A rrespeito da doutrina da Igreja Católica quanto aos mortos: rezar por eles após a morte, os salva da condenação eterna?

Peço licença para começar esse tópico não para contribuir mas esperando por contribuições dos membros. A questão é: pelas leituras bíblicas deduz-se que o homem tem toda uma vida para fazer as coisas acertadamente segundo a vontade de Deus. Porém, a Igreja Católica instituiu orações pelos mortos, celebrações após a morte como a missa de 7º dia e outras mais que a família do morto queira. Existe a questão do purgatório que acredito, seria uma espécie de limbo onde os mortos não estariam no sono profundo mencionado na Bíblia. Daí o meu questionamento: é válido rezar pelos mortos?

Tags: Católica, Igreja, mortos, oração.

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Respostas a este tópico

Paulo diz que não há provação maior que a que o ser humano possa suportar.

Silvaniza....agradeço teus comentarios....me fizeram bem especialmente iste.....

Continuarei participando de nosso aparte sobre a questao em debate....em breve responderei conforme perguntei usando fontes de liturgia antiga que mostrm o pensamento dos primeiros cristaos a respeito das oraçoes por nossos mortos e sua salvaçao.

Abraços.

Enrique, solicitei um convite para ser adicionada como sua amiga. Você viu?

oi Silvaniza.....vi e aceitei...embora sou mei "caipira" nestas coisas de PC e site...será que fiz errado e apaguei??

Escuta...estou com umas consultas no hospital que me roubam o tempo....mas em breve respondo o que te prometi ...usando como referencial a liturgia dos primeiros cristãos....

Prazer e abraços

Eu acredito que devemos rezar por nós mesmo, que estamos vivos por que temos muito o  que conquistar, pois precisamos de Deus quando vivos não como mortos, que não sabem de nada,  estão dormindo com cita as sagradas escrituras.

Francisco.....sera??

Quando vc dorme esta vivo ou morto???Tuas atividades mentais ,emocionais...etc...(mesmo vc aparentemente não tendo consciencia) desaparecem?

A questão é como estão estes seres que passaram pela porta da morte e nos pouco ou nada sabemos do como é este estagio ate a Ressurreiçao do Mortos? Será que não sabem de nada??/(minha resposta não é sem sim...nem não....apenas tenho grande curiosidade por este estagio e se nossas oraçoes (como diz Silvaniza) servem de algo.....estou pesquisando.

Francisco ha uma coisa que a liturgia incentiva e eu tb penso como vc....a maior parte da oraçao é por nos mesmos que estamos nesta vida....para que possamos atingir a VIDA (o seno de Abraham" como usam na Liturgia Hispana-antiga) assimilado da Torã Judaica

Grande abraço

Olá Francisco e Enrique:

Insondáveis mistérios que passam pelo nosso conhecimento através da vida mas que só poderão ser respondidos depois da morte ou da ressureição.Mas há alguns indícios na leitura dos livros sapienciais e nos Evangelhos.~O que aconteceu aos mortos que ressuscitaram na hora da morte de Jesus e que foram vistos por muitos? E Lázaro? O que ele falou do reino dos mortos que conheceu por três dias? E se os mortos estão dormindo, por que o ladrão bom foi direto para o paraíso no mesmo dia que Jesus? E por que Jesus disse: hoje mesmo estarás comigo se Ele ainda ficaria no reino dos mortos por três dias? Não tenho a pretensão de obter a resposta para nenhuma dessas questões. E na dúvida, rezo sim pelos mortos. É melhor exceder que faltar. Como disse, mistérios de Deus que nos abre o caminho do conhecimento em doses terapeuticas.

 

 Fidellium tuorum VITA MUTATUR, NON TOLITUR (Liber Ordinum 418-423)

A vida se muda, não é cortada (ceifada !),422,post Santus,15

 

Esta é a premissa básica: a vida  com a morte apenas a vida  se muda de forma (embora não responde directamente a questão : Nossas orações agora podem ser de utilidade salvífica para aqueles que já morreram???)

A  questão é como é este estado de “espera” ate a ressurreição dos mortos” (lembremos os três dias após morte Cristo….)

 

Em toda reforma ate mesmo a de Lutero. a Contra Reforma seguida por Roma  e os movimentos evangélicos e fundamentalistas católicos  o ponto de referencia sempre foi e é (pelo menos eles pensam isso ) a igreja  ou igrejas primitivas antes de Constantino.

