História da Igreja Católica Apostólica Romana.

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História da Igreja Católica Apostólica Romana.

O grupo visa o conhecimento sobre a história da Igreja Católica Apostólica Romana, desde as suas origens até os tempos atuais.

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A rrespeito da doutrina da Igreja Católica quanto aos mortos: rezar por eles após a morte, os salva da condenação eterna?

Iniciado por Silvaniza Maria Vieira Ferrer. Última resposta de marcelo olegario ignez 1 Fev. 46 Respostas

Peço licença para começar esse tópico não para contribuir mas esperando por contribuições dos membros. A questão é: pelas leituras bíblicas deduz-se que o homem tem toda uma vida para fazer as coisas…Continuar

Tags: oração., mortos, Católica, Igreja

O que é a Escolástica?

Iniciado por Leonardo Stuepp. Última resposta de Jefferson 22 Jan. 4 Respostas

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Tags: Religião, Igreja, Filosofia, Escolástica, Cristianismo

O que é a Patrística?

Iniciado por Leonardo Stuepp. Última resposta de Leonardo Stuepp 7 Set, 2012. 5 Respostas

Com o nome de patrística entende-se o período do pensamento cristão que se segue à época neotestamentária e chega até ao início da Escolástica, isto é, os séculos II-VIII da era vulgar. Chama-se…Continuar

Tags: Patrística, Cristianismo, Padres, Igreja, Filosofia

Onde posso encontrar livros sérios sobre a questão religiosa no século XIX e o Concílio Vaticano I? Onde encontro o texto conciliar na íntegra?

Iniciado por André Octavio Gama Quaresma. Última resposta de Leonardo Stuepp 24 Maio, 2012. 3 Respostas

Boa noite a todos.Meu nome é André Octavio Quaresma, sou graduando no curso de História pela Universidade Federal do Pará. Inicia-se os preparativos para a pesquisa de meu TCC e pretendo pesquisar…Continuar

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Comentário de Leonardo Stuepp em 1 março 2012 às 18:51

Olá Rogério.

Maravilhoso o teu comentário.

Abraços.

Comentário de Leonardo Stuepp em 1 março 2012 às 18:49

Olá José Augusto.

A tua idéia creio que não teria sucesso, pois a Igreja "fazendo" ela desfiles, mesmo que com as pessoas com roupas comportadas, teria mais críticas do que uma possível melhoria no comportamento dos foliões.

Ainda fico com a posição da Igreja fortalecendo em seus fiéis sua doutrina e, ter a coragem de enfrentar de frente este problema, tendo uma posição clara, assim como faz em diversas oportunidades, com cartas da CNBB sendo lidas nas missas e pronunciamentos dos Bispos em suas Dioceses, dos padres em suas paróquias, bem como de nós leigos engajados, tratando com as famílias sobre o tema e também na catequese, principalmente do Crisma.

Para alguns o assunto pode ser sem sentido, mas é de fundamental importância para a sociedade. 

Nós católicos engajados, sentimos o grande problema que a família está enfrentando nos últimos tempos, onde a moral, os bons costumes, a ética estão sendo deixados de lado. Como as famílias (quando ainda são família) não conseguem mais "educar" seus filhos, a sociedade começa a ruir.

É bom lembrarmos sobre os fatos que determinaram a ruína progessiva e às vezes lenta dos grandes impérios.

Outra questão que verifico, é que alguns, como o Jucemir que é ateu declarado, olha a Igreja Católica como cerceadora de direitos e até da alegria e, outros, como o Rômulo, que foi "protestante" fala do carnaval como uma festa católica e neste caso, a Igreja Católica é condenada por ser "conivente" com uma festa de tradição pagã.

E nós? Ficamos entre dois fogos?

Precisamos sim pular do muro e tomarmos a nossa decisão e termos coragem para defendê-la.

Abraços.

Comentário de Leonardo Stuepp em 1 março 2012 às 18:36

Olá Jucemir.

Puxa cara, até tinhas feito uma postagem "equilibrada" anteriormente, mas infelizmente novamente escorregastes na maioneze com o teu comentário sobre a proposta do José Agusto.

Ele apresentou uma idéia, buscando encontrar uma maneira de o carnaval continuar sendo uma festa da alegria, das tradições culturais dos diversos povos que fizeram a nossa tão linda sociedade, vendo uma possibilidade de a festa não ficar a cada dia mais tornando-se um enorme desfile de pessoas nuas.

Quem quer ficar nu em púbnlico, convido a virem até SC e irem à Praia do Pinho, lá eles podem ficar à vontade, tendo seu espaço para exercer sua liberdade da tal da "mente aberta". Mas segundo me consta andar nu em plena rua não é permitido pelas leis brasileiras. Porque se "fecha os olhos" durante o carnaval?

Então Jucemir, poderias te contrapor à idéia do José Augusto, utilizando em vez de tua veia "irônica", argumentos mais ponderados e com fundamentos menos debochados.

Já tivestes aqui umas desavenças sérias com o Michel, que até está afastado, agora te posicionas assim com o José Augusto, creio que preciso ser mais enérgico contigo. Já havias recebido um cartão amarelo, agora estás recebendo o segundo, da próxima sem dúvida será vermelho.

 

Comentário de José Augusto Miranda em 1 março 2012 às 18:31

Olá Jucemir,

Imaginação fertil a sua! 

O curioso é que você monta o cenário na sua cabeça, vibra com ele, deve soltar umas boas gargalhadas sozinho, depois escreve umas linhas, vê a banda passar e chama isto de divertido?!!!

