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Permalink Responder até Bruno Leal em 16 março 2012 at 9:50
Concordo. Só faço uma ressalva Maria: a história e nem ninguém precisa de heróis para se reconhecer nela. Criar heróis também é uma forma de escrever uma história absoluta, não acha? abraço!
Permalink Responder até Jaime Magalhães Morais em 19 fevereiro 2012 at 21:16
Sabe Felipe,
Eu tenho uma postura um tanto controversa, porque entendo a História Cultural sob um outro ângulo que não necessariamente é a que os teóricos franceses se propuseram a considerá-la como um campo de pesquisa específico, ou talvez os marxistas entendam como História da Cultura Material, mas, estudar a cultura enquanto pista para provar uma teoria que engloba certa sociedade no tempo e no espaço. Não está isto muito distante do que esses pesquisadores advogam, no entanto, creio que Franz Boas tem maiores contribuições neste campo, não só pela perspicácia que deixa o estudioso mais próximo de certa verdade, como aprendemos a desconfiar de certas aparências falsas, que a própria História, seja pelas pressões da classe dominante ou pelas limitações que todos nós estamos mergulhados, acabam não refletindo toda a natureza dos seres humanos na saga sobre o planeta. Não é só a História Cultural que deve sofrer críticas, como toda produção historiográfica que continua atrelada a meia dúzia de conceituados historiadores que não tem coragem, nem argumentos suficientes para convencer uma minoria, de ditos conhecedores que refutam grandes talentos em nome de sua grande sabedoria adquirida com titulações no exterior ou mesmo nas mais conceituadas Universidades do Brasil.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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