A Igreja Católica é bem antes de Constantimo segundo documentos e não foi fundada em 325 d.C

Jesus disse: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja , e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” (Mt 16,18).

Logo nos inícios da Igreja, os seguidores de Cristo foram designados com o nome de cristãos. Assim podiam distinguir-se dos filósofos pagãos e dos judeus ou seguidores da sinagoga. Este nome de cristãos como se sabe, já vem na própria Bíblia, e tal denominação começou em Antioquia: “em Antioquia é que foram os discípulos denominados CRISTÃOS, pela primeira vez” (At 11, 26), “Então Agripa disse a Paulo: Por pouco me não persuade a fazer-me CRISTÃO” (At 26, 28). “Se padece como CRISTÃO, não se envergonhe; mas glorifique a Deus neste nome” (1Pd 4, 16).

Aconteceu, porém que, tão logo a Igreja começou a propagar-se, começaram a aparecer os hereges, seguindo doutrinas diversas daquela que tinha sido recebida dos Apóstolos, mas tomando o nome de cristãos, pois também criam em Cristo e d’Ele se diziam discípulos. Era preciso, portanto, um novo nome para designar a verdadeira Igreja, distinguindo-a dos hereges. E desde tempos antiqüíssimos, desde os tempos dos Apóstolos, a Igreja começou a ser designada como IGREJA CATÓLICA, isto é, UNIVERSAL, a Igreja que está espalhada por toda a parte, para diferençá-la dos hereges, pertencentes às igrejinhas isoladas que existiam aqui e acolá.

70 a 107 d.C.
1. Já Santo Inácio de Antioquia, que foi contemporâneo dos Apóstolos, pois nasceu mais ou menos no ano 35 da era cristã e, segundo Eusébio de Cesaréia no seu Chrónicon, foi bispo de Antioquia, entre os anos 70 e 107, já Santo Inácio nos fala abertamente da Igreja Católica, na sua Epístola aos Esmirnenses: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2).

2. Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna, que nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista. Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”. Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. 8).

2º Século d. C.
3. O Fragmento Muratoriano que é uma lista feita no segundo século, dos livros do Cânon do Novo Testamento fala em livros apócrifos que “não podem ser recebidos na IGREJA CATÓLICA”.

4. São Clemente de Alexandria (também do século segundo) responde à objeção dos infiéis que perguntam: “como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?” Depois de mostrar vários sinais pelos quais se distingue das heresias a verdadeira Igreja, assim conclui São Clemente: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas“. (Stromata 1.7. c. 15).

3º Século d.C em diante.
5. São Cipriano em 249, antes de Constantino nascer, e antes do Concílio de Nicéia, testemunhava: “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist. 55, n.1, Hartel, 614);
“E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4);
“Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).

6. No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14).

7. São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: “é necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente”. (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3).

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Respostas a este tópico

Os Hebreus católicos são um movimento ecumênico de nível mundial em que participam voluntariamente tantos judeus e não-judeus. As principais associações são : The Association of Hebrew Catholics (A Associação de Hebreus Católicos), B'nei Tzion (Associação de Católicos de Tradição hebraica), Remnat de Israel (Remanescente de Israel) e Miriam Bat Tzion (Maria, filha de Sião).

Não devem ser confundidos com judeus messiânicos ou qualquer seita judaica-cristã recém-formada. Não se trata de um movimento separatista, cismático ou Autocéfalo. Eles se identificam assim como tais termos expostos e obedecem as orientações da Igreja Católica.

Suas missas são realizadas principalmente no rito romano, mas em hebraico. Em Israel e todo o mundo estão sob o cuidado pastoral do Patriarcado Latino de Jerusalém.

Não confunda isso com Judeus messiânicos.

