tudo foi pacificamente aceito...e eu, nós, todos nós, teremos que reaprender a escrever a nossa lingua. Já não sei se pacificamente tem acento, se lingua perdeu algum e o pronome nós como ficou ?!
socorroooo!

Tags: acentuação, lingua, pronome

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Respostas a este tópico

Glória, no caso da sua dúvida nas palavras: pacífico (proparoxítona), língua (paroxítona) e "nós"(oxítona), nada mudou nestas palavras. O acento agudo só mudou em ditongos abertos ("ei" e "oi") em paroxítonas como "assembléia"(não usa mais) e heróica (não usa mais) e outras baboseiras a mais. Não perca seu tempo com essa imbecilidade. Veja o que dizem os inteligentes:

Trecho do artigo “MUITO BARULHO PARA NADA” publicado pelo historiador português Vasco Pulido Valente no jornal português “Público” em 21/03/2008, traduzido do português para a língua brasileira por “Cauê”:

“...O Dr. Vasco Graça Moura e outras pessoas sensatas, fizeram certo em atacar o acordo ortográfico luso-brasileiro minuciosamente: A essência dessa monstruosidade acabou por se perder numa discussão técnica da qual ninguém se interessa e nem consegue seguir. A questão é, no entanto, clara. A ortografia portuguesa e a ortografia brasileira são diferentes, porque a língua portuguesa e a língua brasileira são diferentes: a fonética, sintaxe e a semântica.O brasileiro evoluiu e continua a evoluir de uma maneira e o português de outra. Esse processo não vai evidentemente parar e vai reduzir a um triste exercício de futilidade qualquer acordo que se faça”.
*Vasco Graça Moura é um escritor e político português que também é contrário a essa imbecilidade de des “acordo” ortográfico entre o Brasil e Portugal.
não é que êle tem razão ?
específicamente no meu caso (tenho 67 anos) já passei por várias mudanças linguísticas; essas mudanças acabam virando hábitos e até vícios de linguagem, difíceis de desfazer exatamente devido ao hábito (vício). Nesse mesmo parágrafo vc pode ver as minhas acentuações, que, muito provavelmente, ficarão até a morte (minha)...rs...

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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