 

 Nas liturgias  antigas, dos primeiros séculos(e nas actuais embora estas já são “manipuladas” pelos dogmas e conceitos teológicos ) todas elas proclamam a que a vida continua ….Vita mutatur,non tolitur  =  VIDA  MUDA NÃO É CORTADA ,NÃO ACABA(Liber Ordinum 421-423)

 

(o Liber Ordinum é um manual do sec VI deixado de lado pela primeira reforma de Gregório VII no ano 1085 por afirmar que a “única liturgia seria a “romana” .A  Liturgia Hispano Visigoda dita actualmente de moçárabe…..que reúne liturgias cristãs primitivas-sec I-III-  da Península ibérica do sec I-III….liturgia hispana-romana…liturgia bizantina….liturgia  africana e galicana)

 

Vejamos:

-Os primeiros cristãos nas suas liturgias  celebravam a morte como a entrada no “ seio de Abraham”….nos seus túmulos e na liturgia celebrava-se  como “natii” nascidos…… já que ate o sec II  quase todos eram mártires e passavam da “vita temporalis” ad  VITAM AETERNAM ( para a VIDA que na época medieval se diria lamentavelmente  a “única vida verdadeira" menospresando a nossa vida temporal)

 

-A vida certamente continua pois caso contrario teria sido em vão a morte de Cristo!!!

-II Macabeus 12:44: porque se ele não esperasse que os mortos haviam de ressuscitar, seria uma coisa supérflua e vã orar pelos defuntos

 

A liturgia celebra a vitoria da vida sobre a morte

…..Ubi est mors victoria tua? (onde esta tua vitoria ,oh morte!!??)(L.O 470)

….vivere per secula seculorum…quem cree em Cristo viverá pelos séculos dos seculos (L.O 471)

…….Omnes  in te credentes  non moriantur  in aeternum…não morrerão…não deverão morrer pela eternidade…. (LO 446, item 10)

…….

Desde o inicio do cristianismo a morte é vista e celebrada  como “a transição para a vida eterna” ….

 

-“O ser humano não é eterno (pois nasceu, teve inicio) mas se eterniza pela graça e dom do Senhor (pois não terá fim)….”O Quinto Evangelho” (Evangelho de São Tomé, item 18)

 (O Evangelho  de São Tomé   é um documento histórico descoberto em 1945 em Nag  Hammadi no Alto Egipto. Escrito em língua copta cuja liturgia era dos primeiros cristãos da província da Cirenaica (África norte) …e continua ate hoje “permitida por Roma”- pertencente ao pontificado de Alexandria que junto com Roma, |Constantinopla e Jerusalém agrupavam o mundo cristão da época.

O Evangelho são palavras originais de Jesus ditas secretamente aos seus discípulos mais próximos que acabou sendo escrito no sec. II d. C e escondido para não ser destruído como outros documentos “agnósticos” quando Roma começou a monopolizar a doutrina cristã após o ano 333 d. C época constantiniana…..Varias de seus pensamentos ratificam os clássicos evangelhos “ortodoxos “ da Igreja, aqueles de João, Lucas. Marcos e Mateus.O Quinto Evangelho revela um carácter espiritual anterior a teologização dos evangelhos sinópticos).

 

-Os primeiros cristãos e as exéquias

As comunidades cristãs ,os Padres da Igreja oriental e ocidental e posteriormente os teólogos e pensadores cristãos se perguntaram e tentaram entender COMO ACONTECE ESTA PASSAGEM ….ESTE TEMPO….vindo as explicações da Teologia (crista e não crista ) sobre o céu, inferno ,purgatório….”limbo” etc.…..

 

“Celebrações dos restos mortais: Óbito, “translatio”…. ( tristeza da separação e gozo pela salvação mesmo com morte # da liturgia posterior medieval e actual)….a devoção, o respeito, o amor aos “restos mortais” são celebrados nas liturgias com mais gozo que”lamentatio” e penumbras tétricas como acontecerá nas liturgias  medievais.

Embora existe sim o pensamento de guardar   os restos mortais para ressurreição…não é o pensamento predominante nas primeiras comunidades cristas (cf catacumbas de Roma).

Os restos mortais estão perto, dentro do templo onde se celebra a Pascoa   acreditando os que passaram o portal da morte permanecem (embora “não corporalmente”) formam parte da “Eclessia”. (veremos isto num segundo escrito na chamada “comunhão dos Santos”)

Celebra-se o dia do “Obitum”,assim como o “translatio” dos restos mortais por exemplo de Sto Isidoro desde Sevilha a Leão pelo rei Fernando I –sec X-onde são venerados na Colegiata de Saõ Isidoro.

