Eu acho que citaria algumas. Não consigo escolher uma. Gabriel Garcia Marquez, com Cem anos de solidão tem que entrar. Guimarães Rosa também. Drummond também. Edgar Alan Poe. Dostoievski. Baudlaire.
Euclides da Cunha. Enfim não consigo decidir. Me ajudem e dêm outras opções..

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Respostas a este tópico

Os grandes clássicos atribuídos à Homero não podem ficar esquecidos: "A Ilíada" e "A Odisséia", que narram, respectivamente, os conflitos entre gregos e troianos pelo poder na cidade-estado Ílion (Tróia), durante a lendária Guerra de Tróia e a jornada de Odisseu (Ulisses), rei de Ítaca que, amaldiçoado pelos deuses, vaga durante anos até retornar ao seu reino.
1984 George Orwell, não diria da história, mas do século 20, em termos políticos!!!
Se a pergunta fosse sobre a "maior" obra literária da história poderíamos dar o braço a torcer e tentar considerar algo que até não chegamos a gostar... discernir o que é ou não literário já não é algo tão simples... "melhor em que sentido?" [4]... perguntinha complicada, heim? Mas se é a melhor (a que concebo como melhor) fico com "A DIVINA COMÉDIA". Poema épico e teológico, crítica política, bases filosóficas fortes, e ainda se mantém como uma das fontes primárias mais originais e acessíveis para a cosmovisão do medievo. Sem mais.
Já reparou que só pessoas que não leram muitos livros é que conseguem dar uma resposta para esta pergunta?
Já. E desocupados como nós, que param pra perceber frequências e padrões nas respostas inves de ler ainda mais. Mwahahahahaha!
Não, Roger, não estava a me referir às respostas aqui postadas. Aliás, - só para justificar o título de "desocupado" com o qual fui por você fui laureado e mui humildimente aceito - pude reparar que quase todos os que respoderam ao tópico não o conseguiram fazer sem certa dificuldade, o que só vem a corroborar com minha colocação.
É que está pergunta já me foi feita uma porção de vezes em todas elas eu não consigo responder. Sempre me sentia como aquela personagem da Lista de Schindler que não pode escolher qual filho deseja salvar.
Porém, já ouvi está pergunta sendo feita para algumas pessoas que não são muito dadas à leitura e ouvi quase todas responderam com uma presteza assustadora. Quase sempre livros que figuram na estante dos mais vendidos do momento.
Não creio que eu tenha "parado para perceber" esta frequência, mas também não pude me furtar a notá-la.
Vicissitudes da linguagem escrita pelas quais espero que você me perdoe. Tentarei fazer o mesmo.
Certamente, meu caro, e não me entenda mal, cá não afluem motivos dignos de vossas desculpas. Assino ainda em prol de vossas complementações dizendo que não há como esta situação dar-se de forma diferente, dada a "conjuntura intelectual" (lol) de nosso país no dado momento. Não obstante, defendo, calcado em certa utopia de civilização (confesso), que não se pode exigir tanto do que Weber chamou de "Tipo ideal" de leitores brasileiros hoje sem antes oferecer-lhe uma possibilidade de "progresso intelectual", e grande parte de tal influencia cabe(ria) a nós, professores. Mas enquanto esta pergunta, de qualquer forma, ainda for elucidada, parecemos ter trabalho.
Bem, a despeito de minha péssima gramática e sintaxe questionável, tenho mais uma observação:
Não são tão com pesquisas estatísticas quanto minha profissão exige, mas consegui perceber que um dos autores mais citados aqui é Geroge Orwell.
Será que fato de seus livros mais famosos abordarem temas como política e história tem a ver com isso?
Li algumas respostas e até onde vi, ninguém citou ainda Tariq Ali e seu inesquecível " Á sombra das romanzeiras". É um maravilhoso texto sobre a presença islâmica na península ibérica e vale por um curso inteiro de história Ibérica medieval. Não sei quem mais leu e se as pessoas concordam, mas foi um livro que me marcou muito.

Realmente é uma grande pergunta!

Prefiro me deixar levar pelas obras que chamam a atenção devido ao período. François Rabelais em Gargantua e Pantagruel (século XVI) é uma magnífica obra que eu escolho como resposta, pois o autor cria personagens para tomar enredo na alusão crítica da sociedade de seu tempo, ou seja, dispara sem poupar palavras contra a corte francesa e a igreja, tal fato graças a influência do movimento humanistico que participara.

Vale a pena conferir!!!  

Bill, no Brasil é claro que também se encontra boa literatura, mas em matéria de romances com fundo histórico real eu sugeria o escritor russo Tolstoi que escreveu romances maravilhosos , sendo o principal : Guerra e Paz. Depois Ana Karenina, porque é um  romance que mostra que o adultério nunca é uma saída. Ele escreveu obras fantásticas.

Vale a pena ler. Um abraço, Isabel Santos.

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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