QUEM SOMOS NÓS OS HEBREUS-CATÓLICOS?
Devido à diversidade de grupos, hebreus-católicos, judeus-messiânicos, adventistas-judeus, igrejas que adoptam símbolos judaicos e movimentos parecidos em todo o mundo  entre outras denominações, achamos por bem dizer quem somos e o que não somos.
1º - Quem Somos - Somos católicos apostólicos romanos, maioritariamente descendentes de judeus e simpatizantes que pretendem restaurar as tradições judaicas da Igreja do Iº Século, mas também de um minoria de judeus que por sua livre vontade se tornaram convertidos à fé católica sem renúnciar às sua cultura e tradições judaicas. Observamos pois os mandamentos da Toráh, praticamos o Shabbat, a alimentação Kosher, usamos kipá, Talit, promovemos a língua hebraica e observamos o calendário hebraicokalluach, bem como usamos símbolos judaicos (Menoráh, Mesuzah e Hansa), tudo dentro do respeito pelos judeus e irmãos católicos, sem nenhum tipo de presunção e fanatismo, não impondo nada a ninguém, pois a maior preocupação é a adoração a D-us e o amor ao próximo. http://migre.me/66Gxe

 

DIANTE DO EXPOSTO ACIMA, QUAL A DIFERENÇA DOS JUDEUS MESSIÂNICOS PARA OS HEBREUS CATÓLICOS? NENHUMA, A NÃO SER A ORIENTAÇÃO CATÓLICA DESTES. PESQUISE!


HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.

Restaurando a Igreja do Primeiro Século: amor, poder, identidade, LEI, dons, governo e projeto.

Por acaso vocês nasceram judeus? Dá um tempo os Hebreus-católicos não querem ser confudidos com messiânicos que pelo visto é extemamente proselitisas. Consertou o organograma? Tem erros.

E essa linha do tempo está errada; os presbiterianos, mormons e testemunhas não saem da Igreja Católica, eles são do protestantismo inglês e estaduniense.

 

Mande refazerem essa figura, pois tá mal feita.

Olá eber.

Belo "organograma" ......

Discordo de alguns pontos bem claros em erro.

Primeiro, nunca houve "Desvio".

Os Mórmons, os Presbiteranos e os Testmunhas de Jeova não saem de uma ligação direta da Igreja Católica Apostólica Romana, já são denominações advindas de outras rupturas ....

Voltar para Jesus Cristo nos leva obrigatoriamente á Igreja Primitiva e com ela, ao Evangelho de Cristo e em seu Evangelho, às verdadeiras doutrinas, que estarão nas denominações verdadeiramente cristãs, eu como Católico tenho que seja em minha Igreja ....

Abraços.

Sr Eber.

 

Os Judeus de Jâmnia lançaram uma maldição sobre o judeus-cristãos, aqueles que estavam divididos entre a sinagoga e o culto cristãos, era muito comum os primeiros cristãos participarem do Sabhat e comemoram o culto cristão no dia do sol (domingo). Com Jâmnia rompe-se os laços, definitivamente, entre cristãos e judeus.

 

Um dos procedimentos adotados e que evoluiu no judaísmo formativo tem
referência à recepção da birkat hamminin (a bênção dos hereges), eufemismo para designar a maldição dos dissidentes. Esta representa a décima segunda de dezoito bênçãos pronunciadas na sinagoga, as chamadas Amidah. Teve sua elaboração ligada ao concílio deJâmnia e vai se consolidando no final do século I, porém sua redação, segundo autores modernos, é do século II. Esta bênção, que tradicionalmente incluía uma maldição dos inimigos de Deus (“que toda maldade pereça, de repente”), teve sua maldição assim reformulada: “Para os apóstatas, que não haja esperança. O domínio da arrogância eliminerapidamente em nossos dias. E deixa os nazarenos (o mesmo que cristão) e os minim perecer em um momento. Deixa-os ser apagados do livro da vida. E que não sejam escritos junto com os justos”.

 

Os judeus cristãos, que tinham que ficar em silêncio enquanto a congregação
recitava a nova fórmula, foram obrigados a retirarem-se. Não podiam beneficiar-se do
“amém” comum da comunidade, ou sequer rezarem esta benção como recitadores nas
assembléias da sinagoga. Porém, a remodelação do judaísmo não se inicia com a redação da birkat hamminin, que somente marca uma etapa neste processo. 

Concordo com o Rogério, ela nunca foi perdida , apenas foi se corrompendo com o  passar do tempo, a verdadeira está mais viva do que nunca, e ela não é denominacional, não é institucional .  A ekklesia é um organismo vivo, portanto é a NOIVA a qual o NOIVO virá buscar em tempo oportuno...

ola amigo Rogério!

vou postar um texto de pesquisa sobre os livros canônicos. veja que houve muita manipulação, fazendo com que estes livros sejam apenas os ditames da igreja católica e seus preceitos e dogmas.

