Algumas obras teóricas básicas para se pensar as relações entre História e Literatura.

Colegas,

Segue abaixo algumas indicações bibliográficas para quem se interessa em discutir a literatura desde o ponto de vista da História. Por favor, complementem esta pequena lista com outras indicações.


BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.

CANDIDO, Antônio. Literatura e sociedade: estudos de literatura e história literária. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1985.

______. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1993. 2 v.

CHALHOUB, Sidney; PEREIRA, Leonardo Affonso de Miranda (Org.). A História Contada: capítulos de história social da literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Cia. das Letras, 2003.

EAGLETON, Terry. A ideologia da estética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.

GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989.

JAMESON, Fredric. O inconsciente político: a narrativa como ato socialmente simbólico. São Paulo: Ática, 1992.

LUKÁCS, György. Estética. Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1966.

MICELI, Sérgio. Intelectuais à brasileira. São Paulo: Ministério da Cultura. Fundação Biblioteca Nacional. Cia das Letras, 2001.

______. Intelectuais e classe dirigente no Brasil (1920-1945). São Paulo: DIFEL, 1979.

______. Poder, sexo e letras na República Velha: estudo clínico dos anatolianos. São Paulo: Perspectiva, 1977.

SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. São Paulo: Duas Cidades, 1988.

______. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis. São Paulo: Ed. 34, 2000.

______. Duas meninas. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

WILLIAMS, Raymond. Marxismo e literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.

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Respostas a este tópico

Nossa!Vou comprar todos!
Obrigada pelas dicas.
Cadê Chartier?
Recomendo também o site http://www.ufsm.br/literaturaehistoria/historia.html , do grupo de Pesquisa Literatura e História da UFSM, que traz alguns artigos publicados sobre o assunto.
Obrigada, esta lista está me ajudando bastante! Espero estar contribuindo um pouquinho:

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural da Primeira República. São Paulo: Brasiliense, 1989.

SUSSEKIND, Flora. Cinematógrafo de letras: literatura, técnica e modernização no Brasil. São Paulo: Companhia das letras, 1987.
Ótimas indicações, vou buscar os que ainda não tenho e/ou conheço, que são muitos
Meu velho como vc tá? Manda noticias. Marcelo (Instituto Federal Baiano)
Recomendo os livros da Sandra Jatahy Pesavendo,ela é ótima.
Gostaria de colocar alguns outros que não estao citados ai, mas são importantes, como Benjaimn, Camus, em breve mando as referencias completas
Muito bacana a lista, não concordo com alguns títulos, mas isso vai de cada um. Estou fazendo meu TCC utilizando literatura como fonte.
Pode acrescentar na lista O Espaço Literário de Maurice Blanchot; Nenhuma Ilha é uma Ilha de Ginzburg, A Cidade das Letras de Angel Rama; A Vida Literária no Brasil 1900 de Brito Broca; Estrutura Social da Republica das Letras de A. L. Machado Neto...
Roger Chartier, vários!!!

Não esquecer:

 

Iser, Wolfgang. O ato da leitura - volumes I e II

____________. O fictício e o imaginário,

 

Boas leituras!

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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