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História das Mulheres no Brasil

Informação

História das Mulheres no Brasil

Espaço destinado aqueles que estudam ou se interessam pela história do movimento de mulheres no Brasil.

Membros: 161
Última atividade: 6 Dez

Na foto Bertha Lutz.

Bertha Maria Júlia Lutz nasceu em São Paulo no dia 2 de agosto de 1894, filha da enfermeira inglesa Amy Fowler e do cientista e pioneiro da medicina tropical Adolfo Lutz. É conhecida como a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. A ela, as mulheres brasileiras, devem a aprovação da legislação que lhes outorgou o direito de votar e serem votadas.


Para quem quiser saber mais...

http://www.cpdoc.fgv.br/nav_historia/htm/biografias/ev_bio_bertalutz.htm

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Maria Jose Silva Caldas Fagundes Comentário de Maria Jose Silva Caldas Fagundes em 28 novembro 2009 às 9:20
Meu projeto de mestrado,a pesquisa demanda um estudo para traçar uma biografia da Imperatriz Teresa Cristina Maria que durante quarenta e seis anos, permaneceu nos bastidores da historiografia brasileira. Fixa-se a necessidade deste objeto, onde diversas inquietações surgiram para que se possa fazer o resgate da memória desta que fora a percussora da Arqueologia entre mulheres do século XIX¹. Lacunar é a historiografia de mulheres desta época, escrever a história das mulheres é sair do silêncio, e será que as mulheres têm uma história?² No século XIX, uma mulher casada da classe média ou alta, tinha cinco obrigações principais: servir o esposo, governar o lar, desempenhar o papel de mediadora e facilitadora no interior da malha familiar, construir um círculo de amigos, empreendendo atividades sociais e fortalecendo o status do marido, parir e criar os filhos³, solidificando a convenção para mulheres.
cleito pereira dos santos Comentário de cleito pereira dos santos em 4 maio 2009 às 18:24
Prezad@s Professores!!!
A Coordenação de Ciências Humanas do Instituto Federal de Goiás (Antigo CEFET-GO) informa a abertura do curso de LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA, conforme Edital do Vestibular 2009/2. As inscrições estão abertas no período de 22 de abril a 08 de maio de 2009 no sítio http://www.ifgoias.edu.br/selecao/.
Solicitamos a divulgação deste comunicado. informamos ainda que a matriz curricular contempla as disciplinas de Educação de Jovens e Adultos, História da Àfrica e Cultura Afro-Brasileira e Indígena e Letras-Libras.
Antecipadamente,agradecemos a colaboração de tod@s na divulgação.
Prof. Dr. Cleito Pereira dos Santos
Coordenação de Ciências Humanas

EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE
Geovana Comentário de Geovana em 16 abril 2009 às 12:58
Olá a tod@s do grupo, este tema é fundamental para discutir temas relacionados a mulher em termo geral, pois a luta das mulheres ainda está atrelado à saúde, educação e principalmente sobre a violência contra as mulheres, principalmente nos interiores do país.
Luciana Vargas Comentário de Luciana Vargas em 6 abril 2009 às 8:31
Olá pessoal, acabei de entrar no grupo e parabéns pela iniciativa.
Vera Tormenta Santana Comentário de Vera Tormenta Santana em 22 março 2009 às 9:16


Autora: Luísa Viana Paiva Boléo
edições: esfera dos livros, Portugal

www.esferadoslivros.pt


Uma história bem contada, onde se cruza o quotidiano de uma Rainha portuguesa - D. Maria I, que acabaria os seus dias no Brasil - impulsionadora das artes e da benificência, com os grandes acontecimentos europeus, brasileiros e mundiais do período posterior ao terramoto de Lisboa.
Luís Carlos da Silva Lins Comentário de Luís Carlos da Silva Lins em 21 fevereiro 2009 às 6:01
Olá!
Acessem e conheçam: http://maniadehistoria.wordpress.com
Pode ser útil pra vocês!

Abraço,
Luís Carlos
Cabo/PE/Brasil
Luzane Santos da Cruz Comentário de Luzane Santos da Cruz em 21 janeiro 2009 às 15:49
Olá, pessoal.
Acabo de entrar no grupo e tenho certeza que teremos muita matéria sobre esse tema. Inclusive eu, certamente colaborarei fornecendo informações e comentando outras (informações).
Até breve!
Antonio Ozaí da Silva Comentário de Antonio Ozaí da Silva em 20 janeiro 2009 às 9:13
Paula,

parabéns pela iniciativa!
Abraços e tudo de bom,

____________________
Antonio Ozaí da Silva
blog http://antonio-ozai.blogspot.com
último texto publicado: Quanto vale a vida?!
Kell Dacosta Comentário de Kell Dacosta em 14 janeiro 2009 às 13:16
Olá pessoas, sou fêmea, mas não me levem a mal, se procuramos escrever algo de novo, porque escrevemos de modo antigo? Porque procuramos sempre as grandes mulheres que de certa forma, funcionam como ícones, assim como os grandes homens??
Se desejamos realmente uma inserção social da mulher que não se limite apenas aos grandes movimentos sociais, nada mais justo do que escrever sobre as mulheres do cotidiano, aquelas que trabalham dentro e fora de casa, aguentam abusos de poder por parte dos homens que as cercam, os desdobramentos destes poderes, refletindo nas relações familiares para com os filhos, na síndrome de pequeno poder.
Não recrimino nenhuma movida social, seja ela organizada por mulheres ou homens, mas não devemos nos limitar a estudar apenas as lideranças ou mesmo os ícones (modelos) que se criam dentro destes movimentos, para analisar os grupos sociais.
PAULO SÉRGIO - RIBEIRÓPOLIS/SE Comentário de PAULO SÉRGIO - RIBEIRÓPOLIS/SE em 18 dezembro 2008 às 18:15
OI, SOU NOVATO NO CAFÉ HISTÓRIA. PODES ME ADICIONAR?
 

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Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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