O grupo visa o conhecimento sobre a história da Igreja Católica Apostólica Romana, desde as suas origens até os tempos atuais.
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Iniciado por Silvaniza Maria Vieira Ferrer. Última resposta de marcelo olegario ignez 1 Fev. 46 Respostas 2 Curtiram isto
Peço licença para começar esse tópico não para contribuir mas esperando por contribuições dos membros. A questão é: pelas leituras bíblicas deduz-se que o homem tem toda uma vida para fazer as coisas…Continuar
Iniciado por Leonardo Stuepp. Última resposta de Jefferson 22 Jan. 4 Respostas 1 Curtiu isto
A ESCOLÁSTICACaracterísticas geraisA escolástica representa o último período da história do pensamento cristão, que vai do início do século IX até o fim do século XV. Este período do pensamento…Continuar
Tags: Religião, Igreja, Filosofia, Escolástica, Cristianismo
Iniciado por Leonardo Stuepp. Última resposta de Leonardo Stuepp 7 Set, 2012. 5 Respostas 1 Curtiu isto
Com o nome de patrística entende-se o período do pensamento cristão que se segue à época neotestamentária e chega até ao início da Escolástica, isto é, os séculos II-VIII da era vulgar. Chama-se…Continuar
Tags: Patrística, Cristianismo, Padres, Igreja, Filosofia
Iniciado por André Octavio Gama Quaresma. Última resposta de Leonardo Stuepp 24 Maio, 2012. 3 Respostas 0 Curtiram isto
Boa noite a todos.Meu nome é André Octavio Quaresma, sou graduando no curso de História pela Universidade Federal do Pará. Inicia-se os preparativos para a pesquisa de meu TCC e pretendo pesquisar…Continuar
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errata errata errata: a Itália tinha 1 sacerdote para 250 habitantes.
Olá Leonardo!
Fico satisfeito de ter contribuído, já estava até pensando se continuava as postagens, dependendo da resposta de vocês, pq transcrever isso aqui deu trabalho! rsrs
Mas olha, tenho que avisar que esta postagem do texto de Durkheim foi mais para mostrar, iniciando, uma proposta de abordagem de como as confissões religiosas se relacionam com um fenômeno que, pelo menos em parte, tem explicações sociais; o suicídio. O legal é que é uma análise, como mostrarei, que mescla aspecto da doutrina religiosa com a organização da Igreja, e a forma como ela se coloca na sociedade, bem como o tipo de sociedade em que está situada.
Entretanto, deixo de sobre aviso que, apesar de ter sido uma análise inovadora na época, e até hoje constituir numa proposta de abordagem fundamental dos fenômenos sociais, tenho que ressalvar que é bastante possível que os dados estejam desatualisados, pois foram coletados no século XIX. Mais adiante, transcreverei trechos de Durkheim em que ele mencionará aspectos de ambas as religiões que com certeza estão desatualizados. Se o número de ministros protestantes é bastante reduzido proporcionalmente em suas sociedades (não sei como está hoje), o número de padres católicos é (ou era) altíssimo. Ele menciona, por exemplo, que a Itália possui (ou possuía), pouco mais de 250 sacerdotes por habitante! Creio que, dadas as mudança culturais, este número tenha diminuído radicalmente. Um ponto da doutrina que está desatualizado, e que ele levanta na análise, é o fato dos católicos terem o acesso negado aos textos sagrados, a Bíblia, o que não existe mais.
Interessante a postagem do José Augusto, mas me pergunto até aonde esse "despertar de vocações" não se deve ao próprio fato da Inglaterra ser país protestante. Ou seja, não seria similar ao largo aumento de evangélicos em uma sociedade majoritariamente católica, em um ambiente de liberdade religiosa?
Bom, talvez não, porque, tanto como eles, nós temos liberdade religiosa a pelo menos uns 100 anos, e o protestantismo só veio a ter crescimento expressivo no final do século XX, assim como eles, mesmo tendo vários convertidos famosos (John (Cardeal) Newman, Oscar Wilde), nunca apresentaram um crescimento expressivo, até agora.
Abraços.
Olá amigo José Augusto.
Interessante este artigo que postastes. Num primeiro momento, considerando-se a população de Inglaterra e Gales, parece ínfima a quantidade destas novas vocações.
