A rrespeito da doutrina da Igreja Católica quanto aos mortos: rezar por eles após a morte, os salva da condenação eterna?

Peço licença para começar esse tópico não para contribuir mas esperando por contribuições dos membros. A questão é: pelas leituras bíblicas deduz-se que o homem tem toda uma vida para fazer as coisas acertadamente segundo a vontade de Deus. Porém, a Igreja Católica instituiu orações pelos mortos, celebrações após a morte como a missa de 7º dia e outras mais que a família do morto queira. Existe a questão do purgatório que acredito, seria uma espécie de limbo onde os mortos não estariam no sono profundo mencionado na Bíblia. Daí o meu questionamento: é válido rezar pelos mortos?

Tags: Católica, Igreja, mortos, oração.

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Respostas a este tópico

Olá Silvaniza,

Não estejamos tristes como os que não têm esperança, exortava S. Paulo aos cristãos das primeiras comunidades que viam os seus entes queridos partirem para a eternidade.

A Igreja sempre nos convidou a rezar pelos fieis defuntos, especialmente as pessoas que nos são mais próximas e queridas e que passaram pelo mistério da morte.

“Embora nos tenhamos entristecido porque tivemos que nos separar deles, e ainda nos amargura a sua falta, a fé enche-nos de íntimo alívio perante o pensamento de que, como aconteceu para o Senhor Jesus e sempre graças a Ele, a morte já não tem qualquer poder sobre eles (cf. Rm 6, 9). Passando, nesta vida, através do Coração misericordioso de Cristo, eles entraram "num lugar de descanso" (Sb 4, 7). E agora apraz-nos pensá-los em companhia dos santos, finalmente livres das amarguras desta vida, e também nós sentimos o desejo de podermos um dia unir-nos a uma companhia tão ditosa” (Papa Bento XVI, Basílica Vaticana, homilia, 3/11/08).

É importante e necessário rezar pelos defuntos, pois, mesmo se mortos na graça e na amizade de Deus, talvez eles precisem ainda de uma última purificação para entrar na alegria do Céu (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1030).

Por isso, se amamos verdaderamente  alguém que já está na eternidade, deveríamos rezar e oferecer Missas pela sua alma. Eles, no Céu, também não se esquecerão de nós.

Peçamos a Maria, Porta do Céu, que nos ajude a manter nesta terra o olhar fixo na pátria celeste, onde esperamos encontrar os nosso entes queridos, e estarmos sempre prontos "com as vestes cingidas aos nossos rins e as lâmpadas acesas" para acolher o Senhor "quando Ele chegar e bater à porta" (cf. Lc 12, 35-36).

Saudações,

José Augusto Miranda

  Os mortos não sabem de nada, porque se soubesse Deus seria injusto, imaginamos nós mortos e vendo a familia sofrando as coisas ruim, que este mundo nos oferece.

Deus fez o homem, não para sofre mais para ser feliz. ele nos ama não quer que a gente passe por tal situação.

 

Eu queria entender como colocam as coisas da forma que querem, se ha uma segunda chance se existe uma segunda forma de que adianta o juízo? e quando isso mudou?porta do céu?isso que não posso compreender, acho que seu comentário aborda isso, quando a palavra de DEUS, MUDOU PARA A DO HOMEM TER AUTORIDADE SOBRE A VERDADE DELE?

ACHEI LEGAL SUA BASE.

Caríssimo José Augusto: Sua resposta me leva a outro questionamento também baseado na palavra de Deus. Voce diz:" É importante e necessário rezar pelos defuntos, pois, mesmo se mortos na graça e na amizade de Deus, talvez eles precisem ainda de uma última purificação para entrar na alegria do Céu". Todos não estão dormindo à espera da ressurreição?

Olá Silvaniza,

Muito sucintamente tentarei responder a sua pergunta:

Todos nós somos compostos de corpo e alma.

O que morre é o corpo material, mas a alma é eterna e não "dorme", como você afirma. Ela continua na alegria (Céu), na purificação (Purgatório) ou na tristeza (Inferno) para sempre, depois da morte.

Na Ressurreição dos corpos, a alma juntar-se-á ao corpo e assim permanecerá por toda a eternidade.

Rezar para os mortos não quer dizer rezar para o corpo, mas para o espírto do morto, para alguém que vive na eternidade e que pode ajudar-nos, se estiver no Céu, beneficiar-se das nossas orações para diminuir o período de purificação, se estiver no Purgatório, ou para diminuir, num certo sentido, a pena e sofrimentos da pessoa que vai para o Inferno.

