Como homem, Jesus foi marcado pela geografia, pela história e cultura de seu país. Sofreu as condições sociais e econômicas, teve que tomar partido nos conflitos políticos.

Trataremos aqui do ambiente sociopolítico e econômico do tempo de Jesus, mostrando a ingerência do império romano e da situação econômica da Palestina no primeiro século de nossa era. Trataremos também das instituições religiosas, da estrutura da sociedade judaica, dos grupos político-religiosos e da resistência judaica que  terminou com a tomada de Jerusalém no ano 70 e com sua ruína no ano 135.

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Respostas a este tópico

Olá Leonardo .Vai ser um prazer receber-vos aqui e dar uma volta pela cidade e descansar um pouco destas tricas da religiao .A minha irma està em Portugal e nao sei se ela vai ver o livro .Quanto ao nosso livro ,eu acho que se incluir-mos tudo do que comentamos seria interessante ,eu por exemplo comprei todos os livros do Professor Agostinho Da Silva (12) ,porque ele fala de Deus duma forma interessante.Assim como nòs o fazemos ,Embora contenha doutrina profunda e da tua parte a història ,acho que temos pernas para andar nesta direcao .E jà agora talvez mais um possivel titulo :A història dum professor católico da Biblia e um Mormon .Và poe a prensa a aquecer porque as encomendas vao comecar a chover rsrsrs .Um abraco
Continuação ...

