligados a História do Brasil
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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:07 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Comentário de aldriana do rocio alves em 1 abril 2013 às 13:28 Olá, estamos divulgando uma nova página.
Se tiver interesse no assunto, venha nos visitar...
Hoje começaremos a postar sobre a História do Homoerotismo Feminino e também sobre o Choque Cultural Entre Espanhóis e Nativos Na Conquista da América...
http://www.facebook.com/pages/Ciências-Humanas/117839921734234
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 24 março 2013 às 10:05 O Historiante está em busca de novos autores/colaboradores. Você que cursa história ou que já é historiador(a), faça já sua inscrição.
O Historiante tem por objetivo democratizar o conhecimento histórico, utilizando-se de uma linguagem leve e acessível para o público em geral, focando em estudantes e professores do ensino fundamental e médio, porém, com um rigor teórico acadêmico que garante a qualidade dos textos.
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 24 março 2013 às 10:04 Mas será que Tiradentes não foi um herói inventado? A historiografia recente mostra que este homem não foi nada do que dizem ser. O nosso Tiradentes, herói nacional após a proclamação da República, era considerado um vilão até 15 de Novembro de 1889. Tiradentes provavelmente foi apenas um bode expiatório de uma revolução que estava mais preocupada com o quinto do ouro das Minas Gerais que era envias a Portugal. A clássica imagem de Tiradentes (de barba e cabelo comprido) é ilusória. Ele nunca possuiu cabelos compridos, nem barba. Seja em sua época de militar (posto que os membros do do exército devem moderar a quantidade de pelugem pelo rosto), seja em seu período na prisão (os pelos eram cortados a fim de evitar piolhos), ou mesmo no momento de sua execução (todos os condenados à forca deveriam ter a cabeça e a barba raspadas, para expor bem o rosto).
Leia mais - http://ohistoriante.com.br/tiradentes-inconfidencia-mineira.htm
Comentário de Renato Elias em 11 março 2013 às 22:29 Caro Henrique, existe um pequeno equivoco na suposta divisão da história do Brasil... seria a primeira fase chamada de Brasil colônia ou colonial. A segunda fase Império é justamente a monárquica.
Comentário de Henrique Gois Santos em 11 março 2013 às 11:47 Ao analisar a história do Brasil, percebe- se que ocorre três divisões: monarquia, império e república. Na primeira, foi quando o Brasil foi colônia de Portugal por mais de trezentos anos; na segunda, o Brasil ficou independente de Portugal e começou a se desenvolver, na terceira, houve o fim da escravidão, separação entre igreja e estado, e o Brasil se desenvolveu de fato.
Comentário de Bernardo Schmidt em 8 março 2013 às 20:31 A Biografia Definitiva de JÂNIO QUADROS:
Parte 1 - http://ning.it/13KD5w3
Parte 2 - http://ning.it/13KDbUk
Oi! Estou desenvolvendo uma monografia sobre a cultura Cabocla na região do Contestado, se ela existe nos dias atuais. Agradeço a indicação de artigos, revistas, teses.
Comentário de Alexandre Alves Dias em 26 janeiro 2013 às 9:55 Preciso de indicações bibliográficas sobre o teatro no Brasil colonial, principalmente em Pernambuco, na primeira metade do século XVIII.
Comentário de Carlos Nero Costa em 13 setembro 2012 às 12:18 Os membros podem participar do meu fórum de História onde se encontra um quadro com vários tópicos dedicados à História do Brasil: História Universal
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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