MOVIMENTOS E RESISTÊNCIAS À DITADURA MILITAR - 1964/1985.

Objetivos: Proporcionar aos participantes o conhecimento sobre o período da ditadura militar-burguesa através das diferentes formas de reação social ao autoritarismo estabelecido. Contribuir para uma reflexão sobre o período e as diferentes formas de manifestações do povo brasileiro na busca de uma sociedade mais justa e igualitária.

Investimento: R$ 105,00 (ou em TRÊS parcelas de R$35,00). Sindicalizados R$90,00 (ou em TRÊS parcelas de R$30,00). INSCRIÇÕES AOS SÁBADOS (durante o mês de agosto) DAS 09h00min ATÉ 12h00min HORAS no Monteiro Lobato

LOCAL – ESCOLA MUNICIPAL MONTEIRO LOBATO – RUA LUIZ DE LIMA, S/N – NOVA IGUAÇU – CENTRO – AO LADO DA VILA OLÍMPICA.

Carga Horária: 80 horas/aula – aos sábados das 09h às 13h - CERTIFICADO EMITIDO PELO SINPRO-BAIXADA. Parceria com o Centro de Memória Oral da Baixada Fluminense (cemobafluminense - CNPJ: 05.383.467/0001-81).
Informações - 9357-8983 (Prof. ESTEVAM) ou pelo e-mail: cemobafluminense@terra.com.br


MÓDULOS
12/09/09 – Memória, Esquecimento e Silêncio: dilemas da ditadura brasileira. – Professora Joana Ferraz (Doutora em História)
19/09/09 – A Questão Agrária – Professora Lucia Naegeli – (Professora de Geografia e autora de livros).
26/09/09 – A Guerrilha de Caparaó – Professora Esther Kuperman (Doutora em Ciências Sociais).
03/10/09 – O Brasil do AI 5 – Professor Adriano Freixo (Doutor em História)
10/10/09 - A Guerrilha do Araguaia – Professor Rubim S. Leão de Aquino (Professor de História e autor de livros).
17/10/09 – Carlos Marighela e a Luta pelo Socialismo – Professor Edson Teixeira (Doutor em História).
24/10/09 – O Movimento Estudantil – Professor Frederico Falcão (Doutorando em Serviço Social).
31/10/09 - A Luta Desarmada: As Opções da Esquerda Após 1970 - Professor Mário Grabois (Mestre em História).
07/11/09 – A Lei de Anistia – Modesto da Silveira – Advogado de Presos Políticos e Relator da Lei de Anistia (1979).
14/11/09 - O Grupo Tortura Nunca Mais: Resistência, Memória e a Luta pelos Direitos Humanos – Professores Vitória Grabois (Professora e Pesquisadora do Núcleo de Estudo de Políticas Públicas dos Direitos Humanos da UFRJ) e Rafael Maul (Mestre em História).
21/11/09 – A Grande Partida: Anos de Chumbo – Francisco Soriano – (Sindicalista, Economista e autor do livro A Grande Partida).
28/11/09 – Socialismo e Utopia - Vladimir Palmeira – (Doutor em História).

APOIO CULTURAL: IMOBILIÁRIA FORTE OPÇÃO** E **LEONARDO STASSEN – FOTO E VÍDEO
(E-mail: forteopc@forteopc.com.br ) (leonardostassen@hotmail.com)
Tel.: 8756-4132 ou 2668-6401

Carlos Marighella – foto Braz ‘Arco da Maldade’ – criação de Oscar Niemeyer Vladimir Palmeira
Bezerra/ agência JB –1964 para o GrupoTortura Nunca Mais. - Movimento Estudantil –

*** Visite: http://cloviscorreia.blogspot.com **** Visite: www.cemobafluminense.com.br

Tags: CURSO

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Anexos

Respostas a este tópico

Lamento morar em Blumenau, SC, o que inviabiliza minha participação.

Mas parabéns pela iniciativa. Esse é um assunto que não podemos deixar ser esquecido.

Existe uma seção de eventos. 
Fóruns são espaços para perguntas.
Abraço! 

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Cine História

Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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