Mas devo confessar que achei a sua postagem muito simples e demasiadamente forçada. Fiz, sinceramente, força para sorrir, mas, infelizmente, não consegui.

Continuo a achar que o Carnaval passou por tantas modificações que perdeu a sua alegria original.

Não é possível que você mesmo não reconheça: só pelas músicas, roupas e desfiles, os carnavais de antigamente eram melhores, mais "réussis" do que os de hoje, onde tudo é permitido, sobretudo com muito alcool, droga e promiscuidade. 

Como chegamos a este ponto? A sociedade pediu este tipo de evolução ou foi induzida? Se foi induzida, pode ser para um outro lado? Se ela provocou esta evolução, como fazer com que a sociedade provoque outro modelo de Carnaval? Temas interessantes para um debate.  

Atenciosamente,

José Augusto Miranda 

 

Comentário de Rogério Fernandes da Silva em 1 março 2012 às 15:48

Jucemir, Jucemir.

Perder o amigo, mas não perder a piada. Primeiramente onde está ela? Acho que só vc achou isso engraçado e sinceramente sou melhor em provocações.

O carnaval é importante para sociedade, pois interrompe o tempo humano e o transcende. A FESTA é algo que existe em todas as culturas, para o ser humano nao pode haver sociedade sem sem suas FESTAS. A Igreja tem as suas oficiais como a sociedade tem a suas profanas. Sem isso o  mundo se torna enfadonho.

As festas dentro de nossas sociedades são importantes, tem e tiveram influência na formação do caráter do brasileiro. Elas são diversas, e não englobam só a religião católica. Os variados grupos que compõem nossa sociedade possuem suas próprias comemorações. Somos envolvidos nas linguagens das festas e as adaptamos aos nossos contextos sociais.

 

[...] Olhando, no entanto, para as festas, de um ponto de vista diferente do momento da festa, quando tudo é euforia e êxtase, alegria e entrega, é possível ver que a festa religiosa “à brasileira” não só não é alienante (no sentido de falta de consciência social, moral ou outra), como representou e representa, ainda hoje, importante papel na construção da sociedade e da sociabilidade brasileiras.

 

Nestas festas, além da experiência comunitária religiosa acontecem trocas culturais, sob diversas faces e sentidos. Fundem-se, associam-se, sobrepõem-se e são reinterpretados vários aspectos culturais dos grupos envolvidos, num verdadeiro ecumenismo cultural estabelecido pela arte, estética, música e pelas próprias crenças [...] (AMARAL, 2003, p.188)

AMARAL, Rita. Festas católicas brasileiras e os milagres do povo. In: Civitas – revista de ciências Sociais, junho ano/vol. 3, número 001. Porto Alegre: PUC do Rio Grande do Sul, 2003. pp. 187-205.

Comentário de jucemir rodrigues da silva em 1 março 2012 às 14:59

José Augusto, achei tua ideia muito criativa.

Sugiro um nome: Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da ICAR.

Cores: branco e amarelo.

Enredo: “A Inquisição Portuguesa em Terras de Além-Mar”.

Carnavalesco: Marcelo Rossi.

Samba: “Sambenito neles!”(Autor: Antônio Maria.)

Puxador do samba: Fábio de Melo.

............

Como seria a ala das baianas?

Lembrai-vos que a ala das baianas é item obrigatório.

Outro detalhe: a bateria só admite instrumentos de percussão, portanto, nada de harpas.

............

Se a ideia for em frente, tenho pra mim que depois de amargar uma eternidade no grupo de acesso, o G.R.E.S.U.I.C.A.R. começaria a fazer concessões.

Por exemplo: dispensar o Marcelo Rossi e contratar o Paulo Barros.

..................................

Leonardo, se quiseres me excluir eu compreenderei, mas essa do José Augusto eu não podia deixar passar – é hilária.

Como se diz: Eu perco o amigo mas não perco a piada.

Sem ressentimentos.

Abração.

Comentário de Digs em 1 março 2012 às 13:52
Comentário de José Augusto Miranda em 1 março 2012 às 13:49

Olá todos,

Uma outra ideia sobre o Carnaval, seria fazer o que a Igreja fez no passado com as festas pagãs: cristaniza-las.

Como? Por exemplo, começar a organizar desfiles populares com trajes muito bonitos e ricos, onde a nudez, por exemplo, se sentisse tão rebaixada que as pessoas nem ousariam apresentar-se assim.

Aos poucos a festa ia tomando outro rumo.

Atenciosamente,

José Augusto Miranda  

Seria uma ideia.

Comentário de jucemir rodrigues da silva em 1 março 2012 às 13:29

“O ideal é fazer o que ela tenta fazer, tentar educar os católicos e mostrar que estas festas são perigosas do ponto de vista moral. Mais do que isto, segundo o meu entender, seria contraproducente.”

Essa dualidade condraditória e humana me lembrou aquele conto de Machado de Assis intitulado “A Igreja do Diabo”.

O homem é um inseguro equilibrista entre o medo e o prazer. Ou antes, é mesmo um Arlequim sem nenhum pudor de servir a dois ou três  amos. Quem o quiser em suas fileiras, faça vista grossa e dance conforme a música.

Numa extrapolação semiótica, caberia a frase famosa daquele antigo presidente do Corínthians: “(...) é uma faca de dois legumes.”

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 29 fevereiro 2012 às 19:57

Caro Leonardo  verfique noticias sobre o vaticano abrir os arquivos históricos aos estudiosos e a sua biblioteca a sociedade verfique o jornal da italia correio de la serra  ok um abraço

Israel.marques

 

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Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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