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Permalink Responder até Marcos Pedroso em 30 novembro 2010 at 19:12
Permalink Responder até Bruno Leal em 28 fevereiro 2012 at 9:29
Excelente pergunta, Fábio.
Acho que a possibilidade de estudo nessa área é enorme. E há uma verdadeira lacuna. Poucos historiadores dão atenção a história da teledramaturgia, um dos ícones da cultura popular brasileira. Na área de comunicação social os estudos já são mais abundantes. Mas ainda assim lacunares. As novelas são produtos de seu tempo. Logo, permitem que o historiador revela camadas e dimensões históricas bem peculiares. Acho super bom o tema.
Bruno, eu pesquiso cultura experimental no mestrado, mas ainda me ocorre a possibilidade de trabalhar com telenovelas (sob a perspectiva de subjetividades, meu viés teórico) a nível de doutorado. Ainda não tenho certeza como seria, mas é um tema que me apaixona. Sou um espectador assíduo, e faço crítica (amadora, claro) num blog.
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O Grande Gatsby
Está em cartaz nos cinemas brasileiros a mais nova adaptação do celebrado romance do autor americano F. Scott Fitzgerald. A obra destaca-se por ser fiel ao romance - mantendo falas originais - e, ao mesmo tempo, quebrando a ortodoxia musical da época, ao juntar hip-hop ao jazz do início do século XX. Na parte visual, um desfile de cores e tomadas.
Nick Carraway (Tobey Maguire) tinha um grande fascínio por seu vizinho, o misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma festa incrível, o relacionamento de ambos torna-se uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, esquecendo o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado Tom Buchanan (Joel Edgerton). Agora, o conflito está armado e as consequências serão trágicas.
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