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Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 16 outubro 2012 at 7:54
Àqueles que não acreditam em Deus, existe uma fórmula muito simples, que independe de religião: a busca de si mesmo. Desafio qualquer um a fazê-lo com profundidade e assim o fazendo, encontrará no mais íntimo de seu íntimo, a fagulha da essência divina. A partir dai, você não conseguirá mais negá-lo. Sou humana, demasiadamente humana como Nietzsche dizia, porém com uma diferença: na minha humanidade experimentei a Deus. Então, quando vejo alguns tremendamente convictos de que Deus é uma farsa, que é tolice acreditar na sua existência, vêm-me à mente as palavras de Paulo o Apóstolo: "Porque a sabedoria dos sábios é loucura para Deus..." A maioria mistura a crença com a religião, só consegue pensar em Deus como Instituição e só consegue pensar em fé como um arcabouço de regras e tradições que devem ser praticadas. Alguns sequer sabem que acreditam porque dão nomes diferentes à mistura de sentimentos que vai em suas almas. É Esse Deus Desconhecido que eu vos prego, dizia São Paulo. É Desse Deus desconhecido que eu vos falo". Desse Deus seu nome, que se intitula "Aquele que É", ou "Eu Sou". A resposta sobre Deus está em cada humano, demasiadamente humano.
Permalink Responder até Mateus Cruz em 19 outubro 2012 at 17:45
Acredito que o que leva o individuo a acreditar em Deus é falta de procura por outra explicação. Todo mundo dizendo ao redor de um garoto de um tal deus, o que levaria o garoto a pensar de outra forma?
Além disso, essa crença é confortavel para aqueles que tem medo de viver apenas por viver.
Permalink Responder até Rafael Freitas em 21 outubro 2012 at 1:19
Na biblia cristã há duas invenções deus da maldade que queima sodomitas e jesus da bondade que da a outra face.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 22 outubro 2012 at 7:38
Voce misturou duas coisas: O deus de maldade que voce se refere se baseia no Antigo Testamento portanto, Bíblia judaica. O Jesus de bondade no Novo Testamento, essa sim de origem cristã.
meus amigos,fé para mim é dom e infelizmente eu não a tenho,religião pra mim é comércio eu acredito na ciência e ponto final.nada contra a fé de vcs valeu!tenha um bom feriado.
Permalink Responder até igor aquino de pinho em 26 maio 2013 at 19:54
Um sonho, sonhei com Jesus, ele me dava um quadro com desenhos de pegas na areia. No outro dia vi um texto: PEGADAS NA AREIA, a mensagem central do texto era, nunca vou sair do seus lado. Deus é tudo!
Uma pergunta inteligente!!! Por isso uma resposta à altura.
- O que leva um indivíduo a acreditar em Deus é o mesmo motivo que leva o indivíduo a colocar em cheque a manifestação espiritual Dele. Ou o mesmo motivo que leva o individuo a acreditar em suas próprias forças.
Permalink Responder até Cristiano Moreira em 8 junho 2013 at 13:02
Como um bom feuerbachiano entendo que primeiramente o medo fez surgir a necessidade de acredita em um ser superior e a este foi atribuído uma "santidade" (superior separação). Entendo também que a partir daí vão surgir outras razões, porém tendo esta como base.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 10 junho 2013 at 13:37
Permalink Responder até Andre Luis França 52 minutos atrás Olá,boa tarde a todos !
Deus é eterno (não tem começo nem fim),penso que ,na verdade,a humanidade lembra de Deus somente nos momentos difíceis.Até o mais incrédulo,nos seus momentos de dificuldade chama por alguém que é mais forte que ele.Quanto a mim, posso dizer com toda certeza da existência de Deus pois o sinto a cada dia e ouço a sua voz.Somos nós que criamos tanta dificuldade em que Ele está presente.Experimente chamar por eles amigos.
Um abraço a todos !
Permalink Responder até Andre Luis França 35 minutos atrás A opção de acreditar em Deus é de cada um,você não está obrigado a aceitar em sua existência .Eu a 8 anos atrás decidi aceitar a fé e não me arrependo disto,não estou falando de uma auto-ilusão,mas de alguém que é verdadeiro em minha vida e também na de muitos.Quanta dificuldade em viver por si mesmo em amigos,pare e reflita um pouco!
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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