Um tribunal rabínico de Jerusalém teria condenado um cachorro de rua à morte por apedrejamento. A sentença teria se baseado na suspeita de que o espírito de um advogado morto há 20 anos havia tomado o corpo do cachorro. No entanto, ela não foi cumprida porque o animal fugiu, informou a agência israelense Ynet.
O presidente do tribunal, rabino Avraham Dov Levin, negou que os juízes tenham ordenado o apedrejamento do cachorro, mas um dos funcionários administrativos da corte confirmou a história.
O cachorro entrou no Tribunal de Assuntos Monetários no bairro predominantemente ultraortodoxo de Mea Shearim, assustando as pessoas que estavam no local e se recusando a sair. Um dos juízes lembrou-se do caso de um advogado secularista que teria ofendido o tribunal 20 anos atrás e acabou sendo "amaldiçoado" pelos magistrados com a "praga" de que o espírito de um cachorro tomasse seu corpo, e concluiu que o animal que invadiu o recinto era aquele advogado.
O apedrejamento foi ordenado pelos rabinos por causa do desconforto que o cachorro havia causado, disse o funcionário do local, que não se identificou. Ele acrescentou que os rabinos não emitiram uma sentença formal, mas ordenaram que as crianças que estavam fora do tribunal o apedrejassem. Eles não viram isso como crueldade com animais, mas como uma maneira apropriada de vingar-se do espírito que havia entrado no pobre animal, segundo relato do funcionário.
A organização Deixe os Animais Viverem apresentou uma queixa à polícia contra o rabino Levin e a vereadora Rachel Azaria enviou uma carta à Procuradoria Geral de Israel, pedindo que ela "lide com os criminosos".
Reportagem extraída da fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/538572/?noticia...
Pelas minhas passagens pela informação envolta a cinofilia e animais em todo, me deparei com tal reportagem como apresentei. Claro que penso que seja pouco construtiva para o meio da História que é o foco da comunidade (Café História) mais não pude evitar de apresenta-la aqui, pelo grau incomum que ela se mostra.
Logico que analise que faço dessa informação, se assim pode-se dizer, é o lugar que ela toma no mundo, quando em algum momento se pensou que alguém em locais tão munidos de um cabedal de preocupações (lembrando que essa é uma região que constantemente tem a atenção do mundo, por motivos conflituosos) iria se importar com a vida de um "mero" animal? É esse tipo de fato que me faz pensar sobre o papel dos animais (pets) na vida do homem e notar que não são simples corpos não pensantes sem importância, mesmo que já tenha sido tratado assim.
Essas experiencias me mostram que o homem aumentou sua capacidade de absolver o que esta ao seu redor é se relacionar com ele, e isso se transfere para o subconsciente quanto a relação do homem com seu igual, transformando também nosso modo de agir e de tornar-se História.
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Permalink Responder até Rodrigo de Oliveira Souza em 5 setembro 2011 at 17:26
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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