Mas, fazendo-se um comparativo com anos anteriores e não tão distantes, demonstram que acontece um "avivamento" das vocações e, a análise deve direcionar-se num outro âmbito: o que acontece nestas sociedades para que o vigor religioso aumente?
Interessante é que em nossa paróquia aqui em Blumenau (Cristo Rei) onde dentre vários trabalhos, conduzo o encontro dos pais das crianças e jovens da catequese, na reunião de avaliação dos trabalhos de 2012 e sugestões para 2013, tivemos como solicitação de temas, em primeiro lugar: O Pecado, que foi tratado no encontro do início de abril e, empatado, o tema: Vocações, que será tratado no próximo sábado dia 04/05.
Em nossa Diocese (Blumenau), há um avanço nas vocações religiosas. A duas semanas atrás, tivemos duas ordenações sacerdotais. Nos dois últimos anos, tivemos 5 ordenações, numa comunidade que até alguns anos não tinha ordenação alguma.
Algo diferente está acontecendo e, provavelmente alguém já esteja estudando este novo momento.
Abraços.
Reino Unido: crescimento de vocações para a vida religiosa
Por Redacao
ROMA, 25 de Abril de 2013 (Zenit.org) - Cresce o número de homens e mulheres nas congregações religiosas, bem como as ordenações sacerdotais nas dioceses da Inglaterra e Gales.
A estatística foi citada pelo jornal vaticano L'Osservatore Romano, de 24 de abril, que regularmente publica diversos estudos, enfatizando que a informação compensa algumas fases de diminuição das vocações que marcaram o passado.
O aumento de religiosos, religiosas e presbíteros, foi registrado nos últimos três anos. Em 2010, foram admitidos vinte e nove homens e mulheres nas diversas congregações, número que cresceu para trinta e seis em 2011, e cinquenta e três no ano de 2012.
Em relação as ordenações sacerdotais diocesanas (excluindo dos religiosos e ex anglicanos), foram vinte em 2011, trinta em 2012 e estão previstas quarenta para o decorrer deste ano. O crescimento das ordenações sacerdotais aumenta, sobretudo, em relação aos cinquenta anos do século passado; após um período de declínio nas ordenações registrado entre o final dos anos noventa e o inicio do século XXI.
Novas vocações
Em 2012, a Conferencia Episcopal da Inglaterra e Gales colocou em ação um plano para promover vocações entre os jovens. O Plano Nacional de Vocações, conforme explicado, tem como objetivo dar aos jovens que desejam, a oportunidade de participar de um grupo de discernimento e ter na paróquia, um diretor espiritual que os ajudem a encontrar a vocação.
As vocações presbiterais na Inglaterra e Gales crescem. Em setembro de 2012, por exemplo, houve o maior número de ingresso nos seminários católicos desde a década passada. Cinquenta e seis jovens começaram um caminho para presbiterato.
A fim de despertar vocações são distribuídos nas escolas, diversos materiais com informações sobre o trabalho na Igreja; enquanto isso, os agentes pastorais continuam desenvolvendo novos métodos e instrumentos para levar o evangelho, de modo concreto, à vida das pessoas.
Olá Rômulo.
Muito, mas muito obrigado pelo teu trabalho sobre os números percentuais de suícidos.
Eu fiz uma proposta meio que como desafio e me vens com dados muito detalhados.
Estes dados com certeza precisam de uma análise mais aprofundada para compreendemos a sua extensão.
Acrescento um dado sem números que pode nos levar a um questionamento. Aqui, próximo à Blumenau, temos a cidade mais alemã do Brasil: Pomerode, uma pequena e linda cidade com predominância do luteranismo em que o índice de suicídios é grande. Vou buscar mais informações sobre esta questão.
Mais uma vez agradeço a tua tão especial contribuição Rômulo, ainda mais que apresentas dados sobre a Alemanha que é um país que eu conheço pelo menos geograficamente muito mais do que o Brasil, praticamente 60-70% de seu território.
Abraços.