A oração dos primeiros cristão são mais de “celebratio” do que “impetratio” (pedir) o que posteriormente irá mudando o estilo da liturgia “pró diffuntis”

 

Mas………….a pequena pesquisa escrita agora não responde totalmente a vc Silvaniza Maria….…. Nossas orações podem   comover ao Pai para a salvação  DE QUEM JÁ MORREU?

 

A pesar de ser um grande mistério……Tentarei  uma nova e complementar resposta usando  de novo a Liturgia. As Igrejas primitivas eram mais simples que hoje como acontece com tudo recém-nascido (vita temporalis diz a liturgia primitiva )….para elas a morte era “um nascimento” (vita aeternam)…dando sequência ao “parto materno” que é o aparecimento de um ser que já existe porem num novo estagio de vida  e nem por isso pode ser esquecido ,ignorado ou não cuidado.

Tentarei colocar a Eclessia como a “comunhão dos Santos” (pq oramos aos justos, aos mártires aos justos??/se eles podem interceder por nos….nos podemos interceder por alguém que “esta do outro lado da morte”???

Aqui entram a questão das verdadeiras indulgencias (tão abusadas na idade media), a oração…a questão do céu/inferno/purgatório????

Não esqueçamos que estamos tentando entender algo bastante dificl….e que a razão aqui vai ficar meio curta!!!

Abraços (21/07/2011)

Cara silvana  vcpostou um tema um pouco quente pois da Morte pouco se fala mas no que aprendi aolongo dostempos sempre se falou de rezar orar sobre os mortos mas nas muitas religiões li que podemos fazer algo mais por eles os mormons batizam os seus mortos no Templo fazem sua geneologia os relembram falando em familia sobre seus feitos sua historia registram sua vida terrena em pequenos diarios com seus concelhos frases preferidas fotografias obejetos .

Mas estas palavras podemser noçivas para si masapenas quis partilhar o quesei sobre osmortos e um pouco sobre suas duvidas sobre o purgatório alguns dos menbros deste topico a esclarecerão o Leonardo ou Micael que o Senhor ajude e Guarde com a sua mão protetora Feliz Domingo

Israel.Marques

                                             A  MORTE

nada pode acontecer em termos geraes mesmo rezando orando fazendo preces o resto da vida sua Alma vai ficar esperando um amor e dedicação real para a sua remissão em relação ao pergatório nada posso dizer só os entendidos sobre o Catolicismo podem abonar sobre o mesmo. mas sobre o tema em termos fisicos direi o que segue.

