Espaço para discutirmos a relação História e Literatura, bem como a importância ou irrelevância de certas obras e/ou autores.
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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:06 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Comentário de João Roberto Laque em 12 abril 2013 às 9:33 OLA!
PERSONAGEM PRINCIPAL DO LIVRO PEDRO E OS LOBOS - OS ANOS DE CHUMBO NA TRAJETÓRIA DE UM GUERRILHEIRO URBANO, O EX-COMBATENTE DA VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA, PEDRO LOBO DE OLIVEIRA, DEPÕE NA COMISSÃO DA VERDADE E ASSUME VÁRIAS MORTES DURANTE OS ANOS DE CHUMBO.
VEJA TODOS OS DETALHES EM
www.blogdolaque.blogspot.com.br
SE PUDER, ASSISTA TAMBÉM A ESTA ENTREVISTA
http://www.youtube.com/watch?v=1_HB4GzIpII
Comentário de Danilo Linard em 7 abril 2013 às 16:21 Divulgação de evento:
Segue abaixo link para divulgar evento de história. Para mais informações acesse nosso blog:
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 24 março 2013 às 9:53 O Historiante está em busca de novos autores/colaboradores. Você que cursa história ou que já é historiador(a), faça já sua inscrição.
O Historiante tem por objetivo democratizar o conhecimento histórico, utilizando-se de uma linguagem leve e acessível para o público em geral, focando em estudantes e professores do ensino fundamental e médio, porém, com um rigor teórico acadêmico que garante a qualidade dos textos.
Comentário de Geraldo Neto em 24 julho 2012 às 22:37 Olá a todos, acabei de criar um grupo sobre literatura de cordel, acho que vcs podem se interessar. Segue abaixo o link do grupo:
http://cafehistoria.ning.com/groups/1980410:Group:1052203?xg_source...
Comentário de Ivila Renata Mattos Cordeira em 13 fevereiro 2012 às 22:12 ALBUQUERQUE JR, Durval Muniz de. História: a arte de inventar o passado. Ensaios de teoria da historia. Bauru, SP: Edusc, 2007
FERREIRA, A. C. . Literatura: a fonte fecunda. In: PINSKY, Carla Bassanezi; Tania Regina de Luca. (Org.). O historiador e suas fontes. 1a ed. São Paulo: Contexto, 2009, v. 1, p. 61-92.
JAUSS, H. R. A historia da literatura como provocação a teoria literária. Trad. Sergio Tellaroli. São Paulo: Ática, 1994
A historia escrita a contrapelo e a historia da literatura: pontos de contato entre Robert Jauss e Walter Benjamin. Mário Santiago
ALBUQUERQUE, Durval Muniz de. O Tempo, o Vento, o Evento: história, espaços e deslocamentos nas narrativas de formação do território brasileiro, in: A História e seus territórios: Conferencias do XXIV Simpósio Nacional de História da ANPUH. Organizadores: Flávio M. Heinz; Marluza Marques Harres. São Leopoldo: Oikos, 2008
BARTHES, Roland. Histoire ou littérature? (1960). In: Sur Racine. Paris: Éd. Du Seuil, 1963. (Reedição Col. Points).
BENJAMIM, Walter. Histoire litteráire et Science de la literature (1931). In: Poésie et revolution. Trad. Fr. Paris: Denöel, 1971; reedição Essais. Gonthier (Col. Médiations).
COMPAGNON, Antonie. O demônio da teoria. Literatura e senso comum. Belo Horizonte: UFMG, 2006.
FERREIRA, Antonio Celso. História fast food (ou alguns problemas da teoria e da narrativa histórica neste fim de século), in: SILVA, Zélia Lopes da. Cultura histórica em debate. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995
TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Trad. Caio Meira. 3ª edição. Rio de Janeiro: DIFEL, 2010.
Comentário de Diogo Nunes em 19 janeiro 2012 às 21:56 Nessa harmonização de conteúdos das diversas abordagens – das Letras, da Psicologia, da Filosofia, da Antropologia e das Artes –, a subjetividade aparece como ponto fundamental na exegese das formas de interpretar o mundo. Aqui compreendemos que a separação dessas disciplinas em diferentes campos do saber é uma construção meramente acadêmica e, quando esses saberes são reunidos, conseguimos visualizar uma imagem muito mais abrangente da realidade.
Este livro trata da subjetividade, mas também trata de livros, de como os livros descrevem – ou interpretam – o que percebemos e sentimos. Nessa perspectiva, o conjunto também propõe uma excelência na forma: a organizadora fez questão de que as notas acompanhassem a linha do olhar, propiciando uma leitura mais prazerosa do texto. Um cuidado singelo, mas que transmite a determinação de trazer uma nova forma ao conteúdo dos textos, compartilhando com o leitor o prazer que tivemos de fazer este livro.
"Nesta obra reúnem-se 17 estudos que transitam entre História, Letra e Literatura, Antropologia e Sociologia, Psicologia e Psicanálise, Filosofia e Comunicação, traçando uma complexa e delicada trama que consolidará argumentos e temas de muito interesse para o leitor da atualidade. [...]
EWALD, Ariane P. [org.] Subjetividade e Literatura: harmonias e con...
Comentário de Elizabeth W R Torresini em 29 outubro 2011 às 11:05 Gostaria de recomendar a leitura do livro Autobiografia de um ex-negro, de James Weldon Johnson (1871-1938), Editora 8Inverso. Trata-se do primeiro romance de ficção escrito por um negro nos Estados Unidos, em que aparece um perfil da sociedade norte-americana do final do século 19 e início do século 20. O autor caracteriza alguns espaços os ocupados por descendentes de escravos e de outra minorias, abordando de maneira surpreendente o contato desses grupos sociais minoritários com as elites locais.
Entre outras contribuições, a Autobiografia de um ex-negro apresenta um precioso estudo sobre os primórdios da música norte-americana negra e urbana. O livro pode ser tomado como ponto de inspiração e de partida para uma bela pesquisa histórica. Um abraço!
Comentário de Imiramis Fernandes da Cruz em 28 janeiro 2011 às 19:08 Marcos Aguiar,
sensacional seu artigo sobre a luta pela democracia nos anos 80 e 90. E a democracia depois dos anos 90 como anda? Imiramis
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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