Quanto aos judeus, sua disposição para o suicídio é sempre menor do que a dos protestantes; geralmente também é inferior, embora em menor proporção, à dos católicos. No entanto, às vezes essa última relação se inverte; esses casos de invenção se verificam sobretudo em tempos recentes. Até meados século, os judeus se matam menos do que católicos em todos os países, menos na Baviera (nota: a Baviera ainda é a única exceção lá, os judeus se matam duas vezes mais do que os católicos. A situação do judaísmo nesse país terá algo de excepcional? Não saberíamos dizer.) é apenas por volta de 1870 que eles começam a perder seu antigo privilégio, embora seja raríssimo ultrapassarem em muito a taxa dos católicos. Aliás, não se deve perder de vista que os judeus vivem, mais exclusivamente que outros grupos confessionais, nas cidades e de profissões intelectuais. Por esse aspecto, são mais inclinados ao suicídio do que os membros de outros cultos, e isso por razões estranhas à religião que praticam. Portanto, apesar dessa influência agravante a taxa do judaísmo é tão baixa, é de se acreditar que, em igualdade de situações, de todas as religiões seja aquela em que as pessoas se matam menos.
Estando os fatos assim estabelecidos, como explicá-los?
(A parte II fica pra amanhã, rsrsrs).
(Ah, e a edição é da Martins fontes).
A Suíça é interessante de ser estudada desse mesmo ponto de vista. Pois, como nela se encontram populações francesas e alemãs, pode-se observar separadamente a influência do culto sobre cada uma dessas duas raças. Os cantões católicos apresentam quatro e cinco vezes menos suicídios do que os cantôes protestantes, seja qual for a sua nacionalidade.
A ação do culto é tão poderosa, portanto, que domin todas as outras.
Por outro lado, em um grande número de casos foi possível determinar diretamente o número de suicídios por milhão de habitantes da população de cada confissão. Eis os números encontrados por diferentes observadores:
Católicos: Cantões franceses: 83, cantões alemães: 87, conjunto dos cantões de todas as nacionalidades.
Mistos (conjunto dos cantões): 212,0
Protestantes: Cantões franceses: 453, cantões alemães: 293. Conjunto das nacionalidades: 326,3.
Assim, por toda parte, sem nenhuma exceção (nota: Não temos informações sobre a influência dos cultos na França. Eis, no entanto, o que diz Leroy em seu estudo sobre o Seine-et-Marne: "Nas comunidades de Quincy, Nanteuil-les-Meaux, Mareuil, os protestantes apresentam um suicídio para 310 habitantes, os católicos 1 para 678"), os protestantes fornecem muito mais suicídios que os fiéis de outros cultos. A diferença oscila entre um mínimo de 20% a 30% e um máximo de 300%. Contra tal unanimidade de fatos convergentes, é inútil invocar, como faz Mayr (nota "Handwoerterbuch der Staatswissenchaften", suplemento, t.I, p.702.), o caso único da Noruega e da Suécia, que embora protestantes, têm apenas um número médio de suicídios. Em primeiro lugar, tal como observamos no início deste capítulo, essas comparações internacionais não são demonstrativas, a menos que se refiram a um número bastante grande de países, e mesmo nesses casos não são concludentes. Há diferenças bastante grandes entre as populações da península escandinava e as da Europa central para que se possa compreender que o protestantismo não produza exatamente os mesmo efeitos sobre umas e sobre outras. Além disso, embora a taxa de suicídios, tomada em si mesma, nãos seja muito considerável nesses dois países, ela parece relativamente alta ao se levar em conta o lugar modesto que eles ocupam entre os povos civilizados da Europa. Não há razão para acreditar que esses países tenham chegado a um nível intelectual superior ao da Itália, nem de longo, e no entanto neles as pessoas se matam duas ou três vezes mais (90 a 100 suicídios por milhão de habitantes contra 40). Não seria o protestantismo a causa desse agravamento relativo? Assim, o fato não só não infirma a lei que acaba de ser estabelecida a partir de um número tão grande de observações como tende a confirmá-la (nota: Reta o caso da Inglaterra, país não católico em que as pessoas não se matam muito. Ele será explicado adiante).
Sobre suicídios, eu vos apresento Durkheim:
Capítulo II, O Suicídio Egoísta.
Observemos em primeiro lugar a maneira pela qual as diversas confissões religiosas agem sobre o suicídio.