A revolta de 66-70 d.C.
A grande revolta que irrompe no fim do reinado de Nero marca o declínio do judaísmo palestinense, mas demonstra igualmente as divisões latentes dos judeus.
Tudo começa por um acontecimento aparentemente sem importância: o procurador Floro retirou 17 talentos do tesouro do Templo; para zombar dele, os habitantes de Jerusalém saíram às ruas com cestas, fingindo fazer uma coleta para atender às necessidades do procurador. Esse, como se pode imaginar, não gostou deste gênero de humor e, sem levar em conta as tentativas de mediação dos nobres, nem sequer a petição de Berenice, mandou prender e executar alguns responsáveis. O incidente poderia ter acabado aí, se a escolta do procurador não tivesse sido atacada no momento em que ele deixava Jerusalém. O motim, como sempre acontece em tais casos, começara na confusão, sem que se soubesse como fora desencadeado. Travou-se uma batalha extremamente violenta na rua, e Floro teve que fugir para Cesaréia. Agripa II voltou às pressas de Alexandria, para exortar seus compatriotas à moderação. Mas os rebeldes contentaram-se com responder que queriam permanecer súditos do imperador, mas não de Floro e entrincheiraram-se na fortaleza de Masada. Eleazar, filho do sumo sacerdote Ananias, precipitou então os fatos de modo irreversível mandando suspender o sacrifício quotidiano em honra do imperador, o que constituía um ato de franca rebelião. Essa iniciativa correspondia às aspirações da massa, pois as tentativas de apaziguamento feitas pelos sacerdotes e pelos fariseus ficaram sem efeito.
Daí em diante, a situação evoluiu muito depressa. O partido que buscava a conciliação, recrutado entre os fariseus e certos sacerdotes, apoiado por algumas tropas enviadas por Herodes Agripa II, foi logo suplantado e expulso da cidade, enquanto que os rebeldes incendiavam o palácio de Herodes, a habitação do sumo sacerdote e ocupavam a fortaleza Antônia. Encurralada, a coorte romana encontrou refúgio nas três torres herodianas. Ananias, o sumo sacerdote, foi assassinado. A revolta se estendeu depressa às outras cidades da Palestina e até mesmo a Alexandria. O legado da Síria, Céstio Galo, interveio então com a XIIa Legião, um batalhão de dois mil homens recrutado no meio de outras legiões, além de auxiliares fornecidos pelos reis aliados (entre os quais Agripa II) e veio acampar no monte Scopus, ao norte do monte das Oliveiras. Compreendendo bem depressa que não tinha forças suficientes, nem estava bastante equipado para atacar Jerusalém, tentou uma retirada que, em consequência duma emboscada, terminou em debandada. (outubro de 66).
Desde então, os insurretos, seguidos pela imensa maioria da população, se organizam: o país é dividido em distritos militares, à frente dos quais uma assembléia coloca chefes. Dentro desse esquema, Flávio Josefo é encarregado de organizar a resistência na Galiléia.
Na primavera de 67, Nero confia a direção da guerra a Vespasiano. Este dispõe de três legiões da Síria e duma quarta recrutada entre as forças estacionadas no Egito. O novo legado concebe um plano de guerra simples e eficaz, que consiste em avançar progressivamente a partir da Síria sem deixar focos de resistência atrás de si. Começa, pois, atacando a Galiléia; as terras baixas são logo abandonadas e o exército de Flávio Josefo, apavorado com a perspectiva de uma batalha campal, refugia-se em Jotapata; Vespasiano toma a cidade após um assédio de dois meses. Depois apodera-se facilmente de Tiberíades, de Gamala na Gaulanítide e do monte Tabor, e volta para passar o inverno em Cesaréia.
Durante esse tempo, a situação em Jerusalém se degradava: os chefes da resistência encontravam uma viva oposição da parte dos zelotas que os suspeitavam de conluio com os romanos. Esses extremistas, que Josefo chama de sicários (nome derivado da sua curta espada: sica) eram dirigidos por João de Giscala. Este, no começo da guerra fizera violenta oposição a Josefo que ele julgava, com razão talvez, demasiado frouxo e tentara mandar assassiná-lo. Tinha conseguido fugir da cidade de Giscala (no norte da Galiléia) pouco antes da sua queda, e refugiara-se em Jerusalém. Tendo mandado chamar soldados idumeus para reforçar suas tropas, João mandara matar alguns chefes da resistência e assim se ornara todo-poderoso em Jerusalém. Foi neste momento que a comunidade cristã teria deixado Jerusalém para se refugiar em Pela, a leste do Jordão.
Vespasiano se aproveita dessa verdadeira guerra civil para submeter os territórios em torno de Jerusalém. Em março de 68, subjuga toda a Peréia, depois conquista facilmente Antipátrida, Lida, Jâmnia, Nablus e Jericó. Em junho pode começar os preparativos para atacar Jerusalém e espera que os judeus se enfraqueçam por si mesmos em seus combates estéreis.
Nesse meio tempo, chega a notícia da morte de Nero e da proclamação de Galba. Vespasiano envia seu filho Tito, acompanhado de Herodes Agripa II, para cumprimentar o novo imperador. Mas, quando chegam a Corinto, ficam sabendo que Galba acaba de ser assassinado (15 de janeiro de 69) e que a situação é confusa. Então retornam.
Enquanto prossegue o assédio de Jerusalém, uma conspiração apoiada por Tibério Alexandre, prefeito do Egito, tenta levar Vespasiano ao poder. Ele é proclamado imperador, dia 1o de julho, em Alexandria e dois dias mais tarde na Palestina e na Síria; beneficia-se logo do acordo dos exércitos do Danúbio. Vespasiano se dirige então a Alexandria para garantir com mais segurança a posse de uma das mais ricas províncias do império e deixa a direção da guerra a seu filho Tito. Esses acontecimentos explicam por que o avanço romano não continuou durante o ano de 69.
Na primavera de 70, Tito termina a concentração de suas tropas em torno de Jerusalém. Nesse momento, a cidade está dividida em três facções: João de Giscala domina o Templo e suas vizinhanças. Simão bar Goria está na cidade e Eleazar se entrincheirou no pátio do Templo. Por ocasião do páscoa, Eleazar propõe uma trégua e abre o acesso ao Templo; João aproveita-se disso para assassiná-lo com seus partidários. Pouco depois, Tito ataca as muralhas em três pontos diferentes; João e Simão se reconciliam então. Após duros combates, Tito consegue atravessar os três muros de defesa e. ao mesmo tempo, constrói um aterro em torno da cidade inteira para impedir a população de fugir. Os últimos dias do assédio foram particularmente atrozes e os combatentes, embora reduzidos à penúria, resistiram, bairro por bairro. Quando do assalto final, o Templo foi incendiado e, segundo Josefo, Tito nada pôde fazer para apagar o fogo, tal era o furor dos seus soldados, excitados pelas longas semanas do assédio. João e Simão foram feitos prisioneiros e guardados para figurar no triunfo de Tito. Esta cerimônia teve lugar em Roma, em 71; além dos cativos foram levados no cortejo também o candelabro de sete braços (a menorá) e a mesa dos pães da proposição.
Três fortalezas resistiam ainda: Maqueronte, Herodium e Masada. As duas primeiras se renderam com bastante facilidade, mas Masada ofereceu uma resistência obstinada. Os romanos tiveram de construir um aterro para tomar de assalto seus muros mas, quando penetraram no interior da fortaleza, só acharam dois sobreviventes: todos os outros se tinham suicidado. Esse último bastião da resistência judaica desapareceu, pois, em abril de 72.
Doravante, o Templo quase destruído, estava fechado para os sacrifícios. O desaparecimento da liturgia sacrifical acarretou o declínio das famílias sacerdotais e a extinção progressiva do partido saduceu. Por outro lado, o culto sinagogal adquiria uma importância exclusiva sob a direção dos doutores da Lei, fariseus, que haviam reconstituído uma escola em Jâmnia, sob a direção do rabi João bem Zakai.
A Judéia tornou-se desde esse momento, ao que parece, uma província em que estacionavam duas legiões. A didracma daí por diante entrava para uma caixa imperial especial, o fiscus judaicus.

