Novo no Brasil, mas não na Historia, eu tenho uma grande pergunta sobre o uso de cartas nos livros e publicações de Historia.

 

Dois exemplos:

 

Lendo atualmente o livro “Geografia Histórica do Rio de Janeiro”, apesar das grandes qualidades deste livro, e do grande prazer que eu tenho a lê-lo, eu tenho uma decepção. Cheguei a pagina 170, e ainda não encontrei nenhum mapa!

Como é possível de descrever um tão bom texto “O Processo de Conquista”, cheio de nome de lugares e de eventos situados no espaço, e onde a geografia (no senso localização) é tão importante para o entendimento, sem no mínimo um mapa da costa do Brasil e uma da baia de Guanabara? Ou, só um detalha, onde foi o caminho de Martim de Sá para a entrada ao sertão?

 

Segundo exemplo, a revista “Revista de Historia da Biblioteca Nacional”. Tinha há alguns meses um artigo interessante sobre o caminho (no senso físico de “caminhar”), entre a criação das mulas no Sul e a Minas Gerais, onde elas são utilizadas. O artigo perde a metade de seu interesso por falta de um mapa mostrando a localização do caminho, ainda bem descrito no texto.

 

Em geral, eu só surpresa da ausência de mapas quando se fala de Historia no Brasil, quando em muitos outros países você não pode escrever um artigo sem, no mínimo, mostrar um mapa calizando os eventos assunto do artigo.


Porque este dicotomia entre Historia e Geografia?

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O Homem mais procurado

Acaba de chegar aos cinemas o filme "O Homem mais procurado", dirigido por Anton Corbjin ("Um Homem Misterioso" e "Controle - A História de Ian Curtis"). O filme traz Philip Seymour Hoffman ( em seu último papel), Rachel McAdams e William Defoe.  

Sinopse: Depois de ser brutalmente torturado, um imigrante de origem chechena e russa faz uma viagem à comunidade islâmica de Hamburgo, tentando resgatar a grande herança que seu pai teria lhe deixado. A chegada deste homem desperta a curiosidade das polícias secretas alemã e americana, que passam a acompanhar seus passos. Enquanto a investigação avança, todos fazem a mesma pergunta sobre o imigrante: seria ele apenas uma vítima ou um extremista com um plano muito bem elaborado?

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Líbano e Egito: Leia na íntegra a dissertação "Alguns aspectos sobre o processo da democratização dos sistemas políticos no mundo árabe: Egito e Líbano como modelos de estudo", do pesquisador Younus Khalifa Haddood. O trabalho foi desenvolvido no Programa de Pòs-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Dissertação defendida em 2007. Clique aqui.

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