Temos ref~encias historiográficas como de Hilário Franco Jr e Robert Lacey comentanto sobre o que parece ter sido o ano mais polêmico estudado pelos medievos, pois ele foi marcado pelo:
Pensamento Escatológico (Atribuído pela Igreja Católica), em outras palavras, o fim do mundo.
Criação do Calendário Gregoriano (Se eu estiver certo)
Surgimento do Anticristo
Se eu estiver errado, me corrijam, mas de qualquer forma foi o ano em que as pessoas se sentiram comprometida.
O que vocês acham a respeito disso!?
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Olá Carlos.
Que bom estares participando com um tópico, abrindo um espaço para estudarmos (com referências e conteúdo) este período da história da humanidade.
Vou buscar um pouco dos conhecimentos que tenho e das referências para um embasamento e espero que os amigos do grupo também possam contribuir com os seus conhecimentos e/ou informações para o enriquecimento dos estudos.
Abraços.
Permalink Responder até Carlos Mizael dos Santos Silva em 5 agosto 2011 at 9:27
Olá Carlos.
Para encontrares algo sobre o tema, a Bíblia não será fonte, pois ela teve seus últimos livros escritos lá pelo século I de nossa era.
Vais encontrar em livros da História, principalmente livros sobre a História do Cristianismo.
Eu tenho alguma bibliografia mas que está emprestada, vou ver se consigo resgatá-la e postar algo.
Abraços.
Permalink Responder até Carlos Mizael dos Santos Silva em 5 agosto 2011 at 9:27
Olá Carlos.
Complementando, creio que as fontes serão obras de autoria européia e quem sabe norte americana.
Podemos ter algumas obras brasileiras, não as conheço.
Abraços.
Olá Carlos.
Mesmo estando bastante ocupado ultimamente, fui verificar em minha biblioteca e, encontrei numa obra espetacular sobre a História da Igreja: História da Igreja de Cristo, de Daniel-Rops, em seu volume II: A Igreja dos Tempos Bárbaros, editora Quadrante, no capítulo X: O Doloroso Alvorecer do Ano Mil, um longo estudo sobre o tema. Se me permitires, posto este conteúdo.
A anarquia feudal e a Igreja.
O ano mil: basta pronunciarmos estas sílabas para que desperte em nós a imagem de um tempo sinistro, dominado por angústias intoleráveise entregue às piores forças de destruição.
Uma lenda - aliás de intenções suspeitas - pretende atribuir a esta época um ambeinte apocalíptico e associar o final do pimeiro milênio a não se sabe bem que pavores ante a iminência do Juízo final e do fim do mundo. Mas a realidade é outra, ainda que seja suficientemente dramática para não tornar necessário o recuros à fábula. A verdade histórica é que não só o ano mil, mas todo o século que o precedeu e a primeira metade do que o seguiu, constituíram um período de obscuridade em que, cegados pelo sangue e mergulhados na lama, os homens se debateram numa incerteza terrível. Tudo o que pudemos ver no século IX, por ocasião do desmoronamento carolíngeo - a brutalidade sem freios, a imoralidade, a decadência das instutuições - atinge agora o paroxismo. O século V, traumatizado pelas invasões bárbaras, não foi nada em compraração a este longínquo sucessor.
Continua ....
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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