Quando a Igreja canonizou os livros da Bíblia oficialmente, o principal propósito era estabelecer uma lista de livros autorizados, para proteger a Igreja dos livros espúrios que reivindicavam autoria apostólica, mas que eram na verdade, trabalhos de hereges (v.g. o Evangelho de Tomé). Os grupos heréticos não conseguiam basear seus ensinamentos na Santa Tradição, pois seus ensinamentos eram criados fora da Igreja, então a única maneira que possuíam para autorizar suas heresias era distorcendo o significado da Bíblia, além de forjar novos livros, apóstolos, ou santos do Velho Testamento. A Igreja sempre se defendeu contra os ensinamentos heréticos reivindicando as origens apostólicas da Santa Tradição (provando-as pela Sucessão Apostólica, c.f. o fato de que seus bispos e professores possuem uma descendência histórica e direta dos Apóstolos), e também reivindicando a universalidade da Fé Ortodoxa (c.f. o fato de que a Fé Ortodoxa é a mesma fé que os Cristãos Ortodoxos sempre aceitaram ao longo da história e do mundo). A Igreja se defendeu contra os livros espúrios e heréticos estabelecendo uma lista autorizada de Livros Sagrados, que foram recebidos pela Igreja como Divinamente inspirados, tanto os do Velho Testamento como os de origem apostólica.

Se nós desconfiamos da fidelidade desta Igreja em preservar a Tradição Apostólica, também temos que desconfiar de sua fidelidade em preservar a Bíblia. [6]

“Deus criou o homem reto, mas é ele que procura os
extravios” (Eclesiastes 7:29). Que não nos seja permitido
aprender uma fé condenada pela Tradição dos Santos
Padres. Assim disse o apóstolo inspirado por Deus:‘se
alguém pregar doutrina diferente da que recebestes,
seja ele excomungado!’ (Gálatas 1:9)” [9]
e agora utilizam suas próprias opiniões e sentimentos como
base para a fé.
Esta é a mesma essência de toda heresia: novidade, uma
arrogante opinião pessoal e auto-ilus
Coisa mal postada, que nem dá pra ser lida.

Vou postar de novo

Quando a Igreja canonizou os livros da Bíblia oficialmente, o principal propósito era estabelecer uma lista de livros autorizados, para proteger a Igreja dos livros espúrios que reivindicavam autoria apostólica, mas que eram na verdade, trabalhos de hereges (v.g. o Evangelho de Tomé). Os grupos heréticos não conseguiam basear seus ensinamentos na Santa Tradição, pois seus ensinamentos eram criados fora da Igreja, então a única maneira que possuíam para autorizar suas heresias era distorcendo o significado da Bíblia, além de forjar novos livros, apóstolos, ou santos do Velho Testamento. A Igreja sempre se defendeu contra os ensinamentos heréticos reivindicando as origens apostólicas da SantaTradição (provando-as pela Sucessão Apostólica, c.f. o fato de que seus bispos e professores possuem uma descendência histórica e direta dos Apóstolos), e também reivindicando a universalidade da Fé Ortodoxa (c.f. o fato de que a Fé Ortodoxa é a mesma fé que os Cristãos Ortodoxos sempre aceitaram ao longo da história e do mundo). A Igreja se defendeu contra os livros espúrios e heréticos estabelecendo uma lista autorizada de Livros Sagrados, que foram recebidos pela Igreja como Divinamente inspirados, tanto os do Velho Testamento como os de origem apostólica.

Se nós desconfiamos da fidelidade desta Igreja em preservar a Tradição Apostólica, também temos que desconfiar de sua fidelidade em preservar a Bíblia. [6]

“Deus criou o homem reto, mas é ele que procura os

extravios” (Eclesiastes 7:29). Que não nos seja permitido

aprender uma fé condenada pela Tradição dos Santos

Padres. Assim disse o apóstolo inspirado por Deus:‘se

alguém pregar doutrina diferente da que recebestes,

seja ele excomungado!’(Gálatas 1:9)” [9]

e agora utilizam suas próprias opiniões e sentimentos como

base para a fé.

Esta é a mesma essência de toda heresia: novidade, uma

arrogante opinião pessoal e auto-ilustrativa.

VEJA AMIGO ROGÉRIO O QUE FOI A CRIAÇÃO DOS LIVROS CANÔNS DO CATOLICISMO

 

Esse texto é uma defesa a ortodoxia e não contra a o deposito da fé estabelecidos  pela Igreja.

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