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História do Brasil

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História do Brasil

Grupo destinado a todos os que estudam ou trabalham assuntos ligados a História do Brasil

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Última atividade: 3 Dez

Brasil - Cinco Séculos de História

A produção de história do Brasil tem se tornado cada vez mais madura nos últimos anos. Desde os primeiros historiadores brasileiros, como Capistrano de Abreu aos mais conemporâneos, como José Murilo de Carvalho, a escrita da história no Brasil amadureceu bastante, contribuíndo enormemente para a elucidação de questões de grande interessa social.

Este espaço dedica-se ao debate de questões envolvendo História do Brasil. Divulgue sua pesquisa, tire suas dúvidas e, principalmente, debata com os demais membros!

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Identidade Nacional 4 respostas 

Iniciado por Maryna Sousa. Última resposta de Romulo Claudio da Silva Santos 17 Nov.

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coronelismo: coronel x fazendeiro escravocrata 1 resposta 

Iniciado por SERGIO ROBERTO. Última resposta de Alvaro Pacheco Rodrigues 13 Out.

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Iniciado por Jose Antonio Lima. Última resposta de Jose Antonio Lima 2 Abr.

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Claudio Estevam Comentário de Claudio Estevam em 4 novembro 2009 às 15:22
CICLO DE PALESTRAS.
MARIGHELLA VIVE
UMA HOMENAGEM A ESTE GRANDE BRASILEIRO.
DEBATES E LANÇAMENTO DE LIVROS.
DIAS 11, 12 E 13 DE NOVEMBRO.
LOCAL: ASSOCIAÇÃO SHOLEM ALEICHEM (ASA) RUA São Clemente, 155 – BOTAFOGO -(próximo à estação do metrô BOTAFOGO) - RIO DE JANEIRO.
HORÁRIO: DAS 19h00min até 21h00min h.
INSCRIÇÕES GRATUITAS PELO EMAIL: cemobafluminense@terra.com.br
Ou na ASA, duas horas antes da abertura (dia 11/11 das 17h00min até 18h45minh). VAGAS LIMITADAS.

PROGRAMAÇÃO
11/11/09 - Quarta-feira – ESTADO, AUTORITARISMO E VIOLÊNCIA
JOÃO BATISTA DAMASCENO (MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO JUIZES PARA A DEMOCRACIA).
12/11/09 – Quinta-feira – O ATO INSTITUCIONAL Nº 5 e a REPRESSÃO - Professor RUBIN S. LEÃO DE AQUINO (AUTOR DE LIVROS DE HISTÓRIA).
13/11/09 – Sexta-feira – “CARLOS, A FACE OCULTA DE MARIGHELLA” - EDSON TEIXEIRA – PROFESSOR E ESCRITOR e “MARIGHELLA E A ALN”
CARLOS EUGÊNIO PAZ – ESCRITOR, MILITANTE E DIRIGENTE DA ALN.

VENHA E PARTICIPE!
Para se inscrever envie: Nome, endereço, profissão, endereço de e-mail. E aguarde a confirmação da sua inscrição.
Visite nosso site: www.cemobafluminense.com.br
Apoio: Associação Sholem Aleichem.
Regina Gonçalves Comentário de Regina Gonçalves em 2 novembro 2009 às 9:26
Olá sou formada em matemática e desde cedo gosto de história. Para ajudar as pessoas a deixarem de ter medo da matemática acabei por começar a escrever mostrando em formas de aventura como a matemática fez parte de momentos cruciais na história mundial nas estratégias ou em forma de enigmas.... Isso desenvolveu uma série chamada Caio Zip, o viajante do tempo.
Esta série já possui versão em inglês e francês e agora será publicada na Coreia por uma grande editora até março de 2010.

Um dos livros da série chama-se " D Pedro II e o Jornalista Koseritz"

Neste livro o viajante do futuro junto ao personagem real , o jornalista teuto-gaucho terão a missão de entrevistar o imperador.