I
Examinando o mapa dos suicídios europeus, reconhecemos à primeira vista que nos países puramente católicos, como Espanha, Portugal, Itália, o suicídio é muito pouco desenvolvido, ao passo que atinge seu máximo nos países protestantes como Prússia, Saxônia, Dinamarca. As seguintes médias, calculadas por Morselli, confirmam esse primeiro resultado:
Média por milhão de habitantes
Estados protestantes. 190
Estados mistos 96
Católicos 58
Católicos gregos 40
Todavia, a inferioridade dos católicos gregos não pode ser atribuída com certeza à religião; pois, como a sua civilização é muito diferente daquela das outras nações europeias, essa desigualdade de cultura pode ser a causa dessa menor disposição
Contudo, essa comparação ainda é por demais sumária. Apesar de similaridades incontestáveis, os ambientes sociais em que vivem os habitantes destes diferentes países não são idênticos. A civilização da Espanha e de Portugal estão bem abaixo da civilização da Alemanha; pode ser, portanto, que essa inferioridade seja a razão da que acabamos de constatar no desenvolvimento do suicídio. Se quisermos escapar a essa causa de erro e determinar com maior precisão a influência do catolicismo e a do protestantismo sobre a tendência ao suicídio, deveremos comparar as duas religiões no seio de uma mesma sociedade.
De todos os grandes Estados da Alemanha, é a Baviera que conta, de longe, com menos suicídios, ou seja, apenas 90 suicídios anuais por milhão de habitantes desde 1874, ao passo que a Prússia tem 133 (1871-75), o ducado de Baden 156, Würtemberg 162, a Saxônia 300. Ora, é lá também que os católicos são mais numerosos: 713,2 para 1000 habitantes. Se, por outro lado, comparamos as diferentes províncias desse reino, veremos que os suicídios são diretamente proporcionais ao número de protestantes e inversamente proporcionais ao de católicos.
Províncias Bávaras (1867-75)
Províncias de minoria católica (menos de 50%): Palatinado do Reno - 167, Francônia Central - 207, Alta Francônia - 204, Média - 192.
Províncias de maioria católica (50 a 90%): Baixa Francônia - 157, Suábia - 118, Média - 135.
Províncias com mais de 90% de católicos: Alto Palatinado - 64, Alta Baviera - 114, Baixa Baviera - 4, média - 75.
Não são apenas as relações das médias que confirmam a lei; todos os números da primeira coluna são superiores aos da segunda coluna e os da segunda coluna aos da terceira, se m que haja nisso, nenhuma irregularidade.
O mesmo ocorre na Prússia.
Províncias da Prússia (1883-90)
Províncias com mais de 90% de protestantes: Saxônia: 309,4, Shleswig: 312,9, Pomerânia: 171,1, Média: 264,6.
Províncias com 89% a 68% de protestantes
Hannover: 212,3, Hesse: 200,3, Brandemburgo e Berlim: 296,3, Prússia Oriental: 171,3, Média: 220,0
Províncias com 40% a 50% de protestantes: Prússia Ocidental: 123,9, Silésia: 260.2, Vestfália: 107,5, Média: 163,6.
Províncias com 32% a 28% de protestantes: Posen 96,4, Egiões do Reno: 100, 3, Hohenzolern: 90,1, Media: 95,6.
Examinando-se detalhadamente, entre as 14 províncias assim comparadas, há apenas duas ligeiras irregularidades: a Silésia, que pelo número relativamente importante de seus suicídios deveria pertencer à segunda categoria, encontra-se apenas na terceira, ao passo que a Pomerânia, ao contrário, caberia mais na segunda coluna do que na primeira.
José Augusto, citar a "teoria dos climas" de Montesquieu para explicar desenvolvimento econômico no século XX, e ainda por cima supondo que eslavos são "menos avançados" que Ibéricos, e me brindar com a frase "o progresso fez-se de maneira sustentável nos países católicos"! Sustentável pra onde cara-pálida??? É uma grande sacanagem! É ou não é??? KKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!
boa noite...
E antes que eu vá dormir, nem vou comentar o tema do ateísmo, pois, já que o juízo negativo dele é feito logo de cara, nem considero um debate válido, ou que deva me meter.
Não sou ateu, mas vejo estes temas como questão de escolha pessoal, e não me vejo no direito de emitir juízos a respeito (a título de comparação, seria como se evangélicos resolvessem debater o tema: "Porque macumbeiros insistem em servir a satanás?")
Paz a todos.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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