O Grupo vislumbra discutir maneiras de trabalho com os quadrinho e sua aplicação como fonte histórica, alem do uso em sala de aula.
Membros: 411
Última atividade: 22 Maio
Iniciado por Bruno Leal. Última resposta de Emannuel Reichert 1 Abr. 3 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por Sabrina Paixão 21 Fev. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Natania Nogueira. Última resposta de Sabrina Paixão 21 Fev. 15 Respostas 2 Curtiram isto
Comentar
Comentário de Emannuel Reichert em 21 maio 2013 às 15:03 Mas essa setorização seria necessariamente ruim? Estou pensando no caso do Japão, onde ela foi muito mais além e continua sendo um dos elementos centrais do mercado de quadrinhos. Ali, os quadrinhos femininos do pós-guerra começaram sendo escritos principalmente por homens, só tendo temáticas "femininas", como o romance. Mas depois (décadas de 60, 70), as próprias mulheres começaram a escrever essas histórias em maior número e o resultado foi uma inovação muito forte na arte e roteiros.
Estou querendo dizer que a setorização em si não precisa ser ruim. Pode ser uma chance de atender melhor a segmentos diversos do público leitor. Mas é claro que isso não funciona se só se publica o que cada grupo "deveria" querer ler...
Comentário de Natania Nogueira em 20 maio 2013 às 6:12 Oi Emannuel! O retrocesso veio com o fim da guerra. É uma consequência. Todas as conquistas femininas, principalmente no mercado de trabalho, eram tidas como temporárias (iriam durar o tempo que fosse necessário), depois elas retornariam ao lar, voltariam a ser submissas e a a creditar nas limitações impostas pela sociedade. Até as mulheres cartunistas foram prejudicadas, pois aquelas que trabalhavam com aventura e superaventura começaram a ter dificuldades. Houve uma maior setorização. O que era produzido para "homens" e o que era destinado às "mulheres". Na década de 1950, por exemplo, crescerem os quadrinhos de romance.
Comentário de Emannuel Reichert em 20 maio 2013 às 2:44 Natania, uma dúvida sobre seu artigo: me chamou a atenção ver que as super-heroínas receberam um tratamento, vamos dizer, menos patriarcal no começo dos anos 40, e que logo depois houve uma volta atrás no relógio. Teria sido consequência da guerra (e necessidade de colocar as mulheres a trabalhar p/ manter a economia funcionando), ou teve alguma questão mais interna aos quadrinhos?
Comentário de Erica Rodrigues Serpa em 12 abril 2013 às 13:00 Adorei este grupo!
Ainda não tive tempo de ler todos os tópicos e participar, mas o estarei fazendo assim que tiver um tempinho. Estava procurando algo sobre mangás e afins, e me deparei com um tópico sobre Naruto, que acompanho há alguns anos.
Comentário de Natania Nogueira em 9 abril 2013 às 22:50 Pessoal, já temos a programação completa do 1º Entre Aspas. As inscrições para os GTs vão até 15 de abril. http://1entreaspas.wordpress.com/programacao/PROGRAMA%C3%87%C3%83O%20detalhada.pdf
Comentário de Natania Nogueira em 9 abril 2013 às 22:48
Comentário de Danilo Linard em 7 abril 2013 às 16:18 Divulgação de evento:
Segue abaixo link para divulgar evento de história. Para mais informações acesse nosso blog:
Comentário de William Mathias Moreira em 28 março 2013 às 0:56 Pessoal, não participei da discussão sobre o excesso de explicação banal sobre o que são os quadrinhos e a necessidade de ficar constantemente reafirmando sua possibilidade como documento. Concordo com a posição do Sávio, mas sem não deixar claro que a fundamentação teórica é importante no sentido da interdisciplinaridade que a linguagem pede. Nesse sentido, me irrita as vezes mais ver trabalhos que confundem contextualização com teoria ou ainda não são teoricamente bem embasados. E entendo a dificuldade de ser chegar lá, mas é necessário e isso que trás os temas algum tipo de respeito (independente aí qual fonte for).
Só que sem dúvida o espaço para estudar quadrinhos aumenta cada vez mais, uma pena que eu estou deixando passar muitos eventos (como esse da Jornada, o qual perdi o prazo por estar envolvido com a qualificação e a ANPUH será impossível ir pelo custo), mas tentarei ir no "Entre Aspas".
Comentário de Natania Nogueira em 13 março 2013 às 21:39 Legal!! Aqui hotel não é problema. Na prática todos ficam perto da rodoviária e o CEFET é ao lado da rodoviária. Aproveitando, estamos com uma página no face, atualizada diariamente e com informações sobre o evento e a cidade. http://www.facebook.com/entre.aspas.94?fref=ts
Comentário de Felipe de Menezes Silva em 13 março 2013 às 18:11 Sim, vi que é bem fácil chegar. Eu estava procurando lugar pra ficar, mas o Hotel Alvorada me parece o ideal. Eu praticamente não teria que me deslocar entre rodoviária, cefet e Hotel. O certo é que eu estarei aí.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de História e Quadrinhos para adicionar comentários!