Baseado em uma densa pesquisa este livro, que também foi escrito por Regis Almeida Rosa, mostra em forma de debate uma visão critica sobre o desenvolvimento , a imigração, o reflorestamento , a escravidão a guerra do Paraguai, a educação e como tudo isto ainda reflete em nossos dias.
Quem tiver interesse em conhecer este livro

http://www.caiozip.com/int0.htm

Vocês também verão no livro as descrições do Rio antigo, discussão sobre educação com Rui Barbosa e conversa na confeitaria com Machado de Assis, Chiquinha Gonzaga , Cruz e Souza e outros.

O livro tem uma longa bibliografia constando principalmente "Imagens do Brasil" de Karl Koseritz com relatos um jornalista que viveu e atuou na época do Império e relata suas entrevistas com D Pedro II.
Alvaro Pacheco Rodrigues Comentário de Alvaro Pacheco Rodrigues em 16 outubro 2009 às 11:40
BRIZOLA

Filho do trabalhismo getulista, Leonel Brizola jamais deixou de enaltecer Getúlio Vargas, lembrando os projetos e realizações nacionalistas de seu governo constitucional, e preferindo esquecer o ditador do Estado Novo, que flertava com o fascismo italiano.

Nos tempos de João Goulart, ele era tido (não sem razão) como "incendiário" e provável sucessor presidencial de seu genro. Quando voltou do exílio, no estertor da ditadura militar (1979), havia "baixado o fogo", mas continuou sendo o que sempre foi: um político polêmico e, não raro, desconcertante.

Natural de Cruzinha ( Rio Grande do Sul), Brizola conquistou o amor apaixonado do Rio de Janeiro, mas não conseguiu se fazer querido em outros estados: os paulistas sempre o rejeitaram.Candidato ao governo do Rio, quase teve sua eleição "garfada". Nunca se esclareceu, convenientemente, o episódio Pro-Consult, no qual, segundo ele, a Rede Globo teria se envolvido até o pescoço.
(O texto completo encontra-se no meu blog)
robson rony r. pereira Comentário de robson rony r. pereira em 10 outubro 2009 às 16:25
Olá, estou escrevendo sobre o surgimento das favelas nos morros cariocas, se tiver alguém que trate do mesmo tema e possua algum material pra comparilhar comigo ficarei imenssamente agradecido!
Cristina leite Comentário de Cristina leite em 26 setembro 2009 às 12:18
Concordo com você Crystiane, acho que o que o processo histórico é movido pelas "razões" humanas. E o problema está exatamente na certeza que cada ser humano tem de estar com a razão; a história nos mostra como várias pessoas dotadas de razão foram e são capazes de atos que nos fazem refletir sobre a racionalidade do homem. As guerras estão ai para nos mostrar com que finalidade a razão tem sido usada: destruição e morte.
Cristina.
crystiane souza Comentário de crystiane souza em 25 setembro 2009 às 22:59
Olá sou cientista social e essa semana na escola vi um video sobre o nazismo onde vi a citação " A história não é a senhora da razão" achei interessante, e gostaria de saber de alguem concorda ou discorda, eu acredito que pelo contrário as razões são sim as senhoras e donas da história....Crystiane
Fernando Faganello Madeira Comentário de Fernando Faganello Madeira em 24 setembro 2009 às 14:37
Olá.
Pessoal, sou da área de Informática, Analista de Sistemas e estou estudando história do Brasil para o concurso da EsAEx do Exército Brasileiro. Me interesso muito pela história também. Gostaria de saber se alguém sabe indicar, como conteúdo complementar, algum local ou cursos vendidos com vídeo-aula. Caso alguém tenha uma indicação de algo sério e interessante favor me responder por aqui ou pelo email nandofaga@gmail.com.

Abraços!
Paulo Balbino - Balboa Comentário de Paulo Balbino - Balboa em 22 setembro 2009 às 22:03
Olá pessoal! Procuro bibliografias relevantes sobre os escravos no Brasil após a abolição. Alguém pode me ajudar?

Abraço a todos
marcos alexandre belote Comentário de marcos alexandre belote em 23 agosto 2009 às 7:55
Acredito que podemos até falar em "histórias dos Brasils".
Michel Goulart Comentário de Michel Goulart em 21 agosto 2009 às 16:04
Seja bem vinda, Camila. Um beijão
 

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Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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