Qual seria a corrente historiográfica mais influente entre os historiadores brasileiros?
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Permalink Responder até Bruno Leal em 1 outubro 2012 at 16:50
Você acha, Sanger? Conheci poucos professores que utilizassem Foucault.
Na Escola de Comunicação, quase todos. Mas na história, poucos. Interessante...
Permalink Responder até Cleber Rocha em 11 fevereiro 2008 at 10:24
Permalink Responder até Paulo Vinicius F. dos Santos em 29 março 2008 at 21:06
Permalink Responder até Egnaldo Ferreira em 17 abril 2008 at 16:40
Permalink Responder até Wlamir Junior em 17 maio 2008 at 20:44
Permalink Responder até Hugo Leonnardo Cassimiro em 11 setembro 2009 at 14:44
Permalink Responder até Daniel Silva em 31 agosto 2010 at 14:14
Permalink Responder até Natália Souza Ramos em 5 setembro 2010 at 23:06
Permalink Responder até Professor Americanista! em 1 janeiro 2013 at 0:37
a historiografia tradicional deixou de ser a positivista para dar lugar a marxista, seja ortodoxa, seja cultural!
Permalink Responder até Marcongekson Martins da Silva em 24 fevereiro 2013 at 8:29
Acredito que atualmente a maneira que mais influência a produção historiográfica no Brasil seja a Nova Historia Cultural (ou NHC como disse BURKE, 2005) que ocupa o maior número da produção historiografia no Brasil (cerca de 80% segundo PESAVENTO, 2004). Porém, as outras formas de "enxergar" a história como o marxismo e principalmente a dos Annales ainda coexistam. Do ponto de vista da Nova História Cultural, as atenção se direcionam para a pesquisa e estudos da cultura dita "popular". Entre aspas pois é difícil identificar onde acaba cultura dita "erudita" e começa a "popular".
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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