Esta comunidade é dedicada a História das Mentalidades, ou seja, a História que se dedica ao estudo dos modos de pensar e sentir dos homens.
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Comentário de aldriana do rocio alves em 1 abril 2013 às 13:24 Olá, estamos divulgando uma nova página.
Se tiver interesse no assunto, venha nos visitar...
Hoje começaremos a postar sobre a História do Homoerotismo Feminino e também sobre o Choque Cultural Entre Espanhóis e Nativos Na Conquista da América...
http://www.facebook.com/pages/Ciências-Humanas/117839921734234
Comentário de marcos gomes em 22 abril 2012 às 22:50 A melhor definição de historia das mentalidades é dizer aquilo que agente já sabe mas que temos dificuldades em dizer por causa do "sofistique" cultural.Melhor definição é agente se encontrar dentro da historia e se sentir responsavel por ela.
Comentário de marcos gomes em 22 abril 2012 às 22:44 Não existe historia sem mentalidades pois a historia se faz de mentalidades. O interessante é saber que tipos de mentalidades existem como se produzem seu movimento suas consequencias suas origens.
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 28 janeiro 2012 às 20:55 A Historia das Mentalidades se assemelha ao materialismo interdisciplinar criado por Max Horkheimer na Escola de Frankfurt.
"O queijo e os vermes" de Ginzburg é um livro básico para quem quer iniciar pesquisas em história das mentalidades, embora a "Vila Montaillou" de Ladurie tenha um ar mais historiográfico; Ginzburg é mais solto, Ladurie nem tanto, é mais metódico - embora tenha muitas anedótas^^; recomendo os dois livros*-*
Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:28 Pessoal,
sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha e tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.
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Comentário de Ricardo Rodrigues Bardy em 25 novembro 2011 às 22:21 Rebeca, não conheço este livro do Ginzurg, então vou ficar devendo, mas ele é considerado o pai da micro-história.
Comentário de rebeca azevedo em 24 novembro 2011 às 21:50 Ricardo, também penso assim, na verdade queria saber se existe de fato uma separação entre mentalidades e micro história, pois fiquei super em dúvida depois que li o livro do Ginzburg, História Nortuna. Não sabia distinguir se era História das mentalidades ou se o que ele estava fazendo seria a micro-história.
Comentário de Ricardo Rodrigues Bardy em 24 novembro 2011 às 21:43 Creio cara Rebeca,que a distinção entre micro história e história das mentalidades, seja um problema além da minha pouca capacidade entretanto, acredito que a forma como a micro história usa da mentalidade ou do imaginário para entender através do modelo micro para tentar justificar o macro.
Usemos como exemplo o fantástico e clássico estudo " o queijo e os vermes" do italiano Carlo Ginzburg, no qual o autor se baseia na história das mentalidade para entender o modelo de pensamento de um elemento, podemos dizer que neste livro nasce a micro história, mas essa analise baseada na mentalidade, extraída de documentos da inquisição tem objetivo macro, ao dizer que qualquer individuo do período com acesso aos livros que Menóquio(se não me falha a memória) teve, sem contudo possuir instrução formal, poderia desenvolver este tipo de linha de pensamento.
Cara Rebeca não sei se estas poucas linhas lhe serão uteis, ou se ao invés disto lhe trarão mais duvidas, ainda sim este é o pouco que posso colaborar, boa sorte e minhas cordiais saudações!
Comentário de rebeca azevedo em 24 novembro 2011 às 20:14 Pessoas, gostaria de saber fazer a distinção entre história das mentalidades e micro história alguém ajuda? rs
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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