http://cafehistoria.ning.com/video/batalhas-ac-davi
Acharam bem explicativa?Muito fraco?Muito tendenciosa?
Eu simplesmente fiquei impressionada pelos passos da vida de Davi.E principalmente pelos passos do povo hebreu.Mas o que chama mais atenção é a brutalidade como as coisas eram feitas.
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Permalink Responder até Carlos Roosevelt em 28 junho 2011 at 8:51
Concordo. Aqui onde trabalho o vídeo foi bloqueado (portanto não tenho idéia de como é o documentário), mas percebam que, se a abordagem é sobre o sistema militar, podem esperar muita barbárie. Antigos relatos egípcios relatam até o canibalismo como forma de extrema ofensiva armada, há relatos de hóplitas "gregos" que, de tão dopados com o que bebiam, viravam verdadeiros monstros na guerra.Existem vários outros "personagens" da bíblia que fizeram horrores em sua época, para não citar apenas Davi, temos Sansão, o rei Saul, Josué e o próprio Moisés (um tanto estressado para os padrões de sua criação). As pesquisas atuais mostram um lado, digamos, cruel e inesperado por parte dos protagonistas de alguns livros bíblicos. Algo que me espanta não é o fato do povo da época agir com tamanha desumanidade, afinal, era matar ou ser morto. O que me impressiona é o fato das pessoas tratarem todos os protagonistas das histórias bíblicas como verdadeiros santos celestes. Não é o fato de estar na bíblia que os torna imaculados, a bíblia conta a história de luta do povo escolhido por Deus, Saul não aguentou a pressão e se matou, Josué tomou a cidade e matou todos (digo TODOS), Moisés botou o dedo na cara do próprio Deus e mandou jorrar água da pedra.Enfim, julgo que tais atos os tornem mais humanos (por consequência, exemplos reprováveis diante da fé cristã) e talvez seja esse o problema para a maioria que apenas compromete-se a gastar mais de R$100,00 em uma bíblia que nunca lerá.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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