Saudações,

José Augusto Miranda

PS: Esqueci-me de referir que a Igreja define três tipos de católicos: o da Igreja militante (todos nós que vivemos), da Igreja Padecente (os do Purgatório que já se salvaram, mas purificam-se para se apresentarem diante de Deus) e os da Igreja Gloriosa (os que vêem Deus face a face e que estão da Glória do Céu, numa plenitude de felicidade).   

Olá José Augusto.
Me desculpe, mas preciso discordar da tua opinião. Primeiramente no que diz respeito a eternidade da alma.
Essa concepção platônica (quem vem de uma cultura pagã; como referências Platão teve Homero, o Orfismo, Heráclito e Sócrates dentre outros)¹ a respeito da imortalidade da alma, não vejo estar em harmonia com o ensinamento bíblico.
A formação do homem mostra o seguinte: "... formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente." Gênesis 2:7. A partir do momento em que Deus soprou o fôlego de vida (espírito)² nas narinas do homem Adão, ele passa, torna-se, uma alma vivente, ou seja, antes ele não possuía e nem passou a possuir uma alma, ele (pós fôlego de vida) é uma alma. A união de corpo e espírito constituí a alma e não que ela seja parte da nossa composição existencial.
Assim como no período dos juízes e reis o povo de Israel se pervertia com cultos e ensinamentos estranhos, pagãos, no período inter-testamentário (cerca de 400 anos), o povo judeu esteve em contato com à cultura e filosofia helenística, o que fez com que facilmente se disseminasse o pensamento da imortalidade da alma, que não é a crença apresentada na bíblia.³
Também pode-se ver na bíblia que "...os mortos não sabem coisa nenhuma...", os mortos não possuem "... nem conhecimento, nem sabedoria alguma" Eclesiastes 9:5 e 10; logo, os mortos não estão conscientes, pois dormem (1Tessalonicenses 4: 13-15) aguardando a ressurreição.
O Salmo 6 também nos ensina que quando mortos, não possuímos raciocínio. Nesta súplica, Davi diz o seguinte "... na morte, não há recordação de ti; no sepulcro, quem te dará louvor?", verso 5. Logo entende-se que a crença judaica, não era na imortalidade da alma e sim, da morte como um estado de espera inconsciente, um repouso, um descanso, um sono.
Agora dentro do cristianismo, entre muitos outros exemplos, destaco o morte de Estêvão em que Lucas descreve da seguinte forma: no momento final do apedrejamento, em que ele pedia o perdão pelos pecados de quem o matava, diz o seguinte "... Com estas palavras, adormeceu" Atos 7:60.
É engraçado pensar no seguinte; no período da perseguição aos cristãos primitivos, eles não enterravam os seus mortos em necrópolis mas sim em um lugar chamado Coemeterium, o cemitério que conhecemos hoje. Agora, podemos notar que: Cemitério vem do Latim COEMETERIUM, do Grego KOIMETERION, local de "repouso, dormitório" , de KOIMAO, "ponho para dormir", logo, fica claro que a crença do cristianismo primitivo era de morte como um sono, e não como em estado consciente em que eu esteja sendo purificado, até porque somos salvos únicamente pela graça de Cristo pois se fosse por obras, Cristo teria morrido em vão Gálatas 2:21.
Vemos então a crença na imortalidade da alma por influência de Agostinho de Hipona e não por ensinamentos divinamente inspirados, como os dos profetas e apóstolos.

Espero que tenhamos um bom diálogo sobre o assunto para assim discutirmos sobre tal assunto.

Um abraço!

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1 Fedón de Platão

2 “Espírito” vem do Latim SPIRITUS, “alma, coragem, vigor, respíração”, relacionado a SPIRARE, “respirar”.

3 Imortalidade ou Ressurreição de Samuele Bacchiocchi

 

É Possível interceder depois da morte?

As escrituras são claras quanto a isso.

