O Grupo vislumbra discutir maneiras de trabalho com os quadrinho e sua aplicação como fonte histórica, alem do uso em sala de aula.
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Comentário de Emannuel Reichert terça-feira Mas essa setorização seria necessariamente ruim? Estou pensando no caso do Japão, onde ela foi muito mais além e continua sendo um dos elementos centrais do mercado de quadrinhos. Ali, os quadrinhos femininos do pós-guerra começaram sendo escritos principalmente por homens, só tendo temáticas "femininas", como o romance. Mas depois (décadas de 60, 70), as próprias mulheres começaram a escrever essas histórias em maior número e o resultado foi uma inovação muito forte na arte e roteiros.
Estou querendo dizer que a setorização em si não precisa ser ruim. Pode ser uma chance de atender melhor a segmentos diversos do público leitor. Mas é claro que isso não funciona se só se publica o que cada grupo "deveria" querer ler...
Comentário de Natania Nogueira segunda-feira Oi Emannuel! O retrocesso veio com o fim da guerra. É uma consequência. Todas as conquistas femininas, principalmente no mercado de trabalho, eram tidas como temporárias (iriam durar o tempo que fosse necessário), depois elas retornariam ao lar, voltariam a ser submissas e a a creditar nas limitações impostas pela sociedade. Até as mulheres cartunistas foram prejudicadas, pois aquelas que trabalhavam com aventura e superaventura começaram a ter dificuldades. Houve uma maior setorização. O que era produzido para "homens" e o que era destinado às "mulheres". Na década de 1950, por exemplo, crescerem os quadrinhos de romance.
Comentário de Emannuel Reichert segunda-feira Natania, uma dúvida sobre seu artigo: me chamou a atenção ver que as super-heroínas receberam um tratamento, vamos dizer, menos patriarcal no começo dos anos 40, e que logo depois houve uma volta atrás no relógio. Teria sido consequência da guerra (e necessidade de colocar as mulheres a trabalhar p/ manter a economia funcionando), ou teve alguma questão mais interna aos quadrinhos?
Comentário de Erica Rodrigues Serpa em 12 abril 2013 às 13:00 Adorei este grupo!
Ainda não tive tempo de ler todos os tópicos e participar, mas o estarei fazendo assim que tiver um tempinho. Estava procurando algo sobre mangás e afins, e me deparei com um tópico sobre Naruto, que acompanho há alguns anos.
Comentário de Natania Nogueira em 9 abril 2013 às 22:50 Pessoal, já temos a programação completa do 1º Entre Aspas. As inscrições para os GTs vão até 15 de abril. http://1entreaspas.wordpress.com/programacao/PROGRAMA%C3%87%C3%83O%20detalhada.pdf
Comentário de Natania Nogueira em 9 abril 2013 às 22:48
Comentário de Danilo Linard em 7 abril 2013 às 16:18 Divulgação de evento:
Segue abaixo link para divulgar evento de história. Para mais informações acesse nosso blog:
Comentário de William Mathias Moreira em 28 março 2013 às 0:56 Pessoal, não participei da discussão sobre o excesso de explicação banal sobre o que são os quadrinhos e a necessidade de ficar constantemente reafirmando sua possibilidade como documento. Concordo com a posição do Sávio, mas sem não deixar claro que a fundamentação teórica é importante no sentido da interdisciplinaridade que a linguagem pede. Nesse sentido, me irrita as vezes mais ver trabalhos que confundem contextualização com teoria ou ainda não são teoricamente bem embasados. E entendo a dificuldade de ser chegar lá, mas é necessário e isso que trás os temas algum tipo de respeito (independente aí qual fonte for).
Só que sem dúvida o espaço para estudar quadrinhos aumenta cada vez mais, uma pena que eu estou deixando passar muitos eventos (como esse da Jornada, o qual perdi o prazo por estar envolvido com a qualificação e a ANPUH será impossível ir pelo custo), mas tentarei ir no "Entre Aspas".
Comentário de Natania Nogueira em 13 março 2013 às 21:39 Legal!! Aqui hotel não é problema. Na prática todos ficam perto da rodoviária e o CEFET é ao lado da rodoviária. Aproveitando, estamos com uma página no face, atualizada diariamente e com informações sobre o evento e a cidade. http://www.facebook.com/entre.aspas.94?fref=ts
Comentário de Felipe de Menezes Silva em 13 março 2013 às 18:11 Sim, vi que é bem fácil chegar. Eu estava procurando lugar pra ficar, mas o Hotel Alvorada me parece o ideal. Eu praticamente não teria que me deslocar entre rodoviária, cefet e Hotel. O certo é que eu estarei aí.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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