Espaço aberto para debater as relações entre História e Psicologia, nas suas mais variadas vertentes e possibilidades: social, psico-história, existencial, fenomenológica, comunitária, psicanalítica, representações sociais, etc, etc.
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Iniciado por Aloisio Menezes de Cantuaria. Última resposta de Aloisio Menezes de Cantuaria 23 Jan, 2012. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Bruno Leal. Última resposta de Cintia 17 Ago, 2010. 8 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Diogo Nunes. Última resposta de Flavinha*** 4 Nov, 2009. 1 Resposta 0 Curtiram isto
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Comentário de Diogo Nunes em 19 janeiro 2012 às 21:54 Nessa harmonização de conteúdos das diversas abordagens – das Letras, da Psicologia, da Filosofia, da Antropologia e das Artes –, a subjetividade aparece como ponto fundamental na exegese das formas de interpretar o mundo. Aqui compreendemos que a separação dessas disciplinas em diferentes campos do saber é uma construção meramente acadêmica e, quando esses saberes são reunidos, conseguimos visualizar uma imagem muito mais abrangente da realidade.
Este livro trata da subjetividade, mas também trata de livros, de como os livros descrevem – ou interpretam – o que percebemos e sentimos. Nessa perspectiva, o conjunto também propõe uma excelência na forma: a organizadora fez questão de que as notas acompanhassem a linha do olhar, propiciando uma leitura mais prazerosa do texto. Um cuidado singelo, mas que transmite a determinação de trazer uma nova forma ao conteúdo dos textos, compartilhando com o leitor o prazer que tivemos de fazer este livro.
"Nesta obra reúnem-se 17 estudos que transitam entre História, Letra e Literatura, Antropologia e Sociologia, Psicologia e Psicanálise, Filosofia e Comunicação, traçando uma complexa e delicada trama que consolidará argumentos e temas de muito interesse para o leitor da atualidade. [...]
EWALD, Ariane P. [org.] Subjetividade e Literatura: harmonias e con...
Comentário de Flavinha*** em 14 setembro 2009 às 10:04 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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