História das Famílias no Brasil

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História das Famílias no Brasil

esse grupo é destinado a todos que estudam, se interessam ou leem sobre a temática familia no Brasil. propondo discuções que venham a quesstionar e/ou fomentar as caracteristicas presentes no esteriótipo da familia brasileira, e suas variáveis.

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Comentário de Juliana Campos Maciel em 15 maio 2011 às 5:55

Sugiro um blog mineiro, que busca manter viva a história de nossa matriarca Joaquina do Pompéu e da cidade de Pompéu/MG.

Confiram!

Comentário de Eliane Bastos da Silva Almeida em 13 novembro 2010 às 6:10
Bem...como todos aqui a minha intenção é descobrir os meus antepassados. Muitos dizem que, na terceira etapa da vida, se não soubermos de onde viemos também não saberemos para aonde devemos ir. Bem... sem mais histórias quero descobrir a minha família até a Idade Média, se eu conseguir. Sou tataraneta do 2º Barão de Guandú. Qualquer coisa que vcs saibam sobre o Tenente Lourenço (pai dele) ou de Gualter (seu avô) ou sobre ele próprio, por favor eu agradeceria muito.
Comentário de Juliana Campos Maciel em 12 outubro 2010 às 6:37
DESCENDENTES DE DONA JOAQUINA DO POMPÉU/MG

Não sou historiadora, apenas curiosa e como muitos aqui, busco informações sobre minhas raízes.

Um povo sem história, sem passado...simplesmente não existe.

Sou Juliana Campos Maciel, Sete Lagoas-Minas Gerais - Brasil. Meu pai era Aventino Campos Maciel, nascido na Fazenda Barreiro Grande, em Pompéu/MG (filho de Lafaiete Cordeiro Filho, Fazenda Barreiro Grande e Arlêta Cordeiro Maciel, nascida na Fazenda Invejosa, ambas as fazendas localizadas em Pompéu/MG) e minha mãe é Magda Maria Maciel Campos (Campos é sobrenome de casada, uma vez q já tinha Maciel), nascida em Sete Lagoas/MG (filha de Geraldo Alves Maciel, nascido nos MAIA/região próxima à cidade de Inhaúma/MG e Maria das Dores Guimarães Maciel, mas assinava Guimarães Pereira - da cidade de Curvelo/MG).

Sobre a minha família materna n sei quase nada ou nada...preciso de ajuda.

Sou descendente de Dona Joaquina Maria Bernarda da Silva Abreu Castelo Branco... Dona Joaquina do Pompéu, sou penta-neta.

Estou fazendo o levantamento de minha genealogia e uso o site www.myheritage.com ou .com.br (Brasil) ou .com.pt (Portugal). Faço contato com pessoas que tem o mesmo interesse atráves de alguns sites... entre eles o orkut e o facebook.

Tenho contato com o Dr. Deusdedit Campos Pinto Ribeiro, médico e historiador, lançou uma obra de genealogia com 3 volumes sobre os descendentes de D. Joaquina do Pompéu. Ele, filho do Coriolano, que foi quem iniciou as pesquisas e lançou o 1º livro).

Se quiserem fazer contato e se tiverem curiosidade em fazer tb um site/árvore genealógica da sua família, então vejam o site myheritage e depois terão uma noção para iniciarem.

Se quiserem fazer contato, estou no facebook ou no myheritage.





Abraços
Comentário de Rockefeller Gonçalves de Castro em 12 agosto 2010 às 6:55
Sou Rockefeller Gonçalves de Castro, filho de José Gonçalves de Castro e Emília Moura de Castro, naturais de São João Nepomuceno, MG. Meu pai era tio-avô de minha mãe. Ele nasceu em 1889 e ela em 1905.Meus avós paternos eram Antônio Gonçalves de Castro e Maria Firmina de Castro; avós maternos eram Wenceslau da Silva Moura (de Trás-os-Montes, Portugal) e Otília Batistina de Magalhães Moura. Meus avós tiveram muitos filhos e eu sou o décimo oitavo filho de meus pais. Sei que na zona da mata mineira há muitos parentes meus. Não os conheço.
Comentário de Isaac Pereira Bastos Neto em 24 março 2010 às 21:35
Me chamo Isaac Pereira Bastos Neto, sou filho de Isaac Pereira Bastos Filho e de Iracy de Mendonça Bastos, neto de Isaac Pereira Bastos e de Ana da Nóbrega Fonseca (nome de solteira) e bisneto de Ladislau Augusto de Oliveira Fonseca (português) e de Benvinda Interaminense da Nóbrega, pelo lado paterno e neto de Manoel Gomes de Mendonça e Alaide Hermelida Marques de Mendonça e bisneto de Antônio Gomes de Mendonça (português) e Maria Cândida de Carvalho e Hugolino José Marques e Maria Lins pelo lado materno.Gostaria de entrar em contato com pessoas da família em outros estados ou com pessoas que tenha conhecimento com esse ramo de família. Abr. Isaac
Comentário de Leila Ossola em 12 julho 2008 às 16:08
Os amigos interessados no seu resgate familiar, se desejarem e sem compromisso, me passem os sobrenomes que pesquisam e eu verei se encontro alguma informação sobre eles. Abraços.
Comentário de Leila Ossola em 12 julho 2008 às 16:04
A dica é sempre começar por você. Anote primeiro seu nome, depois o nome de seus pais, seus avós (lembre-se que terá 4 avós), se souber anote os bisavós, depois os trisavós e vá subindo na composição dos seus ancestrais até onde souber. Veja se estas pessoas possuem documentos tipo certidão de nascimento ou casamento pois facilitará muito na descoberta dos nomes dos ancestrais mais antigos bem como local de origem.

A partir de você poderá anotar nome de marido (se casada), filhos, netos, etc.

Se tiver marido, será mais um ramo da árvore genealógica que irá montar porque terá novamente nome de pais, avós, etc

Importante: Os nomes das mulheres será sempre o de solteira, isto é um padrão em genealogia.

Hoje em dia temos vários bancos de dados que podem ser baixados pela internet e ali podemos inputar os dados e visualizar gráficos e listagens de diversas formas.

Tenho muitas outras dicas que poderei ir passando aos poucos de desejar e esta informação do resgate familiar (nome que hoje estamos usando muito substituindo a palavra genealogia) serve tanto para quem tem ascendentes imigrantes/estrangeiros ou não .

Grande abraço. Leila Ossola
www.cbg.org.br
Comentário de neila soares em 2 julho 2008 às 19:36
sempre tive vontade de conhecer mais meus antepassados.....
a foto antiga do menino lembrou meu querido pai e me incentivou começar a pesquisa.
Comentário de Glícia Lima em 17 junho 2008 às 0:16
Estou querendo fazer um levantamento da árvore genealógica da minha família. Acho o estudo estimulante, porém sinto dificuldades em fazer os levantamentos. Será que não um esquema a ser seguido? Se existir, gostaria de que alguém me passasse ou me desse dicas de como apresentá-lo para fácil compreensão dos que lêem.
Comentário de Maria do Socorro Pinheiro Moura em 6 junho 2008 às 22:02
Estou envolvida com a construção das genealogias dos meus netos. Não é simples porque são quatro filhos. Do lado paterno é recorrente, mas, cada filho corressponde a uma nora e, consequentemente outras famílias. Tenho as gerações mais imediatas... A questão das famílias brasileiras me interessa muito, porque acho que cada família tem o mesmo tronco com raras excessões e questões bem peculiares. Esse estudo me deixa curiosa. É algo que me estimula na pesquisa.
 

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