Grupo dedicado ao estudo da história e evolução dos idiomas falados e da escrita
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Iniciado por Ricardo Augusto Bezerra Tiné. Última resposta de Jerfferson Manoel 9 Jan, 2012. 1 Resposta 1 Curtiu isto
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parabéns Iuri, ótimo tema a ser comentado e estudado. O Tablet Sumerian é sem dúvida um bom ponto de partida para este tipo de estudo, se me permite atente também para os Oracle Bones da Dinastia Shang 6.000 B.C., e da Old Culture Europe em especial os Vinca, com um script de mais de 4.000 B.C.
Há outras formas de Script bem anteriores se desejar será um prazer papear sobre o assunto.
Sobre as navegações na antiguidade com certeza tem muito a acrescentar, porém há evidências claras de povos anteriores a este navegaram por inúmeras rotas comerciais, alguns os chamam de Povos do Mar, mas estes tem nome e mantiveram durante muito tempo estas rotas que posteriormente utilizadas pelos Feníncios.
Se apreciar este tema tb, será um prazer conversar.
José Paulo
ps. Quanto a Torre de Babel, se desejar tenho inúmeros scripts que relatam sobre este local na Babilônia, porém tem mais e esta é a 3º , um local digamos como se fosse um fiel depositário de conhecimento e idiomas, nada diferente de várias bibliotecas que ainda existem na Índia.
OK caros leitores nas muitas pesquisas toda sse dirigem para atorre de babel mas parece que estou errado pois dizsem haver naquela altura muitas linguas espalhadas na terra e se ha uma verdae na mente de alguns acho por bem retirar o meu texto para nao ferir os sabios deste grupo em sua inteligencia mas sera milhor eles escreverem a sua fonte alen do Vaticano ou de Tora ou bilioteca dos Rabinos de israel.
Israel Sergio
Comentário de Wilson Simão em 29 janeiro 2012 às 1:44 A própria abordagem bíblica sobre a torre, (construída por diversos povos talvez para fins astronômicos) sugere mais uma exemplificação do que uma explicação que desse conta, já naquela época, da diversidade de línguas pré-existentes .
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 28 janeiro 2012 às 21:33 Há uma referencia bíblica sobre o inicio dos idiomas, onde os homens queriam construir uma torre para chegarem até o céu, porém Deus fez com que cada operário falasse uma língua diferente, afim de evitar que fosse construida essa torre. Essa é uma das teses para o inicio das línguas.
A torre de Babel e a história das línguas
Muito tempo depois do dilúvio, quando todo mundo ainda falava a mesma língua, muitas pessoas foram habitar nas planícies do Oriente. Certo dia, elas decidiram o seguinte: "Vamos construir uma cidade e uma torre. Seremos famosos, e não nos separaremos uns dos outros".
Isso foi uma desobediência direta às ordens de Deus para que se espalhassem e povoassem a terra. Além do mais, a torre que planejavam construir seria um lugar de adoração ao Sol, à Lua e às estrelas. Eles decidiram adorar a criação e não o Criador.
Deus viu a cidade e a torre que estavam sendo construídas disse: "O povo é um só, e todos falam a mesma língua; assim, podem fazer tudo o que quiserem. Vamos descer e confundir suas palavras; assim um não vai entender o que o outro está dizendo". E foi o que o Senhor fez, e a construção parou.
Aquela cidade recebeu o nome de "Babel", que significa "confusão", pois foi ali que Deus criou diferentes idiomas, obrigando o povo a se espalhar pela Terra.
A Torre de Babel estava localizada na Babilônia, e muitos historiadores buscam a verdade em torno da verdadeira história das línguas. Outra hipótese é que antigamente todos falavam a mesma língua. Existiam dialetos e palavras diferentes que, com o decorrer dos anos e a separação dos continentes, esses dialetos foram mudando e se tornando idiomas totalmente distintos.
Alguns estudos indicam que a Torre de Babel e a Arca de Noé eram revestidas de asfalto, um material impermeável e resistente. Isso prova o quanto os homens desejavam essa torre e queriam ser superiores a Deus.
Mas fica a prova do poder divino nas sagradas escrituras. Veja o texto original retirado da bíblia onde é citada a confusão das línguas.
»GÊNESIS [11]
1 Ora, toda a terra tinha uma só língua e um só idioma.
2 E deslocando-se os homens para o Oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e ali habitaram.
3 Disseram uns aos outros: Eia pois, façamos tijolos, e queimemo-los bem. Os tijolos lhes serviram de pedras e o betume de argamassa.
4 Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5 Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6 e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7 Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro.
8 Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9 Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a terra, e dali o Senhor os espalhou sobre a face de toda a terra.
Depois cada um fundou sua cidade e elaborou sua Língua e rituais de religião
até aos dias de hoje se tem feito se dividem as nações e se mudam as línguas a fim de que se posa haver pouca duvida e não haja vontades como no tempo de a Babel apesar de já haver países com grandes ambições como o Dubai , Américas , Malásia , Japão devido as grandes fortunas e densidade populacional.
Israel.Marques
Comentário de Valter Pitta Moreira em 18 outubro 2010 às 15:44
Comentário de Wilson Simão em 15 julho 2010 às 18:10
Comentário de ELIGIA ISABEL APONTE DA SILVA em 4 maio 2010 às 8:58
Comentário de Ana Carolina Pereira Ferreira em 25 março 2010 às 10:04
Comentário de Ana Carolina Pereira Ferreira em 26 fevereiro 2010 às 10:21 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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