Novo no Brasil, mas não na Historia, eu tenho uma grande pergunta sobre o uso de cartas nos livros e publicações de Historia.

 

Dois exemplos:

 

Lendo atualmente o livro “Geografia Histórica do Rio de Janeiro”, apesar das grandes qualidades deste livro, e do grande prazer que eu tenho a lê-lo, eu tenho uma decepção. Cheguei a pagina 170, e ainda não encontrei nenhum mapa!

Como é possível de descrever um tão bom texto “O Processo de Conquista”, cheio de nome de lugares e de eventos situados no espaço, e onde a geografia (no senso localização) é tão importante para o entendimento, sem no mínimo um mapa da costa do Brasil e uma da baia de Guanabara? Ou, só um detalha, onde foi o caminho de Martim de Sá para a entrada ao sertão?

 

Segundo exemplo, a revista “Revista de Historia da Biblioteca Nacional”. Tinha há alguns meses um artigo interessante sobre o caminho (no senso físico de “caminhar”), entre a criação das mulas no Sul e a Minas Gerais, onde elas são utilizadas. O artigo perde a metade de seu interesso por falta de um mapa mostrando a localização do caminho, ainda bem descrito no texto.

 

Em geral, eu só surpresa da ausência de mapas quando se fala de Historia no Brasil, quando em muitos outros países você não pode escrever um artigo sem, no mínimo, mostrar um mapa calizando os eventos assunto do artigo.


Porque este dicotomia entre Historia e Geografia?

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Era uma vez em Nova York

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Sinopse: Em 1921, as irmãs polonesas Magda (Angela Sarafyan) e Ewa Cybulski (Marion Cotillard) partem em direção a Nova Iorque, em busca de uma vida melhor. Mas, assim que chegam, Magda fica doente e Ewa, sem ter a quem recorrer, acaba nas mãos do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que a explora em uma rede de prostituição. A chegada de Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo de Bruno, mostra um novo amor e um novo caminho para Ewa, mas o ciúme do cafetão acaba provocando uma tragédia.

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Maquiavel: confira na íntegra a dissertação "O Fantasma de Maquiavel: Antimaquiavelismo e razão de Estado no pensamento político ibérico do século XVI", defendida por Bruno Silva de Souza, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

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