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Permalink Responder até Ricardo Rodrigues Bardy em 27 setembro 2009 at 11:28
Permalink Responder até EDUARDO NUNES DE ANDRADE em 8 fevereiro 2011 at 14:32
Permalink Responder até Leandra Coutinho Armando em 29 setembro 2009 at 17:48
Permalink Responder até joaquim schieder da silva em 30 dezembro 2010 at 9:22
Bom dia Leandra .Entao tu és ateia e abres um assunto sobre Deus ! muito interessante .O que eu acho é que ainda nao encontràs-te a igreja que te mostre Deus .E que tal continuar a procurar até encontrar ?
Esta é uma boa forma de o fazer .
Cumprimentos e um bom ano
Permalink Responder até carlos ornelas em 26 abril 2011 at 18:22
Essa é fácil irmã você já observou uma pessoa morta de morte natural ou mesmo por doença ela aparentemente esta intacta, por que não se move então. Que falta nessa pessoa para ela levantar e andar e falar e pensar a meu ver falta a centelha divina ou o sopro de Deus. É não estou falando do Deus de Abraão ou de tupã ou do meu Oludumare. Estou falando daquele que causou o tão chamado big bem do universo porque mesmo que venhamos do macaco quem criou o macaco rsrsrsr
Não estou questionando o seu ceticismo mais estou querendo respostas que me levam a crer que existe algo superior uma energia que pode muito bem ser chamada de Deus
Essa é fácil irmã você já observou uma pessoa morta de morte natural ou mesmo por doença ela aparentemente esta intacta, por que não se move então. Que falta nessa pessoa para ela levantar e andar e falar e pensar a meu ver falta a centelha divina ou o sopro de Deus. É não estou falando do Deus de Abraão ou de tupã ou do meu Oludumare. Estou falando daquele que causou o tão chamado big bem do universo porque mesmo que venhamos do macaco quem criou o macaco rsrsrsr
Não estou questionando o seu ceticismo mais estou querendo respostas que me levam a crer que existe algo superior uma energia que pode muito bem ser chamada de Deus
Permalink Responder até Felipe Carvalho Novaes em 2 janeiro 2011 at 11:33
O Antigo Testamento está cercado de uma filosofia, ou melhor, um pensamento que mostra que o judaísmo é uma religião que pelo menos em sua origem é profundaente étnica e tribal no sentido de que suas regras eram direcionadas à uma determinada aglomeração de pessoas, os judeus. Seus dizeres não abarcavam o universalismo como passou a abarcar a religião judaica, ou melhor, a seita judaica do cristianismo. Nesse sentido, esses padrões são semelhantes ao hinduísmo e budismo, respectivamente.
E mesmo assim não poemos afirmar que o cristianismo em geral é pretensamente universal; somente alguns evangelhos possuem essa linha...principalmente os gnósticos. O evangelho de Mateus, por exemplo, ainda guarda certa proximidade com as correntes cristãs que se recusavam a se afastrem do judaísmo. Um exemplo disso é a idéia de que a Salvação viria através do amor ao próximo e da observação das Leis judaicas.
Hoje em dia vemos que o Deus judaico-cristão foi colocado pelas pessoas num altar de divindade Suprema no sntido de que podem existir diversas crenças, mas o Deus judaico-cristão é o escolhido para o status de Superior à todos os outros e inteligência criadora do mundo. Por mais que as pessoas hoje estejam mais atraidas por crenças não istitucionalizadas, o esse Deus é sempre o que ocupa o lugar dessa divindade dentro do deísmo. Isso é uma marca que até as religiões afrobrasileiras carregam, ao contrário das africanas legítimas que nem mesmo possuem um conceito de divindade como o do mundo Ocidental.
Permalink Responder até Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 8 fevereiro 2011 at 15:44
Caro Felipe
Existem algumas considerações a serem feitas em cima deste comentário. O primeiro é sobre o caráter universal do judaismo. Realmente em suas primícias era algo voltado especificamente para as 12 tribos de Israel. Adão e Eva porém tem significado universal. O primeiro homem e a primeira mulher. A idéia de universalidade vai quando a doutrina passa a considerá-lo como criador de todas as coisas. Quando Paulo vai pregar em Corinto, haviam varios deuses sendo adorados, todos nomeados. Mas existia um simulacro que dizia "ao deus desconhecido". Paulo então afirma: É esse Deus que eu prego e testemunho". Gostaria que alguém fizesse uma diferenciação entre "seita" e "religião" porque talvez por uma implícita agressão verbal ou por querer minimizar sua importância você chama o cristianismo de "seita judaica". Já o cristianismo, havia sim divisão de pensamento entre Pedro e Paulo. O primeiro, tinha uma visão limitada do que seria a conversão ao cristianismo. Ele considerava impuro todos os que não fossem judeus. Por isso há uma passagem no Atos dos Apóstolos em que ele teria tido uma visão em que Deus teria enviado um lençol cheio de animais ditos impuros como répteis e anfíbios e teria mandado Pedro comê-los ao que ele refuta. Deus então teria dito: "Não chames de impuro o que eu purifiquei". Essa passagem surge depois que Pedro é chamado para batizar um pagão se não me engano. Já Paulo universaliza o cristianismo e afirma que não é necessário ser filho de Abraão para conseguir a graça de ser chamado filho de Deus porque Deus não faz acepção de pessoas. E que não é o que entra que no homem que o torna impuro mas o que sai de sua boca e que procede de seu coração. Uma alusão ao fato de que os judeus convertidos queriam que os pagãos convertidos praticassem a circuncisão. Quanto ao status de Superior a todos, isso decorre da própria Palavra. Deus é aquele que É.
Permalink Responder até Felipe Carvalho Novaes em 8 fevereiro 2011 at 21:03
Sim, todas as religiões fornecem explicações mitológicas para a criação da vida, ser humano, universo e tudo o mais. Sendo asism, não poderíamos dizer que nenhuma religião tem caráter tribal e que todas tem caráter universal. A judaísmo é tribal na medida em que direciona sua "salvação" a um determinado povo através da alegação de que aquele tal povo é o escolhido. Com os primeiros apocalipsistas creio que essa visão começa a mudar e tais preceitos passam a ser ampliados para os demais povos. No cristianismo e budismo, por exemplo, o caráter universal já é claro, sendo proposta a salvação universal, de todos os humanos (apesar de vermos pequenas sutilezas em alguns evangelhos, canônicos ou não, que sugerem uma certa transição entre uma fase e outra, ou de uso de diferentes correntes da época. O evangelho de Mateus, por exemplo, se não me engano, diz que Jesus disse que para alcançar a salvação é preciso amar o próximo, amar a Deus e observar as leis judaicas. Em nenhum outro evangelho aparece a referênci ao judaísmo.).
Eu digo seita judaica porque inicialmente o cristianismo era uma religião que estava começando a tomar corpo e contava com relativamente poucos seguidores. Em analogia podemos citar o budismo como inicialmente sendo uma seita hindu justamente pelos mesmos motivos.
Permalink Responder até Flavinha*** em 29 setembro 2009 at 21:11
Permalink Responder até maiara em 3 outubro 2009 at 14:15
Permalink Responder até Adriano em 6 outubro 2009 at 15:42
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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