Espaço destinado para quem quer saber, estudar e contribuir para o conhecimento da história da Filosofia.
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Comentário de Alberty Lucas em 25 maio 2012 às 20:30 Boa Noite a todos.. Eu espero aprender cada dia mais com esse grupo e também cooperar para o crescimento do pensamento nessa sociedade que vivemos.
Comentário de ANA PAULA DE LIMA SILVA em 29 novembro 2011 às 19:17 OLÁ, DECIDI PARTICIPAR DESTE GRUPO PELO INTERESSE QUE TENHO NESTA ÁREA DO CONHECIMENTO...
ESPERO APRENDER MUITO COM TODOS!!!
Comentário de jonatham dos santos leal em 7 agosto 2011 às 15:55
Comentário de jonatham dos santos leal em 5 agosto 2011 às 21:20 Olá Magna,
Boa tarde,
Resido na Capital de São Paulo. Será uma honra para mim, se dignar a responder a uma pergunta sobre o tema: Como a hermenêutica lida com a Tradição oral ?
Olá Massumi.
Eu, como estudioso da Bíblia, entendo que o estudo da mesma deva ser feito através da exegese e da hermenêutica, então, considerando-se a hermenêutica como o método que visa a interpretação det extos (filosóficos, religiosos, etc), com certeza terei o máximo prazer de trocar idéias contigo e com todos que vierem a contribuir com o assunto.
Inclusive, se analizares a Hermenêutica como uma filosofia, algo a que eu ainda não tive acesso.
Um abraço.
Gostaria de compartilhar com os membros do Grupo História da Filosofia um texto que chamou-me muito a atenção que trata dos Argumentos Filosóficos: O bom senso ou a razão?
“Livros não mudam o mundo,
quem muda o mundo são as pessoas.
Os livros só mudam as pessoas.”
Mário Quintana
Descartes considerava o bom senso ou a razão a coisa do mundo a melhor compartilhada, de tal maneira que a capacidade de discriminar o verdadeiro do falso torna todos os homens, independentemente de sexo, cor ou religião, iguais. A razão é formalmente igual em todos, o que os distingue é a sua aplicação, pois essa deriva de costumes, da religião, dos conhecimentos adquiridos, daquilo que ganhou o estatuto de verdade, embora não o seja. A razão iguala, as opiniões diferenciam os homens. O problema consiste, porém, em que essas opiniões podem impossibilitar a ciência, a filosofia e o próprio convívio regrado e pacífico entre os homens. O espetáculo do mundo nos oferece freqüentemente cenas de violência e intolerância, nascidas de preconceitos que querem se impor pela força, na ausência de questionamentos e, sobretudo, do exercício da razão.
Eis por que Descartes procura estabelecer um método que possa ser seguido por todo e qualquer homem, independentemente de época, opinião, crença, costumes ou sexo. Um método que poderia ser utilizado por qualquer indivíduo sempre e quando estivesse disposto a fazer uso da sua razão e abandonar meras opiniões que não teriam nenhum fundamento sólido de sustentação. Um método que permitiria que o edifício do conhecimento se construísse sobre bases sólidas, que não poderiam ser demolidas por opiniões impertinentes. Um método voltado, então, para a busca da verdade e não da verossimilhança. E quando dizemos busca da verdade, referimo-nos a um livre exercício da razão, que pode ser publicamente reproduzido por qualquer um, de tal modo que desse exame público, coletivo, possa surgir um conhecimento indubitável. O encontro com a verdade não tem nada de dogmático, ele significa somente um encontro da razão consigo mesma num procedimento livre e metódico.
Descartes expõe a sua experiência de vida como uma experiência filosófica, que possa ser imitada por qualquer um no livre uso de sua faculdade de discriminar o verdadeiro do falso. Trata-se, portanto, de um uso público da razão, que tem como ponto de partida o reconhecimento de que a ignorância impera naquilo que se considera como conhecimento, isto é, na ciência e na filosofia, com todas as suas repercussões do ponto de vista da ação humana. Ao se instruir, nosso jovem filósofo teve de descartar todas as verdades recebidas, pois essas, sob exame, se mostravam meras crenças sem fundamentos. No entanto, somente uma época que aceita como principio a liberdade de julgar pode dar inicio a uma nova retomada do pensamento: ela vai começar com o “discurso do método”.
“E assim resulta que nossas idéias ou noções, sendo coisas reais e provenientes de Deus em tudo que possuem de claro e distinto, só podem nisto ser verdadeiras”.
Descartes, René. Discurso do Método. Porto Alegre: L&PM, 2009
Comentário de Iara Elizia Carvalho Rodrigues em 25 fevereiro 2011 às 22:46 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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