A morte é o fenômeno natural que mais se tem discutido tanto em religião, ciência, opiniões diversas. O Homem, desde o princípio dos tempos, tem a caracterizado com misticismo, magia, mistério, segredo. Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades.
O triunfo da morte, de Pieter Brueghel o Velho, (1562).Historicamente, tentativas de definir o momento exacto da morte foram problemáticas. A identificação do momento exacto da morte é importante, entre outros casos, no transplante de órgãos, porque tais órgãos precisam de ser transplantados (cirurgicamente) o mais rápido possível.
Morte foi anteriormente definida como paragem cardíaca e respiratória mas, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e desfibrilação, surgia um dilema: ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas (em vários casos, respiração e pulso cardíaco podem ser restabelecidos). A primeira explicação foi aceita, e actualmente, a definição médica de morte é conhecida como morte clínica, morte cerebral ou paragem cardíaca irreversível. A morte cerebral é definida pela cessação de actividade eléctrica no cérebro. Porém, aqueles que mantêm que apenas o neo-córtex do cérebro é necessário para a consciência argumentam que só a actividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada para definir a morte. Na maioria das vezes, é usada uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da actividade eléctrica no cérebro como um todo, e não apenas no neo-córtex, é adoptada, como, por exemplo, na "Definição Uniforme de Morte" nos Estados Unidos.
Lápides em um cemitério.Até nesses casos, a definição de morte pode ser difícil. EEGs podem detectar pequenos impulsos eléctricos onde nenhum existe, enquanto houve casos onde actividade cerebral em um dado cérebro mostrou-se baixa demais para que EEGs os detectassem. Por causa disso, vários hospitais possuem elaborados protocolos determinando morte envolvendo EEGs em intervalos separados.
A história médica contem muitas referências a pessoas que foram declaradas mortas por médicos, e durante os procedimentos para embalsamento eram encontradas vivas. Histórias de pessoas enterradas vivas (e assumindo que não foram embalsamadas) levaram um inventor no começo do século XX a desenhar um sistema de alarme que poderia ser activado dentro do caixão.
Por causa das dificuldades na definição de morte, na maioria dos protocolos de emergência, mais de uma confirmação de morte (de médicos diferentes) é necessária. Alguns protocolos de treinamento, por exemplo, afirmam que uma pessoa não deve ser considerada morta a não ser que indicações óbvias que a morte ocorreu existam, como decapitação ou dano extremo ao corpo. Face a qualquer possibilidade de vida, e na ausência de uma ordem de não-ressuscitação, equipes de emergência devem proceder ao transporte o mais imediato possível até ao hospital, para que o paciente possa ser examinado por um médico. Isso leva à situação comum de um paciente ser dado como morto à chegada do hospital.
Pós-morte
"Tudo é vaidade". Uma ilusão de óptica criada por Charles Allan Gilbert, criticando o apego material da vida mundana.A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação freqüente, latente mesmo, na psique humana. Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte como a reencarnação ou ida a outros mundos é comum e antiga (veja submundo). Para muitos, a crença e informações sobre a vida após a morte são uma consolação ou uma cobarvia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da sua própria morte. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras conseqüências negativas podem tornar a morte algo mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Por essa razão, palavra passamento quando dita por um espirita, significa a morte do corpo. A passagem da vida corpórea para a vida espiritual.
Apesar desse ser conceito comum a muitas crenças, ela normalmente segue padrões diferentes de definição de acordo com cada filosofia. Várias religiões crêem que após a morte o ser vivo ficaria junto do seu criador (Deus).
Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de Neanderthal/Homo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte.
Do ponto de vista científico, não se pode confirmar nem rejeitar a idéia de uma vida após a morte. Embora grande parte da comunidade científica sustente que isso não é um assunto que caiba à ciência resolver, muitos cientistas tentaram entrar nesse campo estudando as chamadas "experiências de quase-morte", e o conceito de "vida" se associa ao de "consciência". São consideradas duas hipóteses:
A consciência existe unicamente como resultado de correlações da matéria. Se esta hipótese fôr verdadeira, a vida cessa de existir no momento da morte.
A consciência não tem origem física, apenas usa o corpo como instrumento para se expressar. Se esta hipótese for verdadeira, certamente há uma existência de consciência após a morte e provavelmente antes da morte, também, o que induziria às tentativas de validação da reencarnação.
Até quando (e se) a ciência conseguir demonstrar alguma dessas hipóteses, esse assunto continuará a ser uma questão de fé para a grande maioria das pessoas.
Personificação da morte
A Morte também é representada por uma figura mitológica em várias culturas. Na iconografia ocidental ela é usualmente representada como uma figura esquelética vestida de manta negra com capuz e portando uma foice/gadanha. É representada nas cartas do Tarot e frequentemente ilustrada na literatura e nas artes. A associação da imagem com o ceifador está relacionada ao trigo, que na Bíblia simboliza a vida.
A morte também uma figura mitológica que tem existido na mitologia e na cultura popular desde o surgimento dos contadores de histórias. Na mitologia grega, Tânatos seria o deus Morte, e Hades, o deus do mundo da morte.
A morte de Abel, interpretação do homicídio descrito na Bíblia por Gustave Doré.Como Oscar Wilde escreveu tão elegantemente: "(...) Morte é o fim da vida, e toda a gente teme isso, só a Morte é temida pela Vida, e as duas reflectem-se em cada uma (...)"
