Novo no Brasil, mas não na Historia, eu tenho uma grande pergunta sobre o uso de cartas nos livros e publicações de Historia.

 

Dois exemplos:

 

Lendo atualmente o livro “Geografia Histórica do Rio de Janeiro”, apesar das grandes qualidades deste livro, e do grande prazer que eu tenho a lê-lo, eu tenho uma decepção. Cheguei a pagina 170, e ainda não encontrei nenhum mapa!

Como é possível de descrever um tão bom texto “O Processo de Conquista”, cheio de nome de lugares e de eventos situados no espaço, e onde a geografia (no senso localização) é tão importante para o entendimento, sem no mínimo um mapa da costa do Brasil e uma da baia de Guanabara? Ou, só um detalha, onde foi o caminho de Martim de Sá para a entrada ao sertão?

 

Segundo exemplo, a revista “Revista de Historia da Biblioteca Nacional”. Tinha há alguns meses um artigo interessante sobre o caminho (no senso físico de “caminhar”), entre a criação das mulas no Sul e a Minas Gerais, onde elas são utilizadas. O artigo perde a metade de seu interesso por falta de um mapa mostrando a localização do caminho, ainda bem descrito no texto.

 

Em geral, eu só surpresa da ausência de mapas quando se fala de Historia no Brasil, quando em muitos outros países você não pode escrever um artigo sem, no mínimo, mostrar um mapa calizando os eventos assunto do artigo.


Porque este dicotomia entre Historia e Geografia?

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Sobrevivente

Chega aos cinemas o filme islandês "Sobrevivente", de Baltasar Kormákur. 

Sinopse: Durante o inverno de 1984, um barco pesqueiro naufraga no Atlântico Norte, nas proximidades da Islândia. Os tripulantes tentam sobreviver, mas as águas geladas impedem que essa tarefa seja facilmente concluída, restando apenas Gulli (Ólafur Darri Ólafsson), um homem bom, de fé, querido por todos, e com uma vontade de viver inacreditável. Após nadar por cerca de seis horas e enfrentar vários percalços, ele consegue contato com a civilização. Após a incrível experiência vivida, Gulli terá ainda que viver com a dor da perda dos amigos e, pior, a incredulidade de todos, que não entendem ele ter sobrevivido a uma situação tão extrema e insistem em fazer testes para saber como isso pode ter acontecido. Baseado em fatos reais.

documento histórico

Guerra do Paraguai: Prédios paraguaios após a Guerra do Paraguai s.l., [186-]. Arquivo Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão. Fonte: Arquivo Nacional

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Leituras da escravidão: O mini-documentário 'Leituras da Escravidão' aborda a escravidão na província do Paraná através do relato de estudantes de História da Universidade Federal do Paraná, que pesquisam o tema em processos judiciais do século XIX no Arquivo Público do Paraná

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