Vamos traçar um paralelo entre todos os períodos da História, em relação a infidelidade feminina e dentro das diferentes culturas existentes, procurando os aspectos que incentivavam as mulheres a pratica-la, bem como os efeitos desta ação nas sociedades vigentes.
O assunto é bastante amplo e propicio a discussões e pesquisas, e o espaço está aberto.
Vamos usá-lo!
Tags:
Permalink Responder até Darci Luis Duro Janarelli em 9 março 2010 at 19:03
Permalink Responder até samanta pasquini mol em 10 março 2010 at 17:33
Sonia soy nueva en la red y hoy recien e leido o que planteas,y si es verdada nosotros en nuestra calidad de mujer nos agrada disfrutar del sexo,pero tambien somos mas inteligentes los hombre cuando tiene una amante enseguida lo demuestran son transparentes y su caracter cambia,mientras que nosotras seguimos con nuestra vida normalmente,aunque si hacems locuras pero somos precavidas y cuidadosas tratamos de no exponernos,hace tiempoque no escuchaba a una mujer hablar con ttanta franqueza,tu escribistes eso hace tiempo pero tiene tanta validez ayer,hoy y siempre .
Permalink Responder até Andressa Livanilde da Silva em 21 outubro 2011 at 12:48
Permalink Responder até Bruno Leal em 24 março 2012 at 10:34
Seu tema é interessantíssimo, Andressa!
Você pode falar mais um pouco sobre ele, talvez colocar o resumo aqui no fórum?
É trabalho na pós ou na graduação?
Permalink Responder até Andressa Livanilde da Silva em 19 maio 2012 at 20:24
Na graduação... ixee, até que seria bacana colocar um resumo. Vou pensar no caso (rsrsrs) e quando eu me sentir segura. Desculpaa a grande demoraaa em responder, é que passei um tempo sem acessar o café história!
Permalink Responder até Silvia Amaral Pimenta de Pádua em 14 maio 2012 at 14:49
Gostei do tópico, e, dá bastante pano pra manga. Podemos falar sobre a infidelidade feminina, como bem propôs o Darci, sobre vários aspectos, culturas, sociedades e vivências.
Meu mestrado que foi defendido em maio de 2010, pela UFES, foi sobre violência de gênero e crimes passionais, envolvendo processos que fatalmente tinham relação com a questão da traição. Em muitos casos, aconteciam os crimes, apenas pela desconfiança, praticada tanto por homens quanto pelas mulheres. A Sonia Maria Tiago foi muito feliz em sua colocação. Infidelidade feminina pode acontecer por conta de vários aspectos. O que temos de aprofundar mais é a questão de como a infidelidade feminina é encarada pela nossa sociedade. A visão que se tem da infidelidade feminina vem respaldar a violência que é praticada contra nós todos os dias em nosso país? As mulheres também praticam violência contra seus homens por ciúme? essa violência e essa construção acerca da fidelidade, contrui para cerceamento e vigilância do direito escolha de nós mulheres?
Permalink Responder até Liberne Boreal em 11 junho 2012 at 0:15
Tratando-se de adultério, o romance "O amante de Lady Chatterley" trata tão bem desse tema, e tão profundamente a ponto de ter sido censurado, inclusive. É um livro considerado pesado pra época, tal qual foi também o clássico sobre traição feminina "Madame Bovary", que levou o escritor à morte sob pena de ofensa à moral.
Indico ambos os livros.
Creo que la infedilidadd femenina en el transcurso de la historia se debio ante todo a factores culturales ante todo en sociedades machistas que eran permisivas ,para las mismas donde el hombre por serlo tenia derecho a comportarse de esa manera,falta de comprension y comunicacionn entre ambos,insatisfaccion sexual.Fueron muchos los factores que jugaron para el planteo de una ecuacion hasta el dia de hoy dificil de plantear y que conforma un patron de discusiones para los historiadores de un valor muy grande para manejarlo en el ambito academico y fuera de le que llevaria al planteo de otro.
Pero si debemos plantear la desigualdad de esto en elplano de la misma por que el hombre al sentirse afectado en su propio honor,procedia a limpiarlo o lavarlo muchas veces con sangre matando a la mujer sin tener siquiera tratandose del momento historico,ninnguna amonestacion siquiera de parte de la justicia.
Agreguemosle a esto el papel concedido a la mujer de simple procreadora y ama de casa en el transcurso de la misma lo cual en un rol que la hacia un mito a nivel social,y que si se atrevia a vivir su vida y su sexualidad de manera abierta ,podia sufrir la condena de la sociedad,por lo tantolas mujeres hemos sido las eternas postergadas a travesde la historia donde reccien hoy todavia een pleno S XXI a pesarde nuestras conquistas continuamos luchando por nuestro lugar al sol.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

