Espaço para discussão de temáticas relativas ao campo religioso em suas diversas manifestações.
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Caro Jucemir e membros do forum.
Como cristão, tenho minha fé e busco dentre todos os ensinamentos que recebi, encontrar um sentido para a vida. Como homem de meu tempo, tenho meus momentos de questionamentos, onde me deparo com paradoxos e fico como diz Pascal: apavorado perante o silêncio glacial dos espaços infinitos em grandeza e pequenez.
Permitam-me deixar uma pequena mensagem,não uma mensagem proselitista, nem com intuitos de "conversão",mas,sim uma mensagem de uma pessoa que busca fazer o melhor para que tenhamos uma sociedade melhor.
Comentário de jucemir rodrigues da silva em 14 outubro 2012 às 0:06 Olá Jucemir.
Entender, ou pretender entender o mistério da vida, está além de nossa compreensão, cada religião e até poderíamos dizer que cada pessoa, dentro de seu arcabouço cultural, tem uma resposta, mas, que a leva para uma profunda pergunta: Quem sou?, que remete a outra: Por que sou? e estas fazem com que muitos se perguntem: Para onde vou?
Então, nesse espírito,de um sábado primaveril, vai uma letra para nossa reflexão:
Sei lá – a vida tem sempre razão
(Toquinho/Vinícius de Moraes)
Tem
dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente, não vejo saída
Como é,
por exemplo, não dá pra entender
A gente mal nasce, começa a morrer
Depois
da chegada vem sempre a partida
Porque não há nada sem separação
Sei lá,
sei lá,
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, sei lá,
Eu só sei que ela
está com a razão
A gente nem sabe que males se apronta
Fazendo de conta,
fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe
O sol que desponta
tem que adormecer
De nada adianta ficar-se de fora
A hora do sim é o
descuido do não
Sei lá, sei lá,
Só sei que é preciso paixão
Sei lá, sei
lá
A vida tem sempre razão
Um abraço cordial a todos.
Olá Jucemir.
Longe de mim entrar num contencioso contigo via MPB e ainda mais no campo religioso. Gosto de MPB e sinto nas letras uma força, mesmo que em determinados momentos a força não seja assim tão do bem.
Mas, não precisavas de apresentar uma overdose assim, poderias deixar para mais postagens.
Agora, depois de um maravilhoso dia das crianças, vou homenagear minha querida mãe do Céu, participando junto com minha esposa de uma missa.
Lá rezarei por minha família, por mim e pelos amigos, sejam crentes fiéis,sejam crentes preguisosos, sejam ateus, pois para Deus todos são seus filhos, quer queiram, quer não.
Depois, lembrarei de alguma letra para te enviar.
Um abração.
Comentário de jucemir rodrigues da silva em 12 outubro 2012 às 14:12 Olá Rômulo.
Desculpe eu não ter te cumprimentado na mensagem de ontem quanto ao término de tua licenciatura. Meus parabéns. Quando será a formatura? Muito sucesso na tua carreira.
Abraços.
Olá Rômulo.
Nós católicos não temos assim uma restrição quanto a tomarmos bebidas alcoólicas, claro que ressalvado a questão do exagero (que nem sempre alguns conseguem o equilíbrio). Eu bebo cerveja e vinho socialmente e, em hipótese alguma isto me constrange na questão religiosa, pois sempre fui educado na questão do equilíbrio. Tem muitos cristãos ou não, que não bebem, mas não são equilibrados em outras dimensões de suas vidas.
Para nós católicos a mundanidade não está em beber-se bebidas alcoólicas socialmente, mas em outras atitudes, que muitas vezes são vivenciadas no escondido. Conheço muitas pessoas que "se mostram" todas certinhas, não bebendo, cumprindo uma determinação religiosa, mas que tem uma vida nada coerente com o Evangelho. Então amigo, ser uma pessoa digna está além de cumprir "por obrigação" ou mera tradição, preceitos. Está sim em ser ético, coerente com seu discurso, respeitar as leis, ser bom filho e, se tiver filhos, um bom pai. Saber que somos falíveis e que em nossa falibilidade, acabamos comentendo pecados ou infringindo algumas normas, mas ter a consciência de seu valor como ser humano e, buscar sempre melhorar.
Então, quando se fala em moral dos católicos ou dos protestantes,com certeza ela não poderá ser diferente,pois os valores morais são os mesmos para todos.
Abraços.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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