"(...) desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor (...)" (Filipensis 2:12) A visão da Bíblia sobre a Morte.
A morte é considerada através de várias perspectivas na literatura de todo o mundo. Encaramos a morte, lidamos com o falecimento de entes queridos e desconhecidos, discutimos o seu significado religioso, filosófico, social, etc.
Muitos autores usaram-na como via para expressar o que há depois da vida, sob a perspectiva de várias teorias. As três mais divulgadas e preponderantes são:
A teoria da "Extinção Absoluta" permanente da vida ao ocorrer a morte física, ou teoria Materialista (monista);
A teoria do "Céu e Inferno" numa vida eterna para além da física e determinada pela conduta na vida física, ou teoria Teológica
A teoria da reencarnação através de renascimentos sucessivos em corpos físicos e com diferentes experiências de vida para alcançar a expansão de consciência e perfeição espiritual, ou teoria do Renascimento (dualista).
Na ciência
A morte, no ramo das ciências, é estudada pela tanatologia. Nesse sentido são estudados causas, circunstâncias, fenômenos e repercussões jurídico-sociais, sendo amplamente utilizados na medicina legal.
. A morte também é estudada em outros ramos da ciência, notadamente os relacionados a tratar doenças e traumatismos evitando que elas ocorram. No mesmo sentido uma das estatísticas mundialmente utilizadas para ações governamentais de prevenção são as taxas de mortalidade. Alguns estudos da ciência abordam as experiências de quase morte no sentido de entender os fenômenos correlacionados na quase morte.
Experiência.
Um dos ramos da ciência relatados através de vários casos de quase morte estuda os sentimentos declarados de pacientes que recuperaram suas funções vitais depois de uma intervenção médica. São comuns relatos de pessoas que dizem ter visto uma luz, um túnel iluminado e às vezes vendo-se a si mesmo, fora do próprio corpo, durante uma cirurgia. Esses relatos dividem opiniões de especialistas que defendem as causas religiosas no sentido de que a "luz" vivenciada pelos pacientes de quase morte era a luz para o caminho dos céus. A ciência tenta explicar esse fenômeno através de alterações químicas no cérebro, especialmente pela falta de oxigenação em cirurgias graves, fazendo o paciente ter alucinações nesse período de intervenção.
O Dr. Raymond Moody cunhou o termo "experiência de quase-morte" em seu livro escrito em 1975, "Vida após a vida". O livro ganhou atenção do público para o conceito de experiência de quase-morte. Entretanto, relatos dessas experiências sempre ocorreram na história. A obra "República", de Platão, escrita em 360 a.C., contém a lenda de um soldado chamado Er que teve uma experiência semelhante depois de ter sido ferido em combate. Er descreveu sua alma deixando seu corpo e, do céu, viu-a sendo julgada junto com outras almas[1]
A maioria das "experiência de quase-morte" tem as seguintes percepções:
Sensações de tranqüilidade - essas sensações podem incluir paz, aceitação da morte, conforto físico e emocional
Luz radiante, pura e intensa - é uma luz que muitas vezes preenche o quarto. Em vários casos os pacientes associam-na ao Céu à Deus
Experiências fora do corpo - a pessoa sente que deixou seu corpo. Ela pode olhar para baixo e ver o corpo, geralmente descrevendo a visão dos médicos trabalhando nele.
Entrando em outra realidade ou dimensão - dependendo das crenças religiosas da pessoa ela pode se sentir entrando num portal de novas dimensões .
Seres espirituais - a pessoa sente-se encontrando "seres de luz" ou de outras representações de entidades espirituais. Ela pode perceber esses seres como entes queridos que morreram, anjos, santos ou Deus
Motivos para o sepultamento
Após a morte, o cadáver começa a descompor-se, emitindo odores desagradáveis devido à expulsão de gases produzidos pela ação de bactérias. O sepultamento evita que os vivos vejam e cheirem o cadáver em descomposição, mas não é necessariamente uma questão de saúde pública. Ao contrário do que imagina o senso comum, a Organização Mundial da Saúde prescreve a inumação obrigatória apenas de cadáveres portadores de alguma doença infecciosa[1].
Visita aos mortos em Guanajuato, MéxicoAs práticas de sepultamento humano configuram uma manifestação de "respeito aos mortos", cujas razões podem ter várias origens, como:
Respeito pelos restos mortais é necessário, pois se deixados ao relento, os corpos poderão ser consumidos por carniceiros, o que é considerado um ultraje em muitas (mas não todas) culturas.
O sepultamento pode ser visto como "fecho" para a família e amigos do falecido. Enterrar e ocultar o corpo é uma forma de aliviar a dor da perda física do ente querido mas em algumas religiões o Batizar pelos mortos dá uma nova vida aos parentes e de modo religioso uma visão de progresso apos a morte ou terao alguma duvida .
Muitas culturas acreditam na vida após a morte. O sepultamento é visto comumente como passo necessário para que o morto alcance esta "nova etapa".
Muitas religiões prescrevem uma maneira "correta" de viver, o que inclui os costumes relacionados com o tratamento dos mortos.
Desde de que passamos pela cultura agricola, ele nos dá imagens comparativas fortes, pois assim como a semente o defunto é depositado numa cova para que possa nascer noutra forma este é uma das atitudes das religiões Asiaticas e de algumas regiões da América.
Sera que este tema vai mostrar um pouco do nao sabiamos sobre a morte ou passagem para nos aperfeiçoarmos para uma etapa mais Grandiosa .
Israel marques

Acho que a resposta mais coerente esta nas bases da escritura, não temos a pratica nela, acho que todo principio se manifesta nela, ali verificamos o que é e esta definido nela e o que esta definido pós escritura.

procura um texto apostólico que relate a pratica ? e por ai vai comparando...

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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