A Nossa Igreja Católica tem uma prática quem vem desde o tempo das catacumbas.Um exemplo são as catacumbas de São Sebastião em Roma,lá encontra-se grafites antiquíssimos do Primeiro e segundo século onde o fulano lá foi com o preguinho e escreveu no teto “Pedro e Paulo ora por fulano,intercede por cicrano” ou seja,estavam pedindo intercessão para os mortos quando ainda nem estavam definidos quais eram os 27 livros do novo testamento.Ou seja se esta,igreja estava tão erra,ela estava errada até antes de escolher os 27 livros do novo testamento.Como é que você protestante aceita a autoridade da igreja de escolher os 27 livros do novo testamento,e não aceita aquilo que ela já fazia desde de sempre que era a intercessão dos Santos?Mas isso é apenas uma introdução,vamos ao que interessa.Mas aí você me pergunta:”Mas isso é possível depois da morte?”Então vamos a sagrada escritura.Romanos capítulo 8,35-39,Tenho certeza que nem a morte,nem a vida,nem os anjos,nem os principados nem o presente nem o futuro nem as potencias,nem as alturas nem as profundezas,será capaz de nos separá do amor de DEUS.Nada NEM a morte nos separa do amor de Cristo.Então,tenhamos a certeza,a morte não nos excomunga do corpo de Cristo.Senão do que adiantaria nós sermos batizados ser membros do corpo de Cristo aqui,e depois da morte “há não vale mais”.Então o que que adiantou?Pra que que serve igreja se não for pra salvação eterna?Se aquilo que agente faz aqui não serve de nada depois então meu irmão,Comamos e bebamos por que amanhã morreremos diziam os escravos né?!Então.o batismo serve pra alguma coisa,eu sou membro do corpo de Cristo de alguma forma.”Vós sois os ramos eu sou a videira” dizia Jesus.Então estamos unidos a ele,e é por isso que nós católicos cremos na eucaristia,por que a eucaristia é a renovação com esse corpo e sangue de Jesus cristo.Por que pra nós não é um faz de conta não!Nós não estamos lá brincando de eucaristia não é a lembrança da ultima ceia!Se fosse pra lembrar a ultima ceia passava-se um vídeo pra todo mundo assistir.Então a morte não nos separa do amor de Cristo.Alem disso o Lívro do Apocalipse nos fala em Várias passagens da atividade das pessoas que já morreram e estão diante do trono de DEUS.Apocalipse 6,9-10 ‘Quando abriu o quinto selo,vi debaixo do altar as vidas daqueles que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho de que dela tinham dado.E Eles gritavam em alta voz:”Senhor santo e verdadeiro,até quando tardarás em fazer justiça,vingando o nosso sangue contra os habitantes da terra?”’Olha só!eles estão rezando no céu gente olha só! E aqui não tinha acontecido a ressurreição ainda.Vamos prestar atenção por que na leitura  a ressurreição ainda não tinha acontecido,nós ainda estamos na abertura dos selos,nós ainda estamos na tribulação.”Senhor até quando tardarás.....”Tão rezando olha só!morto reza,olha que novidade!Mas nós católicos já sabíamos disso.Mas protestante só lê aquilo que ele quer né,só lê a parte da bíblia que interessa para ele.Mas...fazer o quê?E tem Mais,vira a página,capítulo 7,13-17.Então o Ancião falou comigo perguntando:Estes que estão vestido com túnicas brancas,quem são?E de onde vieram?E eu respondi:Tu é que sabes meu senhor!E então ele me disse:Esses são os que vieram da grande tribulação,lavaram e branquearam suas vestes no sangue do cordeiro,e por isso,estão diante do trono de DEUS  e lhe prestam culto,dia e noite no seu santuário,e aquele que está sentado no trono os abrigará em sua tenda,nunca mais teram fome nem sede,nem seram queimados pelo sol nem algum calor ardente por que o cordeiro que está no meio do trono será o seu pastor e os conduzirá a fonte de água para que lavem toda lagrima dos seus olhos.Veja só eles prestam culto a DEUS,ele louvam e rezam no céu,olha só!Acontece isso com os mortos,os mortos prestam culto a DEUS.Os mortos prestam culto a DEUS,os mortos rezam,os mortos intercedem.Agora é evidente que no ultimo dia,essas almas ressucitarão e de corpo e alma nós entraremos no Céu,mas por enquanto não tem isso,tem o fato de que quando eu sou batizado eu me torno membro do corpo de Cristo e que nem a morte me separará mais do amor de nosso senhor Jesus Cristo.

"Na ressurreição dos corpos, a alma juntar-seá ao corpo e assim permanecerá por toda a eternidade". Poderia me dizer em que passagens bíblicas se baseia essa concepção? Corpos que já não existem mais, que já foram decompostos pelo tempo ou pela causa da morte ou que foram cremados voltariam para juntar-se às almas na ressurreição? Seria isto?

Olá Silvaniza,

É isto mesmo! Repasse o seu Credo e verá que você reza isto todos os Domingos!!!! "Creio... na remissão dos pecados, na ressurreição da Carne, na vida eterna, amém".

Aliás a crença na ressurreição dos corpos vem dos judeus. Também eles acreditam na ressurreição da carne, ou do corpo e na vida eterna. Só uma seita dentro deles, creio que eram os saduceus, não acreditavam na ressurreição dos corpos.

Para nós cristãos, Tertuliano, no século III, já ensinava que "a confiança dos cristãos é a ressurreição dos mortos; crendo nela, somos cristãos".