Continua ...
olà Leonardo.Sò para lembrar; Fariseu -separado .Eles fizeram que muitos judeus duvidassem de Cristo e de seu evangelho .O Senhor censurou os fariseus e suas obras ,ver Mateus .23 ; Marcos.7:1-23 e Lucas .11:37-44 .os judeus ortodoxos sao os fariseus de outrora .Um abraco
(1882.3) 172:3.10 Jesus mantinha-se alegre e jovial, durante o trajeto, até chegarem ao cume do monte das Oliveiras, de onde se tinha uma visão plena das torres do templo; e o Mestre deteve ali a procissão; e um grande silêncio apoderou-se de todos, quando o viram chorando. Baixando o olhar sobre a vasta multidão que vinha da cidade para saudá-lo, o Mestre, com muita emoção e com uma voz chorosa, disse: “Ó Jerusalém, se tivesses apenas sabido, tu também, ao menos neste teu dia, as coisas que pertencem à tua paz, e que tu poderias tão livremente ter tido! Mas agora essas glórias estão a ponto de serem ocultadas dos teus olhos. Tu estás a ponto de rejeitar o Filho da paz e dar as tuas costas ao evangelho da salvação. Em breve virão os dias em que os teus inimigos abrirão uma trincheira em torno de ti e te assediarão por todos os lados; e irão destruir-te por completo, de modo que não ficará pedra sobre pedra. Tudo isso acontecerá a ti porque tu não reconheceste o momento da tua visitação divina. Estás a ponto de rejeitar a dádiva de Deus; e todos os homens te rejeitarão”.

Um historiador antes de usar o testemunho bíblico dessa região, precisa saber como eram reconhecidos a geopolítica dessas terras, sei que essa região é um entroncamento dos três principais continentes ,dai para tratar-se de numa região litigiosa não é preciso muita coisa.

A Palestina deveria ser alvo de cobiça para nuitos países vizinhos, entre eles, Síria, Turquia, Arábia Saudita (não sei se existia) e Egito

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Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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