Também o Apóstolo Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios, falou sobre a ressurreição: Ora, se se prega que Jesus ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns de vós que não há ressurreição de mortos? Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Mas não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram! (1Coríntios 15, 12-14.20).
De acordo com o Catecismo da Igreja Católica (CIC) "ressurreição da carne" significa "que após a morte não haverá somente a vida da alma imortal, mas que mesmo os nossos corpos mortais readquirirão vida" (CIC 990).
Mas, acho que o seu problema está na palavra corpo.

É muito comum encontrar pessoas que identificam o corpo depois da ressurreição, com o corpo material, assim como o nosso, com um determinado formato e características pessoais. Assim entendida, a ressurreição da carne seria a reconstrução do corpo que algum dia fora destruído pela morte.
Desse tipo de compreensão, decorrem pensamentos tais como: se eu perder algum membro do corpo num acidente, na ressurreição o meu corpo também será deficiente? O que acontece com as pessoas que foram cremadas? Com que corpo ressuscitarão? Ressuscitarei com que aparência: jovem ou idoso? E assim por diante.
No entanto, a tendência da maioria dos teólogos que refletem sobre o tema da ressurreição é compreender o corpo como a totalidade da pessoa, assim como na acepção da palavra hebraica, e não apenas como a matéria carnal. Esse posicionamento é muito interessante, pois dessa forma estariam contempladas todas as dimensões da existência humana e suas relações com o outro e com o mundo.
Então, ressurreição da carne significa que o ser humano na sua totalidade, com a história que escreveu durante sua existência, com todas as relações que teve com as outras pessoas, terão sua consumação no fim dos tempos. Isso nos eleva a um nível bem mais alto, pois não acreditamos que na ressurreição teremos o mesmo corpo que temos nos dias de hoje. 

Saudações,

José Augusto Miranda
 

 

 

Se me permite, gostaria de continuar a lhe explorar no bom sentido: dizem que o suicídio é um pecado imperdoável. Adianta alguma coisa rezar por alguém que cometeu suicídio?

Olá Silvaniza,

Para nós, católicos, é inegável que o suicídio é um pecado grave. Não foi a toa que no Evangelho, São Mateus ensinasse para todas as gerações futuras o fim escolhido por Judas, o traidor: o suicídio (Ele jogou então no templo as moedas de prata, saiu e foi enforcar-se, Mt 27, 5). Consideremos que o pior e mais grave pecado de Judas não foi o ter traído e vendido Jesus Cristo, mas não se ter arrependido, pedido perdão e ter-se suicidado.

Alias, segundo o Código de Direito Canónico e o Novo Catecismo o suicído é pecado porque "somos administradores e não proprietários da vida que Deus nos confiou; não podemos dispor dela". 
Desde o século V, a Igreja condenou o suicídio:
O Concílio de Arles (452) declarou o suicídio como o maior dos pecados. 
O Concílio de Orleães (533) proibiu um funeral religioso para os suicidas. 
O Concílio de Braga (561) institui a ausência de ritos funerários se o suicida estava na posse de si mesmo. 
O Concílio de Toledo (693) declara excomunhão para aqueles que tentam suicidar-se e não morrem. 
O Sínodo de Nimes (1284) pede reforço das restrições nos funerais de suicidas. 
O Papa Bento XV (1918) atenua, permitindo ritos funerários se suicidas são loucos ou arrependidos à hora da morte. 

Quanto ao rezar pelos suicidas, é claro que devemos rezar por eles. Ninguém sabe o que aconteceu entre o momento em que a pessoa decidiu suicidar-se e a perda total da vida. Não poderá ela ter-se arrependido?

Não sei se a Silvaniza conhece um facto ocorrido com o Santo Cura d'Ars. Uma senhora entrou para se confessar e, chorando, pediu para ele rezar pelo seu marido que tinha falecido. O santo respondeu-lhe: "Eu sei que ele se atirou da ponte e a Sra. está a pensar que ele se condenou, porque se suicidou. Mas, continue a rezar por ele porque entre a ponte o rio, ele arrependeu-se. Encontra-se no Purgatório e precisa das suas orações."

Ora, como não podemos julgar as pessoas (as aparências enganam!), não só temos o direito, mas como católicos, eu diria até o dever de rezar por todos.

Atenciosamente,

José Augusto Miranda

ezar pelos pecadores é uma obrigação de todos os cristãos.

O suícido é um pecado horroroso porque

Na Transfiguração Jesus conversa com Moisés e Elias. E Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. Moisés e Elias ressuscitaram antes dos outros? Os santos para os quais nós fazemos orações também já ressuscitaram?

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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